Preço petróleo: confira a cotação do barril tipo brent em 2 de abril
Preço do Petróleo Brent hoje
Qual o preço do petróleo hoje
Sexta santa, 3 de abril, e o petróleo segue acima dos 100 dólares
40 países pressionam para abertura de Ormuz; China e Rússia são contra força militar para liberar o Estreito de Ormuz
Quinta, 2 de abril: preços do petróleo ultrapassam os US$ 100 após discurso de Trump
Os preços do petróleo aumentaram nesta quinta-feira (2) após o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que não acalmou os temores sobre o fechamento do Estreito de Ormuz.
Reino Unido destaca "necessidade urgente" de reabrir Ormuz
A ministra britânica das Relações Exteriores, Yvette Cooper, destacou nesta quinta-feira (2) a "necessidade urgente" de reabrir o Estreito de Ormuz, em uma reunião virtual com representantes de mais de 40 países
Quarta, 1 de abril: petróleo segue acima dos 100 dólares
Apesar das promessas de Trump de acabar com a guerra em duas ou três semanas, os ataques continuam e o preço do petróleo continua acima dos 100 dólares
Terça, 31 de março: gasolina dispara nos EUA
Galão de gasolina supera 4 dólares nos EUA, maior preço desde 2022
O preço médio da gasolina nos Estados Unidos disparou e superou 4 dólares (21 reais) por galão nesta terça-feira (31), o maior valor em quase quatro anos devido à guerra com o Irã.
Segunda, 30 de março: petróleo acima dos 100 dólares
As cotações do petróleo abriram em forte alta nesta segunda-feira (30, data local), com o barril de tipo WTI acima dos 100 dólares, enquanto o Brent ultrapassava os 115 dólares diante a ausência de sinais de diminuição dos conflitos no Oriente Médio.
Trump ameaça destruir principal terminal petrolífero do Irã apesar da alta dos preços
O presidente americano Donald Trump ameaçou nesta segunda-feira (30) "destruir completamente" a ilha de Kharg, onde está o principal terminal petrolífero do Irã, caso não se alcance "rapidamente" um acordo para encerrar a guerra.
Sexta, 27 de março: preço do petróleo em alta
Incertezas sobre acordo de paz no Oriente Médio elevam o preço do barril de petróleo, negocido acima dos 100 dólares
Confira a cotação do dólar hoje
Quinta, 26 de março: preço do petróleo volta a passar dos 100 dólares
Com a recusa do Irã sobre os pontos para aceitar o fim da guerra, o preço do barril de Petróleo tipo Brent voltou a passar da casa dos 100 dólares.
Quarta, 25 de março: Reino Unido receberá negociações para tentar reabrir Ormuz
O Reino Unido e a França copresidirão uma reunião esta semana com cerca de 30 países dispostos a participar na segurança do Estreito de Ormuz, que se encontra obstruído durante o atual conflito com o Irã.
Terça, 24 de março: cotação do petróleo supera 100 dólares
O preço do petróleo Brent subiu nesta terça-feira e voltou a superar 100 dólares por barril, um dia após uma queda de mais de 10% provocada pelo anúncio de Trump de negociações com Teerã – a República Islâmica negou conversações.
Nas operações asiáticas, o Brent do Mar do Norte, referência internacional, subia 3,89%, a 103,83 dólares. O West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, disparava 3,89%, a 91,53 dólares.
Ásia recorre ao carvão diante do impacto energético da guerra no Oriente Médio
Vários países asiáticos estão aumentando o uso de carvão poluente diante da escassez de en
Segunda, 23 de março: Petróleo cai 10% após anúncio de Trump –
Os preços do petróleo caíram mais de 10% nesta segunda-feira, depois que Donald Trump anunciou o adiamento dos ataques contra as centrais de energia elétrica do Irã.
Às 11h30 GMT (8h30 de Brasília), tanto o barril de Brent do Mar do Norte como o de West Texas Intermediate perdiam mais de 14%, negociados a 96 dólares e 84,37 dólares, respetivamente.
As principais Bolsas europeias também reagiram com otimismo e, depois de resultados negativos de mais de 2% durante a sessão matinal, operavam de maneira positiva às 11h30 GMT.
Dois navios indianos cruzam Ormuz
A Índia anunciou que dois petroleiros que transportam gás liquefeito de petróleo (GLP) cruzaram o Estreito de Ormuz, bloqueado quase completamente pelo Irã após os ataques israelenses-americanos contra seu território que desencadearam a guerra.
TotalEnergies prevê alta do gás
O grupo francês TotalEnergies prevê preços do gás "muito altos" para os três meses do verão no hemisfério norte e para setembro, caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado.
