Preço petróleo: confira a cotação do barril de petróleo
Preço do Petróleo Brent hoje
Qual o preço do petróleo hoje
Segunda, 23 de março: Petróleo cai 10% após anúncio de Trump –
Os preços do petróleo caíram mais de 10% nesta segunda-feira, depois que Donald Trump anunciou o adiamento dos ataques contra as centrais de energia elétrica do Irã.
Às 11h30 GMT (8h30 de Brasília), tanto o barril de Brent do Mar do Norte como o de West Texas Intermediate perdiam mais de 14%, negociados a 96 dólares e 84,37 dólares, respetivamente.
As principais Bolsas europeias também reagiram com otimismo e, depois de resultados negativos de mais de 2% durante a sessão matinal, operavam de maneira positiva às 11h30 GMT.
Dois navios indianos cruzam Ormuz
A Índia anunciou que dois petroleiros que transportam gás liquefeito de petróleo (GLP) cruzaram o Estreito de Ormuz, bloqueado quase completamente pelo Irã após os ataques israelenses-americanos contra seu território que desencadearam a guerra.
TotalEnergies prevê alta do gás
O grupo francês TotalEnergies prevê preços do gás "muito altos" para os três meses do verão no hemisfério norte e para setembro, caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado.
Sexta, 21 de março: preços do petróleo em alta
Depois de uma breve trégua, os preços do petróleo voltaram a subir, enquanto as Bolsas operam em queda. Às 10h50 GMT (7h50 de Brasília), o Brent do Mar do Norte, referência mundial, avançava 1,52%, a 110,30 dólares. Seu equivalente americano, o WTI, subia 0,43%, a 95,96 dólares.
Quinta, 19 de março: Preço do petróleo Brent sobe 5% devido aos temores de escalada no Oriente Médio
O preço do petróleo Brent do Mar do Norte subiu mais de 5% nesta quinta-feira (19), após o Irã ameaçar atacar instalações de seus vizinhos no Golfo em retaliação ao bombardeio dos campos de gás.
Terça, 17 de março: Preços do petróleo em alta expressiva
Os preços do petróleo subiram mais de 5%, depois que vários países rejeitaram o apelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz.
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Segunda, 16 de março: Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
As Bolsas mundiais reagiram com cautela, na segunda-feira (16), diante da cotação do petróleo acima dos 100 dólares, com investidores atentos à guerra no Oriente Médio, que começa sua terceira semana sem um fim no horizonte.
Por volta das 8h30 GMT (5h30 de Brasília), o barril de Brent do Mar do Norte, referência do mercado mundial, operava em alta de 3,06%, a 106,30 dólares, enquanto o West Texas Intermediate, referência do mercado americano, subia 2,15%, a 100,83 dólares.
Cotação do dólar hoje
Confira a cotação do dólar
"A semana começou seguindo um padrão que já se tornou habitual", disse Ipek Ozkardeskaya, analista da Swissquote. "Os preços do petróleo subiram no início da sessão, antes de perder parte de seus lucros, enquanto os investidores assimilavam as últimas noticias do Oriente Médio" no décimo sétimo dia da guerra.
Quanto às bolsas, a de Tóquio fechou praticamente inalterada (-0,12%), Taipé perdeu 0,17% e Sydney, 0,39%.
Seul, ao contrário, fechou em alta de 1,14%, e Hong Kong subiu 1,45%.
A Europa se manteve mais titubeante. Após abrirem com um repique tímido, os principais índices europeus operavam no vermelho, com recuo na bolsa de Paris de 0,33%, Frankfurt com baixa também de 0,33% e Milão, em queda de 0,96%. Apenas Londres operava em alta de 0,08% por volta das 10h30 GMT (07h30 de Brasília).
O petróleo disparou depois que o presidente americano, Donald Trump, advertiu que os ataques contra o Irã poderão se estender para sua infraestrutura energética se a República Islâmica mantiver o bloqueio ao trânsito pelo Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto da produção mundial de petróleo.
A via se mantém fechada na prática por ataques iranianos desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, com os bombardeios dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
Quem esperava um fim próximo da guerra se decepcionou depois que o conselheiro econômico de Trump, Kevin Hassett, disse que o conflito poderia se estender por mais seis semanas, segundo o Pentágono.
Para FUP, quadro reforça a necessidade de fortalecer a Petrobrás
Confira a nota da Federação Única dos Petroleiros (FUP) sobre o aumento anunciado pela Petrobrás:
O reajuste anunciado pela Petrobrás de R$ 0,38 por litro de diesel ocorre em um cenário internacional de forte pressão sobre os preços do petróleo, impulsionada pela escalada da guerra no Oriente Médio e pela consequente alta das cotações internacionais.
Considerando o aumento, o preço do diesel da estatal passa de R$ 3,30 para R$ 3,68 por litro – ainda cerca de 20,86% abaixo da referência do PPI (paridade de preço de importação), 12,59% inferior ao praticado pela Acelen, na Bahia, e 27,84% menor que o preço do grupo Ream, no Amazonas – ambas refinarias privatizadas, que buscam maiores ganhos e margens de lucro.
Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), esse quadro evidencia graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento no Brasil, particularmente após a venda de refinarias e a redução da presença da Petrobrás em segmentos estratégicos da cadeia de combustíveis – como a privatização da BR Distribuidora, em 2019.
Tal cenário reforça a necessidade de ampliar o parque nacional de refino e fortalecer o papel da Petrobrás ao longo de toda a cadeia do setor, incluindo distribuição e comercialização. Uma Petrobrás integrada amplia a segurança do abastecimento, reduz a vulnerabilidade do país às oscilações externas e contribui para maior estabilidade na formação dos preços dos combustíveis no mercado doméstico.
O reajuste anunciado pela Petrobrás de R$ 0,38 por litro de diesel ocorre em um cenário internacional de forte pressão sobre os preços do petróleo, impulsionada pela escalada da guerra no Oriente Médio e pela consequente alta das cotações internacionais.
Considerando o aumento, o preço do diesel da estatal passa de R$ 3,30 para R$ 3,68 por litro – ainda cerca de 20,86% abaixo da referência do PPI (paridade de preço de importação), 12,59% inferior ao praticado pela Acelen, na Bahia, e 27,84% menor que o preço do grupo Ream, no Amazonas – ambas refinarias privatizadas, que buscam maiores ganhos e margens de lucro.
Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), esse quadro evidencia graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento no Brasil, particularmente após a venda de refinarias e a redução da presença da Petrobrás em segmentos estratégicos da cadeia de combustíveis – como a privatização da BR Distribuidora, em 2019.
Tal cenário reforça a necessidade de ampliar o parque nacional de refino e fortalecer o papel da Petrobrás ao longo de toda a cadeia do setor, incluindo distribuição e comercialização. Uma Petrobrás integrada amplia a segurança do abastecimento, reduz a vulnerabilidade do país às oscilações externas e contribui para maior estabilidade na formação dos preços dos combustíveis no mercado doméstico.
Diesel comercializado pela Petrobras seguirá abaixo dos preços das refinarias privatizadas, analisa Ineep
De acordo com o Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), mesmo com o aumento anunciado, os preços do diesel continuarão mais baixos.
"Mesmo com esse reajuste, o diesel comercializado pela Petrobras seguirá abaixo da referência do PPI e dos preços praticados pelas refinarias privatizadas da Bahia (Refinaria Mataripe, do grupo Acelen) e de Manaus (Refinaria da Amazônia do grupo Atem)", afirma a not do Ineep.
Segundo os últimos dados divulgados da ANP, referentes a semana de 02 de março o preço de referência do PPI para o diesel estava em R$4,65/L, enquanto os preços da Acelen e da Ream eram de, respectivamente, R$4,21 e R$5,10/L. Considerando ainda os dados dessa semana e incorporando o reajuste anunciado pela Petrobras, o preço do diesel em suas refinarias passaria de R$3,30/L para R$3,68/L. Assim, mesmo com o aumento, o preço da estatal permaneceria cerca de 20,86% inferior à referência do PPI, 12,59% menor que o praticado pelo grupo Acelen (BA) e 27,84% inferior ao praticado pelo grupo Ream (AM).
Dessa forma, mesmo com a elevação do preço do diesel pela estatal em resposta aos impactos do conflito no Irã, seus preços seguem inferiores aos praticados por importadores e do parque de refino privatizado.Ineep
Dessa forma, mesmo com a elevação do preço do diesel pela estatal em resposta aos impactos do conflito no Irã, seus preços seguem inferiores aos praticados por importadores e do parque de refino privatizado.Ineep
Para o Ineep, "o contexto de escalada dos conflitos no Oriente Médio e explosão das cotações internacionais do petróleo, quando somada a pressão exercida por agentes privados, especialmente distribuidores e refinarias privadas, pela elevação dos preços dos combustíveis, em particular do diesel comercializado pela Petrobras, "evidencia limitações no atual arranjo do mercado de abastecimento no Brasil.
"Essa situação realça a necessidade de ampliação do parque nacional de refino e volta da Petrobras aos segmentos de distribuição e comercialização, instrumentos estratégicos para o bem-estar social e carestia. Fortalecer um projeto de Petrobras integrada é elevar a segurança do abastecimento interno e ampliar a capacidade de coordenação pública sobre a dinâmica de formação de preços dos combustíveis no mercado doméstico", afirma, em nota, o Ineep.
© Agence France-Presse
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Source Quality
Source classification (primary/secondary/tertiary), named vs anonymous, expert credentials, variety
Summary
Relies on a mix of named secondary sources (analyst, union, institute) and tertiary attribution (AFP), with no primary sources directly quoted.
Specific Findings from the Article (4)
"Ipek Ozkardeskaya, analista da Swissquote"
Named expert analyst provides market commentary.
