O pior país do mundo | Outras Palavras
Nos EUA, lobby judaico-sionista tem enorme peso no dinheiro e na política. Israel precisa ser parado. Vida longa ao Irã e ao grande povo iraniano! Que não lhes faltem munição, mísseis e drones para deter Israel e outros inimigos da humanidade!
Publicado 20/03/2026 às 18:43 - Atualizado 20/03/2026 às 18:44
Preparem-se para um artigo violento. A paciência da gente se esgota e com ela some também a capacidade de medir palavras e fazer as devidas ressalvas. Para determinados assuntos, pelo menos.
Qual é o pior país do mundo? A concorrência é dura. Temos, por exemplo, a Inglaterra e a Holanda. Ao longo da vida, tive a oportunidade de conhecer vários ingleses e holandeses. E devo dizer: poucos se salvam. Os ingleses, nem se fala, estão na origem de grande parte dos males que enfrentamos no mundo. Os holandeses, menores, menos conhecidos nas suas abjeções, se destacam pela antipatia e preconceitos contra estrangeiros. Deram bastante liberdade ao judeus em tempos remotos, é verdade, mas figuraram entre os principais e entusiásticos colaboradores dos nazistas na perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Em contraste com os dinamarqueses, que resistiram obstinadamente, como relatou Hannah Arendt em seu célebre livro Eichmann in Jerusalem. Cerca de ¾ dos judeus que viviam na Holanda foram assassinados! Já a história dos judeus dinamarqueses é sui generis, conta Arendt. A resistência dos dinamarqueses à perseguição dos judeus foi única entre todos os países da Europa, seja países ocupados, aliados de Hitler ou verdadeiramente neutros e independentes. Ninguém se igualou à Dinamarca.
Estou me desviando do assunto um pouco, porém. Não era da Holanda ou da Dinamarca que queria falar, países pequenos e irrelevantes para o quadro mundial. Retomo o tema principal. Seriam os Estados Unidos o pior país do mundo? Há muitos motivos para pensar assim, eu mesmo morei oito longos anos em Washington e sei como os americanos podem ser desagradáveis e até detestáveis. Muito mais importante: o Império americano tem uma longa lista de crimes e agressões contra outros países. Seus últimos feitos foram o ataque à Venezuela e a intensificação do embargo criminoso contra Cuba, além da agressão ao Irã.
Mas ninguém consegue superar o estado genocida e terrorista de Israel. Um alerta meio óbvio: vou falar aqui do estado de Israel (que nunca deveria ter sido criado) e do projeto sionista que levou à sua criação – e não propriamente do povo judeu ou dos judeus em geral.
Note-se, entretanto, que as políticas do governo de Israel são apoiadas pela maioria dos judeus israelenses, em especial a agressão ao Irã e a oposição à criação de um Estado palestino. Essas políticas são apoiadas também pela maioria das comunidades sionistas em outros países, inclusive aqui no Brasil e – mais importante – nos Estados Unidos.
O lobby sionista nos Estados Unidos
O cientista político americano, John Mearsheimer, em coautoria com Stephen Walt, escreveu um importante livro, publicado em 2007, sobre o que ele denomina de "Israel lobby", cuja influência decisiva nos Estados Unidos, notadamente em Nova Iorque e Washington, termina por subordinar a política externa do Estados Unidos – um caso clássico do rabo abanando o cachorro. Um país pequeno, com 10 milhões de habitantes, dá as cartas para a superpotência, os Estados Unidos, contribuindo para acentuar a sua delinquência.
A mais recente demonstração da força desse lobby foi precisamente o ataque ao Irã. Os Estados Unidos acabaram se envolvendo em uma guerra para servir não aos próprios interesses, mas aos de um país estrangeiro, como denunciou Joseph Kent ao renunciar ao cargo de diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, para o qual foi nomeado pelo próprio Donald Trump.
Os judeus sionistas financiam campanhas sórdidas, corrompem, elegem e controlam políticos para a Presidência e o Congresso, controlam grande parte da mídia, são donos de bancos e outras instituições financeiras privadas e têm forte influência em Hollywood e na indústria da pornografia. Mandam e desmandam. Beneficiam seus serviçais e ameaçam, chantageiam e punem seus críticos. Jeffrey Epstein, não por acaso, era judeu.
Esses sionistas são todos eles criminosos, apoiadores de assassinos de crianças palestinas, iranianas e de outros países. E assassinar crianças é o crime mais grave que se pode cometer. Nos Estilhaços, meu livro mais recente, cheguei a escrever que o sofrimento das crianças não só desmente a existência de Deus, como prova a do Diabo. E quem representa o Diabo na Terra hoje? Quem melhor que Israel e seus apoiadores no resto do mundo?