Sexta, 21 de março: preços do petróleo em alta
Depois de uma breve trégua, os preços do petróleo voltaram a subir, enquanto as Bolsas operam em queda. Às 10h50 GMT (7h50 de Brasília), o Brent do Mar do Norte, referência mundial, avançava 1,52%, a 110,30 dólares. Seu equivalente americano, o WTI, subia 0,43%, a 95,96 dólares.
Quinta, 19 de março: Preço do petróleo Brent sobe 5% devido aos temores de escalada no Oriente Médio
O preço do petróleo Brent do Mar do Norte subiu mais de 5% nesta quinta-feira (19), após o Irã ameaçar atacar instalações de seus vizinhos no Golfo em retaliação ao bombardeio dos campos de gás.
Terça, 17 de março: Preços do petróleo em alta expressiva
Os preços do petróleo subiram mais de 5%, depois que vários países rejeitaram o apelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz.
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Segunda, 16 de março: Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
As Bolsas mundiais reagiram com cautela, na segunda-feira (16), diante da cotação do petróleo acima dos 100 dólares, com investidores atentos à guerra no Oriente Médio, que começa sua terceira semana sem um fim no horizonte.
Por volta das 8h30 GMT (5h30 de Brasília), o barril de Brent do Mar do Norte, referência do mercado mundial, operava em alta de 3,06%, a 106,30 dólares, enquanto o West Texas Intermediate, referência do mercado americano, subia 2,15%, a 100,83 dólares.
Cotação do dólar hoje
Confira a cotação do dólar
"A semana começou seguindo um padrão que já se tornou habitual", disse Ipek Ozkardeskaya, analista da Swissquote. "Os preços do petróleo subiram no início da sessão, antes de perder parte de seus lucros, enquanto os investidores assimilavam as últimas noticias do Oriente Médio" no décimo sétimo dia da guerra.
Quanto às bolsas, a de Tóquio fechou praticamente inalterada (-0,12%), Taipé perdeu 0,17% e Sydney, 0,39%.
Seul, ao contrário, fechou em alta de 1,14%, e Hong Kong subiu 1,45%.
A Europa se manteve mais titubeante. Após abrirem com um repique tímido, os principais índices europeus operavam no vermelho, com recuo na bolsa de Paris de 0,33%, Frankfurt com baixa também de 0,33% e Milão, em queda de 0,96%. Apenas Londres operava em alta de 0,08% por volta das 10h30 GMT (07h30 de Brasília).
O petróleo disparou depois que o presidente americano, Donald Trump, advertiu que os ataques contra o Irã poderão se estender para sua infraestrutura energética se a República Islâmica mantiver o bloqueio ao trânsito pelo Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto da produção mundial de petróleo.
A via se mantém fechada na prática por ataques iranianos desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, com os bombardeios dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
Quem esperava um fim próximo da guerra se decepcionou depois que o conselheiro econômico de Trump, Kevin Hassett, disse que o conflito poderia se estender por mais seis semanas, segundo o Pentágono.
Para FUP, quadro reforça a necessidade de fortalecer a Petrobrás
Confira a nota da Federação Única dos Petroleiros (FUP) sobre o aumento anunciado pela Petrobrás:
O reajuste anunciado pela Petrobrás de R$ 0,38 por litro de diesel ocorre em um cenário internacional de forte pressão sobre os preços do petróleo, impulsionada pela escalada da guerra no Oriente Médio e pela consequente alta das cotações internacionais.
Considerando o aumento, o preço do diesel da estatal passa de R$ 3,30 para R$ 3,68 por litro – ainda cerca de 20,86% abaixo da referência do PPI (paridade de preço de importação), 12,59% inferior ao praticado pela Acelen, na Bahia, e 27,84% menor que o preço do grupo Ream, no Amazonas – ambas refinarias privatizadas, que buscam maiores ganhos e margens de lucro.
Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), esse quadro evidencia graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento no Brasil, particularmente após a venda de refinarias e a redução da presença da Petrobrás em segmentos estratégicos da cadeia de combustíveis – como a privatização da BR Distribuidora, em 2019.
Tal cenário reforça a necessidade de ampliar o parque nacional de refino e fortalecer o papel da Petrobrás ao longo de toda a cadeia do setor, incluindo distribuição e comercialização. Uma Petrobrás integrada amplia a segurança do abastecimento, reduz a vulnerabilidade do país às oscilações externas e contribui para maior estabilidade na formação dos preços dos combustíveis no mercado doméstico.
O reajuste anunciado pela Petrobrás de R$ 0,38 por litro de diesel ocorre em um cenário internacional de forte pressão sobre os preços do petróleo, impulsionada pela escalada da guerra no Oriente Médio e pela consequente alta das cotações internacionais.
