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Notícias da guerra no Oriente Médio em 23 de março

tvtnews.com.br By Alexandre Barbosa 2026-03-23 1788 words
Acompanhe as últimas notícias da guerra no Oriente Médio, com atualizações da TVT News e da AFP.

Últimas notícias da guerra no Oriente Médio

Trump adia ataques contra centrais de energia do Irã

Mídia iraniana nega que haja negociações com os EUA, como anunciado por Trump

Preço do petróleo cai e bolsas sobem após anúncio de Trump sobre o Irã

A mídia estatal iraniana publicou listas de possíveis alvos de infraestruturas energéticas no Oriente Médio

Preço do Petróleo Brent hoje

Qual o preço do petróleo hoje

Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

Confira os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio.

– Petróleo cai 10% após anúncio de Trump –

Os preços do petróleo caíram mais de 10% nesta segunda-feira, depois que Donald Trump anunciou o adiamento dos ataques contra as centrais de energia elétrica do Irã.

Às 11h30 GMT (8h30 de Brasília), tanto o barril de Brent do Mar do Norte como o de West Texas Intermediate perdiam mais de 14%, negociados a 96 dólares e 84,37 dólares, respetivamente.

As principais Bolsas europeias também reagiram com otimismo e, depois de resultados negativos de mais de 2% durante a sessão matinal, operavam de maneira positiva às 11h30 GMT.

Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

Paris, França

23 de março de 2026 – 16:18 (UTC – 3)

Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:

– Reino Unido convoca embaixador do Irã –

O Reino Unido convocou o embaixador do Irã após a recente acusação de dois cidadãos iranianos por espionarem locais da comunidade judaica em Londres, anunciou nesta segunda-feira (23) o Ministério das Relações Exteriores britânico, que fala em "ações desestabilizadoras".

– Dois navios indianos cruzam Ormuz –

A Índia anunciou que dois petroleiros que transportam gás liquefeito de petróleo (GLP) cruzaram o Estreito de Ormuz, bloqueado quase completamente pelo Irã após os ataques israelenses-americanos contra seu território que desencadearam a guerra.

– TotalEnergies prevê alta do gás –

O grupo francês TotalEnergies prevê preços do gás "muito altos" para os três meses do verão no hemisfério norte e para setembro, caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado.

– Chancelaria e Parlamento do Irã desmentem negociações –

O Ministério das Relações Exteriores do Irã e o Parlamento negaram que o país esteja mantendo "negociações" com os Estados Unidos, como afirmou o presidente Donald Trump.

"Não foram realizadas negociações com os Estados Unidos e notícias falsas estão sendo usadas para manipular os mercados financeiros e de petróleo", declarou no X o presidente do Parlamento, Mohammad-Bagher Ghalibaf.

O porta-voz da Chancelaria, Esmail Baghaei, negou que "tenham ocorrido negociações ou conversas com os Estados Unidos durante os últimos 24 dias".

– Trump diz que há uma "mudança de regime" no Irã –

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que há uma "mudança de regime" em curso no Irã porque muitos líderes morreram em bombardeios durante a guerra.

O presidente republicano alega estar conduzindo negociações com "o homem" que ele considera "o mais respeitado e o líder" do país. Ele não se refere ao novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, que, segundo ele, está "indisponível".

Se o diálogo fracassar, "simplesmente continuaremos bombardeando alegremente", ameaçou.

– Trump anuncia "pontos de acordo importantes" com Irã –

Donald Trump afirmou que existem "pontos de acordo importantes" nas negociações entre os Estados Unidos e o Irã.

"Não queremos que o Irã enriqueça seu urânio", esclareceu, "mas também queremos o urânio enriquecido" que o Irã possui.

Em declarações à AFP, afirmou que "tudo está indo muito bem" em relação ao Irã, pouco depois de anunciar negociações com Teerã e uma pausa de "cinco dias" nos ataques que havia anunciado contra as usinas nucleares da república islâmica.

– EUA considera oscilações no mercado de petróleo como 'temporárias' –

O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou que as perturbações no mercado de petróleo causadas pela guerra no Oriente Médio são "temporárias".

"Os preços ainda não atingiram um nível suficientemente alto para causar uma queda significativa na demanda", acrescentou.

– Petroleira emiradense denuncia "terrorismo econômico" –

O diretor da Adnoc, a petroleira nacional dos Emirados Árabes Unidos, denunciou os ataques iranianos no Golfo.

"A militarização do Estreito de Ormuz não é um ato de agressão contra nenhum país em particular. É terrorismo econômico contra todos os países. E não podemos permitir que nenhum país mantenha Ormuz como refém, nem agora, nem no futuro", declarou Sultan Al Jaber.

– Israel ataca uma ponte –

O exército israelense atacou a ponte Dallafa, que liga o sul do Líbano ao Vale do Bekaa, no oeste do país, como parte de sua ofensiva contra a infraestrutura usada pelo movimento libanês pró-Irã Hezbollah, informou a agência de notícias NNA.

– Irã ameaça instalar "minas navais" no Golfo –

O Irã advertiu que qualquer tentativa de atacar as costas ou ilhas do país provocará "que em todas as rotas de acesso e nas linhas de comunicação no Golfo Pérsico e nas zonas costeiras sejam instalados diversos tipos de minas navais", afirmou o Conselho de Defesa.

– Explosões no Bahrein –

Fortes explosões ecoaram no Bahrein. O Ministério do Interior recomendou aos habitantes "manter a calma e dirigir-se ao local seguro mais próximo".