O lobby israelense faz parte, na verdade, de algo maior e mais desastroso para os Estados Unidos – a subordinação das políticas públicas a bilionários e lobbies privados – entre os quais figuram também as big techs (gigantes da tecnologia), o complexo industrial-militar (que ganha com todas as guerras), o lobby cubano (focado em boicotar Cuba), o lobby pró-armas, o lobby financeiro (que se sobrepõe em grande parte ao israelense), entre outros. Não há democracia, mas plutocracia – o governo dos ricos. E cleptocracia – o governo dos ladrões. E, também, kakistoscracia – o governo do piores. Não é o que se vê, diga-se de passagem, na Rússia e na China.
Gênios e mediocridades judaicas
Os judeus têm, desde tempos remotos, forte presença nos meios financeiros privados – em bancos e demais instituições financeiras. Sabem ganhar dinheiro. Mas isso não quer dizer grande coisa. Muitos ditos "gênios financeiros" não passam em geral de figuras bisonhas. A dedicação a assuntos financeiros parece levar inexoravelmente a uma perda continuada de massa cerebral e criatividade, além de solapar valores éticos.
Bem. Uma das singularidades do povo judeu é a mistura de gênios, verdadeiros gênios, com uma massa criminosa e/ou medíocre.
Entre os gênios, podemos lembrar Karl Marx, Gustav Mahler, Sigmund Freud, Franz Kafka e Albert Einstein. A própria Hannah Arendt foi, não diria genial, mas certamente uma intelectual de enorme destaque. E entre economistas judeus americanos de projeção hoje em dia podemos mencionar Joseph Stiglitz, Paul Krugman e Jeffrey Sachs (nenhum deles sionista).
Para mim, entretanto, o judeu mais importante de todos foi Heinrich Heine, um poeta alemão, da primeira metade do século 19, que figura com destaque nos Estilhaços e por quem tenho verdadeira paixão desde os meus 22 anos.
Por outro lado, a galeria de mediocridades judaicas é extensa. Dou alguns exemplos a esmo. Aqui no Brasil temos Celso Lafer, discípulo fervoroso e acrítico de Hannah Arendt, e ministro das Relações Exteriores no governo Fernando Henrique Cardoso, o mais limitado que já comandou o Itamaraty (superado apenas por Ernesto Araújo, nomeado por Bolsonaro).
Outro exemplo, este da área financeira brasileira: Luís Stuhlberger. Até recentemente, eu nunca ouvira falar dele. Sinal alarmante de ignorância financeira, pois ele é um destacado e respeitado judeu, que integra as hostes da Faria Lima. Não merece respeito, porém. Vejam a entrevista que ele deu ao jornal Valor (publicada em 30 de maio de 2025, p. C3), um verdadeiro festival de asneiras políticas, econômicas e culturais, inclusive na linguagem salpicada de termos inglês para os quais há palavras rigorosamente equivalentes na nossa língua.
Mas vamos voltar aos Estados Unidos. Como mencionei, os judeus têm, historicamente, forte presença no setor financeiro privado – em bancos, fundos de investimento e outras instituições financeiras. Menos conhecida é a presença desse lobby no setor financeiro público, especialmente nos Estados Unidos. No FMI, por exemplo, onde trabalhei por oito anos, todos ou quase todos os representantes do governo americano na Administração e na Diretoria eram judeus americanos (alguns bem inteligentes).
Mais importante: o lobby domina também o Tesouro dos EUA (o ministério das finanças deles). Nas décadas recentes, a maioria dos Secretários do Tesouro (ministros de finanças) dos EUA foram também judeus americanos. A "comunidade" marca presença. É o Tesouro quem dá as cartas no FMI, no Banco Mundial e no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entidades financeiras sediadas em Washington. Não é por acaso, por exemplo, que uma mediocridade brasileira, o judeu Ilan Goldfayn, foi guindado à presidência do BID. Ele está lá para cumprir as ordens do Tesouro americano, leia-se, do lobby sionista.
A reação do Irã
Não vale a pena, entretanto, gastar pólvora com chimango. O que importa são as barbaridades que o estado terrorista de Israel está cometendo em Gaza, na Cisjordânia, no Líbano e, agora, com o ataque ao Irã. Não se deve perder de vista que a guerra foi iniciada por Israel. Os Estados Unidos acompanharam a agressão.
O Irã já provou que não é nenhum país indefeso. Ao contrário, está castigando Israel com uma chuva de mísseis balísticos e drones, que atingem Tel Aviv e Haifa, entre outros locais. As indicações são de que a economia israelense está sendo arruinada. E os israelenses estão provando do próprio veneno.
Israel desencadeou uma guerra regional, com consequências econômicas sociais e políticas para o mundo inteiro. Esse país criminoso precisa ser parado.
Vida longa ao Irã e ao grande povo iraniano! Que não lhes falte munição, mísseis e drones para deter Israel e outros inimigos da humanidade!
***
Uma versão mais curta deste artigo foi publicada na revista Carta Capital.
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Source Quality
Source classification (primary/secondary/tertiary), named vs anonymous, expert credentials, variety
Summary
Limited named sources, heavy reliance on author's personal views and references to a few secondary sources.
Specific Findings from the Article (3)
"O cientista político americano, John Mearsheimer, em coautoria com Stephen Walt, escreveu um importante livro, publicado em 2007"
References a secondary academic source but doesn't quote directly or provide primary evidence.