Considerando o aumento, o preço do diesel da estatal passa de R$ 3,30 para R$ 3,68 por litro – ainda cerca de 20,86% abaixo da referência do PPI (paridade de preço de importação), 12,59% inferior ao praticado pela Acelen, na Bahia, e 27,84% menor que o preço do grupo Ream, no Amazonas – ambas refinarias privatizadas, que buscam maiores ganhos e margens de lucro.
Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), esse quadro evidencia graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento no Brasil, particularmente após a venda de refinarias e a redução da presença da Petrobrás em segmentos estratégicos da cadeia de combustíveis – como a privatização da BR Distribuidora, em 2019.
Tal cenário reforça a necessidade de ampliar o parque nacional de refino e fortalecer o papel da Petrobrás ao longo de toda a cadeia do setor, incluindo distribuição e comercialização. Uma Petrobrás integrada amplia a segurança do abastecimento, reduz a vulnerabilidade do país às oscilações externas e contribui para maior estabilidade na formação dos preços dos combustíveis no mercado doméstico.
Diesel comercializado pela Petrobras seguirá abaixo dos preços das refinarias privatizadas, analisa Ineep
De acordo com o Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), mesmo com o aumento anunciado, os preços do diesel continuarão mais baixos.
"Mesmo com esse reajuste, o diesel comercializado pela Petrobras seguirá abaixo da referência do PPI e dos preços praticados pelas refinarias privatizadas da Bahia (Refinaria Mataripe, do grupo Acelen) e de Manaus (Refinaria da Amazônia do grupo Atem)", afirma a not do Ineep.
Segundo os últimos dados divulgados da ANP, referentes a semana de 02 de março o preço de referência do PPI para o diesel estava em R$4,65/L, enquanto os preços da Acelen e da Ream eram de, respectivamente, R$4,21 e R$5,10/L. Considerando ainda os dados dessa semana e incorporando o reajuste anunciado pela Petrobras, o preço do diesel em suas refinarias passaria de R$3,30/L para R$3,68/L. Assim, mesmo com o aumento, o preço da estatal permaneceria cerca de 20,86% inferior à referência do PPI, 12,59% menor que o praticado pelo grupo Acelen (BA) e 27,84% inferior ao praticado pelo grupo Ream (AM).
Dessa forma, mesmo com a elevação do preço do diesel pela estatal em resposta aos impactos do conflito no Irã, seus preços seguem inferiores aos praticados por importadores e do parque de refino privatizado.Ineep
Dessa forma, mesmo com a elevação do preço do diesel pela estatal em resposta aos impactos do conflito no Irã, seus preços seguem inferiores aos praticados por importadores e do parque de refino privatizado.Ineep
Para o Ineep, "o contexto de escalada dos conflitos no Oriente Médio e explosão das cotações internacionais do petróleo, quando somada a pressão exercida por agentes privados, especialmente distribuidores e refinarias privadas, pela elevação dos preços dos combustíveis, em particular do diesel comercializado pela Petrobras, "evidencia limitações no atual arranjo do mercado de abastecimento no Brasil.
"Essa situação realça a necessidade de ampliação do parque nacional de refino e volta da Petrobras aos segmentos de distribuição e comercialização, instrumentos estratégicos para o bem-estar social e carestia. Fortalecer um projeto de Petrobras integrada é elevar a segurança do abastecimento interno e ampliar a capacidade de coordenação pública sobre a dinâmica de formação de preços dos combustíveis no mercado doméstico", afirma, em nota, o Ineep.
© Agence France-Presse
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Source Quality
Source classification (primary/secondary/tertiary), named vs anonymous, expert credentials, variety
Summary
Adequate named sources and some primary indicators, but relies heavily on secondary/tertiary reporting of events and statements.
Specific Findings from the Article (4)
"Ipek Ozkardeskaya, analista da Swissquote"
Named expert source with credentials provided.
Named source"Kevin Hassett, disse que o conflito poderia se estender por mais seis semanas, segundo o Pentágono."
Attributed statement from a named official, but sourced through the Pentagon (secondary).
Secondary source"A Índia anunciou que dois petroleiros que transportam gás liquefeito de petróleo (GLP) cruzaram o Estreito de Ormuz"
Reports an announcement from a government without direct sourcing.
Tertiary source"Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), esse quadro evidencia graves limitações"
Named organization source with a clear perspective.
Named sourcePerspective Balance
Acknowledgment of multiple viewpoints, counterarguments, and balanced presentation
Summary
Minimal effort to present other sides; focuses on events and price impacts without exploring counterarguments to the main narrative.
Specific Findings from the Article (2)
"40 países pressionam para abertura de Ormuz; China e Rússia são contra força militar para liberar o Estreito de Ormuz"
Presents a geopolitical stance but does not explore the reasoning of China and Russia in depth.