Named source"Federação Única dos Petroleiros (FUP)"
Named organization provides a statement and analysis.
Named source"Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep)"
Named research institute provides data and analysis.
Named source"© Agence France-Presse"
Article credits AFP, indicating reliance on wire service reporting.
Tertiary sourcePerspective Balance
Acknowledgment of multiple viewpoints, counterarguments, and balanced presentation
Summary
Primarily presents a single perspective on the Brazilian fuel market, focusing on union and institute critiques of privatization.
Specific Findings from the Article (2)
"Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), esse quadro evidencia graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento no Brasil"
Presents union's critical perspective without counterpoint from government or private sector.
One sided"do.Ineep Para o Ineep, "o contexto de escalada dos conflitos no Oriente Médio e explosão das cotações internacionai"
Presents institute's critical analysis without alternative viewpoints.
One sidedContextual Depth
Background information, statistics, comprehensiveness of coverage
Summary
Provides substantial context including price data, historical timeline, market reactions, and detailed analysis of the Brazilian fuel sector.
Specific Findings from the Article (3)
"o barril de Brent do Mar do Norte como o de West Texas Intermediate perdiam mais de 14%, negociados a 96 dólares e 84,37 dólares, respetivamente. As principais Bolsas europeias também reagiram com..."
Provides specific price data and percentage change.
Statistic"por onde passa um quinto da produção mundial de petróleo."
Provides important geographical and economic context about the Strait of Hormuz.
Background"particularmente após a venda de refinarias e a redução da presença da Petrobrás em segmentos estratégicos da cadeia de combustíveis – como a privatização da BR Distribuidora, em 2019."
Provides historical background on Brazil's fuel market restructuring.
Context indicatorLanguage Neutrality
Absence of loaded, sensationalist, or politically biased language
Summary
Mostly neutral reporting language with one minor instance of potentially loaded terminology.
Specific Findings from the Article (3)
"Os preços do petróleo caíram mais de 10% nesta segunda-feira"
Factual, neutral reporting of price movement.
Neutral language"Às 11h30 GMT (8h30 de Brasília), tanto o barril de Brent do Mar do Norte como o de West Texas Intermediate perdiam mais de 14%"
Neutral presentation of specific data.
Neutral language"que buscam maiores ganhos e margens de lucro."
Minor loaded language implying criticism of privatized refineries' motives.
Left loadedTransparency
Author attribution, dates, methodology disclosure, quote attribution
Summary
Good transparency with clear author, date, and quote attribution, though methodology is not explicitly disclosed.
Specific Findings from the Article (1)
""A semana começou seguindo um padrão que já se tornou habitual", disse Ipek Ozkardeskaya, analista da Swissquote."
Quote is clearly attributed to a named source.
Quote attributionLogical Coherence
Internal consistency of claims, absence of contradictions and unsupported causation
Summary
No logical inconsistencies detected; article presents a coherent timeline and causal relationships.
Core Claims & Their Sources
-
"International oil prices are fluctuating significantly due to the Middle East war and related geopolitical events."
Source: Market data and analyst commentary from Ipek Ozkardeskaya of Swissquote. Named secondary
-
"The Brazilian fuel market faces structural limitations due to privatization, and strengthening Petrobras is necessary for supply security."
Source: Analysis from the Federação Única dos Petroleiros (FUP) and the Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo (Ineep). Named secondary
Logic Model Inspector
ConsistentExtracted Propositions (7)
-
P1
"Oil prices fell over 10% on Monday, March 23 after Trump delayed attacks on Iran."
Factual -
P2
"The Strait of Hormuz carries one-fifth of global oil production."
Factual -
P3
"Petrobras increased diesel price by R$0.38 per liter to R$3.68."
Factual -
P4
"Even after the increase, Petrobras diesel remains 20.86% below the PPI reference price."
Factual -
P5
"Middle East war escalation causes high international oil prices"
Causal -
P6
"High oil prices causes pressure on Petrobras to increase diesel prices"
Causal -
P7
"Privatization of refineries causes limitations in Brazil's fuel supply market structure"
Causal
Claim Relationships Graph
View Formal Logic Representation
=== Propositions === P1 [factual]: Oil prices fell over 10% on Monday, March 23 after Trump delayed attacks on Iran. P2 [factual]: The Strait of Hormuz carries one-fifth of global oil production. P3 [factual]: Petrobras increased diesel price by R$0.38 per liter to R$3.68. P4 [factual]: Even after the increase, Petrobras diesel remains 20.86% below the PPI reference price. P5 [causal]: Middle East war escalation causes high international oil prices P6 [causal]: High oil prices causes pressure on Petrobras to increase diesel prices P7 [causal]: Privatization of refineries causes limitations in Brazil's fuel supply market structure === Causal Graph === middle east war escalation -> high international oil prices high oil prices -> pressure on petrobras to increase diesel prices privatization of refineries -> limitations in brazils fuel supply market structure
All claims are logically consistent. No contradictions, temporal issues, or circular reasoning detected.