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Justiça nega prisão domiciliar e mantém na cadeia médico suspeito de estuprar jovem em BH

otempo.com.br By Vitor Fórneas 2026-02-13 211 words
A juíza Juliana Beretta converteu, nesta sexta-feira (13/2), a prisão em flagrante em preventiva do médico suspeito de estuprar uma jovem de 18 anos durante atendimento em uma clínica no bairro Santa Efigênia, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Na decisão, a magistrada apontou que "não restou demonstrada" a necessidade de o médico cumprir prisão domiciliar para cuidar dos dois filhos menores de idade, visto que "inexistem provas" de que as crianças dependam exclusivamente dos cuidados do suspeito.

"A palavra da vítima apresenta especial relevo como elemento de convicção do magistrado. É imprescindível o decreto da prisão preventiva de forma a resguardar a vítima e a ordem pública", afirmou a juíza em um dos trechos da decisão.

Relembre o caso

O crime ocorreu na tarde de quarta-feira (11/2), em uma clínica no bairro Santa Efigênia. A jovem, que buscava atendimento para dores abdominais, denunciou ter sido estuprada pelo um médico durante a realização de exames de ultrassom.

Segundo o relato da vítima à Polícia Militar, o profissional teria realizado procedimentos não solicitados, praticado atos libidinosos sem consentimento e feito propostas de cunho sexual.

O médico nega as acusações, afirmando que os exames foram autorizados e estritamente profissionais. Ele foi preso em flagrante e o caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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