One sided"Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), esse quadro evidencia graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento no Brasil"
Presents a single perspective (FUP) on Brazil's fuel market without counterpoints from other stakeholders.
One sidedContextual Depth
Background information, statistics, comprehensiveness of coverage
Summary
Good context and supporting data, including historical price tracking, geopolitical background, and statistical comparisons.
Specific Findings from the Article (3)
"por onde passa um quinto da produção mundial de petróleo."
Provides important geographical and economic context for the Strait of Hormuz.
Background"o preço do diesel da estatal passa de R$ 3,30 para R$ 3,68 por litro – ainda cerca de 20,86% abaixo da referência do PPI"
Provides detailed statistical data to support the analysis of fuel prices in Brazil.
Statistic"A via se mantém fechada na prática por ataques iranianos desde o início da guerra, em 28 de fevereiro"
Provides historical timeline context for the conflict's impact.
Context indicatorLanguage Neutrality
Absence of loaded, sensationalist, or politically biased language
Summary
Mostly neutral and factual language with a few minor instances of potentially loaded or sensationalist terms.
Specific Findings from the Article (3)
"Os preços do petróleo aumentaram nesta quinta-feira (2) após o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump"
Factual, neutral reporting of an event.
Neutral language"Trump ameaça destruir principal terminal petrolífero do Irã"
The word 'ameaça destruir' (threatens to destroy) has a slightly sensationalist tone.
Sensationalist"gasolina dispara nos EUA"
'Dispara' (soars) is a slightly dramatic verb choice.
SensationalistTransparency
Author attribution, dates, methodology disclosure, quote attribution
Summary
Author and date present, good quote attribution, but lacks explicit methodology disclosure.
Specific Findings from the Article (1)
""A semana começou seguindo um padrão que já se tornou habitual", disse Ipek Ozkardeskaya, analista da Swissquote."
Quote is clearly attributed to a named source with credentials.
Quote attributionLogical Coherence
Internal consistency of claims, absence of contradictions and unsupported causation
Summary
No logical issues detected; the article maintains a consistent chronological and causal narrative.
Logic Issues Detected
-
Contradiction (high)
Conflicting values for 'the': $4 vs $3.30
"Heuristic: Values conflict between P3 and P4"
Core Claims & Their Sources
-
"Oil prices are volatile and above $100/barrel due to the war in the Middle East and the closure of the Strait of Hormuz."
Source: Supported by attributed market analyst quotes (Ipek Ozkardeskaya) and reported statements from officials (Yvette Cooper, Kevin Hassett). Named secondary
-
"The price increase has led to a diesel price hike in Brazil, but Petrobras prices remain below those of privatized refineries."
Source: Supported by statements from the Federação Única dos Petroleiros (FUP) and data/analysis from the Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo (Ineep). Named secondary
Logic Model Inspector
Inconsistencies FoundExtracted Propositions (7)
-
P1
"On April 2, oil prices surpassed $100 after a speech by US President Donald Trump."
Factual -
P2
"The Strait of Hormuz, through which one-fifth of global oil production passes, remains practically closed."
Factual -
P3
"The average price of gasoline in the US exceeded $4 per gallon on March 31."
Factual In contradiction -
P4
"The price of Petrobras diesel increased from R$3.30 to R$3.68 per liter."
Factual In contradiction -
P5
"Trump's speech causes increased oil prices (April 2)"
Causal -
P6
"War in the Middle East / Strait of Hormuz closure causes high international oil prices -> diesel price increase in Brazil"
Causal -
P7
"Iran's threat to attack Gulf facilities causes Brent oil price rose over 5% (March 19)"
Causal
Claim Relationships Graph
Detected Contradictions (1)
View Formal Logic Representation
=== Propositions === P1 [factual]: On April 2, oil prices surpassed $100 after a speech by US President Donald Trump. P2 [factual]: The Strait of Hormuz, through which one-fifth of global oil production passes, remains practically closed. P3 [factual]: The average price of gasoline in the US exceeded $4 per gallon on March 31. P4 [factual]: The price of Petrobras diesel increased from R$3.30 to R$3.68 per liter. P5 [causal]: Trump's speech causes increased oil prices (April 2) P6 [causal]: War in the Middle East / Strait of Hormuz closure causes high international oil prices -> diesel price increase in Brazil P7 [causal]: Iran's threat to attack Gulf facilities causes Brent oil price rose over 5% (March 19) === Constraints === P3 contradicts P4 Note: Conflicting values for 'the': $4 vs $3.30 === Causal Graph === trumps speech -> increased oil prices april 2 war in the middle east strait of hormuz closure -> high international oil prices diesel price increase in brazil irans threat to attack gulf facilities -> brent oil price rose over 5 march 19 === Detected Contradictions === UNSAT: P3 AND P4 Proof: Heuristic: Values conflict between P3 and P4