– ONU alerta para "ponto de não retorno" –

A presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha alertou que a guerra no Oriente Médio, em particular os ataques a instalações nucleares, pode levar a um "ponto de não retorno".

Para Mirjana Spoljaric, "o mais alarmante é o risco de danos às instalações nucleares".

– Listas de alvos no Oriente Médio –

A mídia estatal iraniana publicou listas de possíveis alvos de infraestruturas energéticas no Oriente Médio, caso os Estados Unidos cumpram sua ameaça de atacar usinas elétricas iranianas.

Foram divulgados infográficos com, por exemplo, as duas principais centrais elétricas de Israel: Orot Rabin e Rutenberg.

Outro infográfico, intitulado "Digam adeus à eletricidade!", apresenta potenciais alvos na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar e Kuwait.

– Trump adia ataques contra centrais de energia do Irã –

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira que ordenou o adiamento dos ataques contra as centrais de energia elétrica do Irã que havia ameaçado no sábado.

"Com base no teor e no tom" das conversas, "que continuarão ao longo da semana, instruí o Departamento de Guerra a adiar todo e qualquer ataque militar contra usinas de energia e infraestrutura energética iranianas por um período de cinco dias", afirmou na rede Truth Social.

A mídia iraniana nega que haja negociações com os EUA, como anunciado por Trump

– Irã ameaça instalar "minas navais" no Golfo –

O Irã advertiu que qualquer tentativa de atacar as costas ou ilhas do país provocará, "naturalmente e de acordo com a prática militar estabelecida, que em todas as rotas de acesso e nas linhas de comunicação no Golfo Pérsico e nas zonas costeiras sejam instalados diversos tipos de minas navais", afirmou o Conselho de Defesa em um comunicado divulgado pela imprensa estatal.

– Rússia pede solução "política e diplomática" –

A Rússia pediu uma solução "política e diplomática" para a guerra no Oriente Médio, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou no sábado destruir as centrais elétricas iranianas se Teerã não reabrir o Estreito de Ormuz em 48 horas.

"Acreditamos que a situação deveria ter evoluído para uma solução política e diplomática", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. "Esta é a única maneira eficaz de contribuir para apaziguar a situação catastrófica e tensa que se desenvolveu na região", acrescentou.

– China alerta contra risco de situação "incontrolável" –

A China advertiu para o risco de uma situação "incontrolável" no Oriente Médio se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cumprir a ameaça de destruir as centrais elétricas do Irã.

"Se a guerra se prolongar e a situação se deteriorar ainda mais, toda a região poderá ser levada a uma situação incontrolável", disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês.

– Irã lança mísseis contra Israel –

O Exército israelense anunciou que detectou "mísseis disparados do Irã" em direção ao seu território e afirmou que seu sistema de defesa aérea está pronto "para interceptar a ameaça". Mais tarde, anunciou que os cidadãos poderiam abandonar os abrigos "em todas as regiões do país".

– Um morto em ataque no Irã contra centro de transmissão de rádio –

Uma pessoa morreu e outra ficou ferida no ataque a um centro de transmissão de rádio na cidade portuária de Bandar Abbas, perto do Estreito de Ormuz, anunciou a emissora pública iraniana Irib.

"O transmissor AM de 100 quilowatts do Centro de Rádio e Televisão do Golfo Pérsico foi alvo do exército terrorista americano-sionista", informou a Irib no Telegram. Mais tarde, a programação de rádio e televisão foi retomada normalmente.

– Drones e mísseis contra países do Golfo –

A região de Riade, na Arábia Saudita, foi alvo de dois mísseis balísticos. Um foi interceptado e o outro caiu em uma área desabitada, segundo o Ministério da Defesa.

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram que responderam a "ameaças de mísseis e drones" procedentes do Irã, segundo as autoridades. O Bahrein também acionou o sistema de alerta, segundo o Ministério do Interior.

– Explosões em Teerã –

Várias explosões foram ouvidas em Teerã, informaram as agências Fars e Mehr, depois que o Exército israelense anunciou uma "onda de ataques" contra a capital do Irã. Segundo a Fars, os ataques atingiram o norte, o centro, o leste e o oeste da capital.

– A crise de energia é uma ameaça "muito grave", afirma AIE –

"Nenhum país ficará imune aos efeitos da crise se continuar avançando nessa direção", advertiu o diretor da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol.

Ele também afirmou que a crise energética causada pela guerra no Oriente Médio é mais grave do que os dois grandes choques do petróleo dos anos 1970, razão pela qual "a economia mundial enfrenta hoje uma ameaça muito, muito grave".

Macron pede suspensão dos ataques contra instalações energéticas

"Diante do risco de uma escalada incontrolável", o presidente francês Emmanuel Macron disse que é "essencial" uma moratória sobre os ataques "contra as infraestruturas energéticas e civis".

Durante uma conversa telefônica com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, ele também pediu que "o Irã restabeleça a liberdade de circulação no Estreito de Ormuz".

– Grupo pró-Irã suspende ataques contra embaixada dos EUA no Iraque –

As Brigadas do Hezbollah, um dos grupos armados pró-Irã que atuam no Iraque, anunciaram a suspensão por mais cinco dias dos ataques contra a embaixada americana em Bagdá, após um anúncio semelhante na semana passada.

"O prazo concedido à embaixada do mal americano será prorrogado por cinco dias", afirma um comunicado do grupo, chamado Kataeb Hezbollah em árabe.

burx-pt/pc/jvb/fp/aa

© Agence France-Presse

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