Secondary source"como denunciou Joseph Kent ao renunciar ao cargo de diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo"
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Named source"Hannah Arendt em seu célebre livro Eichmann in Jerusalem"
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Specific Findings from the Article (3)
"Não vale a pena, entretanto, gastar pólvora com chimango"
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One sided"Israel desencadeou uma guerra regional, com consequências econômicas sociais e políticas para o mundo inteiro"
Presents singular narrative without acknowledging other perspectives on conflict origins.
One sided"Esse país criminoso precisa ser parado"
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One sidedContextual Depth
Background information, statistics, comprehensiveness of coverage
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"Cerca de ¾ dos judeus que viviam na Holanda foram assassinados!"
Provides historical context about WWII.
Background"O cientista político americano, John Mearsheimer, em coautoria com Stephen Walt, escreveu um importante livro, publicado em 2007"
References academic work for context.
Background"eu mesmo morei oito longos anos em Washington"
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"Preparem-se para um artigo violento"
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Sensationalist"estado genocida e terrorista de Israel"
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Sensationalist"Vida longa ao Irã e ao grande povo iraniano!"
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SensationalistTransparency
Author attribution, dates, methodology disclosure, quote attribution
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Specific Findings from the Article (2)
"Publicado 20/03/2026 às 18:43 - Atualizado 20/03/2026 às 18:44"
Clear publication and update timestamps.
Date present"como denunciou Joseph Kent"
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Quote attributionLogical Coherence
Internal consistency of claims, absence of contradictions and unsupported causation
Summary
Multiple logical issues including generalizations, contradictions, and unsupported causal claims.
Specific Findings from the Article (5)
"Jeffrey Epstein, não por acaso, era judeu"
Implies causal connection without evidence.
Unsupported cause"não propriamente do povo judeu ou dos judeus em geral"
Contradicted by later generalizations about Jewish people.
Contradiction"A dedicação a assuntos financeiros parece levar inexoravelmente a uma perda continuada de massa cerebral"
Makes unsupported causal claim.
Unsupported cause" Note-se, entretanto, que as políticas do governo de Israel são apoiadas pela maioria dos judeus israelenses, "
Author claims article is not about Jewish people generally, then makes multiple generalizations about Jewish people.
Logic contradiction" A dedicação a assuntos financeiros parece levar inexoravelmente a uma perda continuada de massa cerebral e cr"
Claims financial work causes brain damage without evidence.
Logic unsupported causeLogic Issues Detected
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Contradiction (high)
Author claims article is not about Jewish people generally, then makes multiple generalizations about Jewish people.
""Note-se, entretanto, que as políticas do governo de Israel são apoiadas pela maioria dos judeus israelenses" vs "não propriamente do povo judeu ou dos judeus em geral""
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Unsupported cause (medium)
Claims financial work causes brain damage without evidence.
""A dedicação a assuntos financeiros parece levar inexoravelmente a uma perda continuada de massa cerebral""
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Circular reasoning (medium)
Uses inflammatory labels as evidence of wrongdoing.
"Describes Israel as "criminoso" and "terrorista" then uses those labels to justify condemnation"
Core Claims & Their Sources
-
"Israel is the worst country in the world and a genocidal terrorist state."
Source: Author's personal opinion without cited evidence Unattributed
-
"The Zionist lobby controls US foreign policy against American interests."
Source: References to Mearsheimer & Walt's book and Joseph Kent's resignation Named secondary
-
"Jewish people have disproportionate influence in finance and media."
Source: Author's observations without specific evidence Unattributed
Logic Model Inspector
ConsistentExtracted Propositions (6)
-
P1
"About 75% of Jews living in the Netherlands were murdered during WWII"
Factual -
P2
"John Mearsheimer and Stephen Walt wrote a book about the Israel lobby in 2007"
Factual -
P3
"Joseph Kent resigned as director of the National Counterterrorism Center"
Factual -
P4
"Zionist lobby control causes US serves Israeli interests over American interests"
Causal -
P5
"Jewish presence in finance causes control of US Treasury and international financial institutions"
Causal -
P6
"Israeli aggression causes regional war with global consequences"
Causal
Claim Relationships Graph
View Formal Logic Representation
=== Propositions === P1 [factual]: About 75% of Jews living in the Netherlands were murdered during WWII P2 [factual]: John Mearsheimer and Stephen Walt wrote a book about the Israel lobby in 2007 P3 [factual]: Joseph Kent resigned as director of the National Counterterrorism Center P4 [causal]: Zionist lobby control causes US serves Israeli interests over American interests P5 [causal]: Jewish presence in finance causes control of US Treasury and international financial institutions P6 [causal]: Israeli aggression causes regional war with global consequences === Causal Graph === zionist lobby control -> us serves israeli interests over american interests jewish presence in finance -> control of us treasury and international financial institutions israeli aggression -> regional war with global consequences
All claims are logically consistent. No contradictions, temporal issues, or circular reasoning detected.