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Tesão maluco: chupei folião atrás do carro no meio do Carnaval

uol.com.br By Depoimento de Kleber para Lebo Souza Colaboração para o UOL; Em São Paulo 2026-03-10 554 words
Tesão maluco: chupei folião atrás do carro no meio do Carnaval

O Carnaval é uma loucura e o meu não foi diferente. Era 2019, antes da pandemia, e eu não pensava nos riscos. Eu tinha 22 anos, então isso também explica um pouco. Eu estava no centro do Rio de Janeiro, em um dos megablocos da cidade, quando avistei Rodrigo*. Até então, eu não sabia o nome dele. Nos olhamos, fui em sua direção e começamos a nos beijar.

A vantagem de ser gay é que você não precisa conversar muito para conseguir pegar alguém. E eu já tinha beijado muito macho nesse dia.

Nosso beijo empolgou e ficamos ali nos pegando, no meio da multidão. Meu pau ficou duro na bermuda e senti o dele duro na sunga que ele usava. O tesão já tinha tomado conta do meu corpo quando ele sugeriu que saíssemos da multidão.

Se você já foi a um megabloco, você sabe que, se perder os seus amigos ali, dificilmente vai conseguir encontrá-los novamente. Confesso que meu fogo falou mais alto e topei perder meus amigos para sair com o Rodrigo.

Saímos da avenida e fomos para uma rua lateral, que ainda estava lotada. Seguimos nos pegando, mas dessa vez as nossas mãos estavam mais incontroláveis. Rodrigo enfiou a mão direita dentro da minha calça e pegou no meu pau.

Se ele já estava duro antes, agora estava uma rocha. Também peguei no pau dele e ficamos nos punhetando com vontade, ali no meio do povo. O Carnaval dá a sensação de que é tudo liberado.

Não aguentei e queria cair de boca naquele pau. "Vamos ali atrás daquele carro?", sugeri. Ele topou na hora. Eu sabia que ele toparia, pois o pau dele me deu sinais de que ele também queria o que eu queria. Atrás do carro mesmo, abaixei a sunga e caí de boca no pauzão dele. Que delícia!

Ele gemia e olhava para os lados, buscando não ser flagrado para poder gozar em paz. Eu queria, ele também queria. "Tô quase gozando, mais um pouco", disse ele. Esforcei meu maxilar e segui mamando com vontade, brincando com as bolas dele. Tudo isso ali, para quem quisesse ver. Senti-me em um filme pornô em que eu era o protagonista.

Que sensação única. Ele gozou ali, sujando minha boca inteira. Tentei me limpar como deu, mas foi um tesão maluco.

Confesso que também gozei na minha bermuda só de chupar aquele pau em público. Fiquei melado, mas valeu muito. Ficamos mais um pouco de tempo ali, tentando nos recuperar do que tinha acabado de acontecer.

Gozar assim em público é algo meio doido, confesso. "Que loucura", disse ele. Entendi que esse era o jeito dele de agradecer pela mamada. Nos despedimos e não nos vimos mais.

Por um milagre, mandei mensagem para os meus amigos e conseguimos nos encontrar. Fiquei com o cheiro da porra dele na minha barba, mas beijei mais uns quatro caras aleatórios. Que tarde maravilhosa!

*Os nomes foram alterados.

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Com episódios semanais exclusivos para assinantes UOL, o podcast Aba Anônima traz histórias inspiradas em experiências reais, publicadas na editoria de mesmo nome. O conteúdo é erótico, para maiores de 18 anos, e está disponível no Spotify. Acesse aqui.

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