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'Me fez delirar': ela teve três dias de prazer com dançarino de pagode

uol.com.br By Depoimento de Carol para Juliana Vaz Colaboração para o UOL; Em São Paulo 2026-04-03 897 words
'Me fez delirar': ela teve três dias de prazer com dançarino de pagode

A viagem de férias da galera estava programada havia meses: iríamos para o Nordeste curtir muito as férias de verão, e o destino era a Bahia. Eu e três amigas reservamos um apartamento bem perto da orla e do agito da cidade. Nós estávamos solteiras, e sonhando com a pegação.

Um dia depois que chegamos a essa ilha próxima da capital, fomos a uma festa à noite que iria tocar o famoso pagodão baiano. O lugar estava fervendo, cheio de gente linda. Pegamos nosso drink, já fizemos aquele raio-x do lugar e comentamos quem achávamos interessante dali. Algum tempo depois, quando o grupo começou a apresentação, não consegui tirar os olhos do dançarino.

Ele era perfeito: devia ter 1,90 m de altura, tinha o corpo todo definido e dançava de um jeito deliciosamente safado. Fui me aproximando do palco, porque queria ser notada de alguma forma. Saquei o celular, fiz vídeos dele e vibrei quando ele fez a "batedeira".

Já ali, comecei a pesquisar o perfil do grupo no Instagram e cheguei ao dele. Postei o vídeo e marquei o "@" do Ricardo*. O show acabou e um DJ começou a tocar. Fomos até o bar pegar uma água e olhei o celular: o Ricardo tinha me seguido e mandado uma mensagem.

Vibrei com as garotas e puxei mais papo, mas logo fui direta, perguntando se ele ainda estava por ali e se topava tomar um drink comigo. Ele respondeu na hora que sim e que me encontraria no bar. Foram poucos minutos até aquele 'Deus da dança' aparecer na minha frente. Conversamos um pouco em rodinha, mas logo minhas amigas entenderam o cenário e se afastaram. Pegamos um drink e nos afastamos um pouco das luzes e do barulho.

O papo fluiu, mas eu queria mesmo era beijar aquele cara lindo. Ele entendeu meus sinais e me deu um beijão. Foi uma química instantânea! A pegação ficou mais forte e já senti minha calcinha ficar molhada.

Tomei a iniciativa novamente e perguntei se a gente poderia ir para um lugar mais reservado, já que o apê em que eu estava hospedada com as meninas não teria privacidade. Ele sugeriu a própria casa. Fiquei meio apreensiva, mas pedi o endereço e mandei no grupo das minhas amigas, dizendo que ia para lá com o gostoso do dançarino.

Me joguei nessa loucurinha e fui. Não era longe dali, mas o tesão era tanto que pareceu demorar dias até chegarmos. Era um prédio pequeno; subimos as escadas já nos atracando. Ele mal fechou a porta atrás de nós e me agarrou, me levantou segurando minha bunda e me beijando, e me deitou na cama. Eu agarrava aqueles braços definidos e arranhava as costas dele, gemendo.

Ele tirou minha saia rápido, me virou de quatro e começou a me chupar deliciosamente nessa posição. Eu agarrava os lençóis e abafava os gemidos a cada vez que ele sugava minha boceta e deslizava a língua pelo meu cuzinho.

Antes que eu gozasse assim, ele se levantou, me puxou e me colocou de frente para a parede do corredor. Sacou a camisinha e enfiou o pau de uma vez, sem dó. Eu já estava escorrendo de tesão e, conforme sentia as bolas dele batendo na minha bunda, empinava mais, para ele meter mais fundo.

Não demorou quase nada até eu perder o controle e gozar, gemendo alto. Ele, com aquele sotaque delicioso, perguntou se eu queria mais, e eu só balancei a cabeça, dizendo que sim. Por cima de mim, ele voltou a me macetar, até eu dizer que queria ficar por cima. Aí era a minha vez de dar um chá nele. Enquanto ele chupava meu peito, eu rebolava com força. Fiz ele gozar assim, olhando no meu olho e me pedindo para não parar.

Adormecemos e, quando despertei, avisei minhas amigas que estava bem e que logo mais iria para casa. Mas ele tinha outros planos? Já com o pau duro, mas de chamego comigo, me perguntou baixinho no ouvido se eu curtia anal. Quando eu disse que adorava, ele pegou fogo.

Lambuzou meu cuzinho com a língua e, depois de usar lubrificante, foi aos poucos enfiando o pau que, olha, não era dos menores. Enquanto ia colocando devagar, dedilhava minha boceta também. Logo ele estava com o pau todo no meu cuzinho e rebolava metendo, me fazendo delirar. Gozamos os dois assim e adormecemos de novo.

Ao acordar novamente, nos despedimos, já combinando de nos encontrar à noite. Além de trepar bem, ser lindo e simpático, ele era muito gente boa, e o papo fluiu. Nos vimos nos três dias em que fiquei na cidade, depois das apresentações dele à noite, com trepadas intensas até o amanhecer. Eu até cogitei mudar os planos e ficar mais tempo?

Voltei há algumas semanas e nós ainda nos falamos, mas a putaria agora rola por videochamada, até que a gente consiga se encontrar novamente.

Texto originalmente publicado em 30 de janeiro de 2026*Os nomes foram alterados

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