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18ª Marcha da Maconha reúne 7,4 mil pessoas em SP, diz monitoramento da USP

2 fontes · 22 Jun 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa

Sete mil e quatrocentas pessoas participaram da 18ª Marcha da Maconha em São Paulo no domingo, 21 de junho de 2026, segundo o Monitor do Debate Político USP/CEBRAP em parceria com a ONG More in Common. O número — com margem de erro de 12%, indicando entre 6,5 mil e 8,3 mil participantes às 16h, horário de pico — foi obtido por meio de fotos aéreas de drone analisadas com software de inteligência artificial que identifica e conta cabeças.

Citações da imprensa (2)
Carta Capital

"A edição de 2026 da Marcha da Maconha, realizada neste domingo 21 em São Paulo, reuniu cerca de 7,4 mil pessoas, segundo o Monitor do Debate Político USP/CEBRAP em parceria com a ONG More in Common. O monitoramento tem margem de erro de 12%, o que indica que havia entre 6,5 mil e 8,3 mil participantes às 16h, horário de pico da mobilização."

Carta Capital

"A contagem se baseia em fotos aéreas analisadas com um software de inteligência artificial."

A contagem contrasta com a reportagem do Correio do Povo publicada no mesmo dia, que abriu com a afirmação de que "dezenas de milhares de pessoas" compareceram, sem citar fonte, metodologia ou atribuição para o número. O jornal gaúcho não indicou se a estimativa veio dos organizadores, da polícia ou de observação própria.

Citações da imprensa (1)
Correio do Povo

"Dezenas de milhares de pessoas se reuniram, na tarde deste domingo, em um protesto pela legalização da maconha no país."

A Marcha começou em frente ao Masp, na Avenida Paulista. Participantes pediam a legalização da cannabis e criticavam os efeitos da criminalização da planta. Segundo o Correio do Povo, o perfil dos manifestantes era diverso, incluindo idosos, famílias com crianças e jovens adultos. A professora Stephanie Oliveira, de educação infantil, disse ao jornal que sua mãe de 47 anos usa cannabis medicinal para regular o sono e aliviar dores nas costas.

Citações da imprensa (2)
Correio do Povo

"Em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), os manifestantes criticaram os efeitos da criminalização da planta."

Correio do Povo

"O perfil dos participantes da marcha era diverso, contando com idosos, pais e mães com seus filhos e jovens adultos. A professora de educação infantil Stephanie Oliveira participou da mobilização pela primeira vez, acompanhada do namorado. Ela contou que sua mãe, de 47 anos, usa cannabis medicinal para regular o sono e aliviar dores nas costas."

De acordo com o anuário da Kaya Mind citado pelo Correio do Povo, 50 mil pessoas no Brasil atualmente declaram se tratar com produtos à base de cannabis sativa. A publicação destaca que a falta de aceitação da planta por grande parcela da sociedade atrapalha a regulamentação, e que apenas pessoas com alto poder aquisitivo conseguem importar produtos canábicos.

Citações da imprensa (2)
Correio do Povo

"De acordo com o anuário da Kaya Mind, principal organização brasileira voltada à sistematização e divulgação de dados nacionais sobre o segmento, atualmente 50 mil pessoas no país declaram se tratar com produtos à base da cannabis sativa."

Correio do Povo

"A publicação, lançada com financiamento da Gravital Clínica Canábica e da Cannect, destaca que a falta de aceitação da planta por grande parcela da sociedade atrapalha a regulamentação. Diante dessa resistência, as discussões não avançam e apenas pessoas com alto poder aquisitivo conseguem importar itens canábicos."

1. O que se sabe (2)

A 18ª Marcha da Maconha ocorreu em São Paulo no domingo, 21 de junho de 2026, com concentração em frente ao Masp, na Avenida Paulista.

2 fontes Carta Capital Correio do Povo

Manifestantes pediam a legalização da cannabis e criticavam os efeitos da criminalização da planta.

2 fontes Carta Capital Correio do Povo
2. Onde a cobertura é mais esparsa (4)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (3)

CartaCapital detalhou a metodologia do Monitor do Debate Político USP/CEBRAP: fotos aéreas em sete horários (14h20, 14h40, 15h, 15h20, 16h, 16h30 e 16h45), seleção de sete imagens às 16h cobrindo toda a extensão sem sobreposição, análise por IA que identifica e marca cabeças automaticamente.

Reportado por: Carta Capital
Não cobriram: Correio do Povo

Correio do Povo entrevistou a professora de educação infantil Stephanie Oliveira, que participou pela primeira vez, relatou uso medicinal de cannabis por sua mãe de 47 anos, e mencionou hesitação em postar fotos da marcha nas redes sociais por receio da reação de colegas de trabalho.

Reportado por: Correio do Povo
Não cobriram: Carta Capital

Correio do Povo cita o anuário da Kaya Mind (financiado por Gravital Clínica Canábica e Cannect), que aponta 50 mil pessoas no Brasil se tratando com produtos à base de cannabis e critica a resistência social à regulamentação que limita acesso a quem tem alto poder aquisitivo.

Reportado por: Correio do Povo
Não cobriram: Carta Capital

Versões em conflito (1)

Estimativa de público da 18ª Marcha da Maconha em São Paulo (21 de junho de 2026)

1 fonte — "7,4 mil pessoas (margem de erro de 12%, ou seja, entre 6,5 mil e 8,3 mil no pico às 16h), segundo contagem do Monitor do Debate Político USP/CEBRAP em parceria com a More in Common, por meio de fotos aéreas de drone analisadas com inteligência artificial.": Carta Capital
1 fonte — "Dezenas de milhares de pessoas" (estimativa sem fonte, metodologia ou atribuição explícita no texto publicado).": Correio do Povo
3. O que ainda não se sabe (4)
  • Qual foi a fonte ou metodologia usada pelo Correio do Povo para estimar "dezenas de milhares" de participantes na Marcha da Maconha?

    Por que ainda não se sabe: O artigo do Correio do Povo não cita fonte (organizadores, polícia ou contagem própria) nem metodologia para a estimativa. Tentativas de recuperar informações adicionais via arquivo web não retornaram resultados; contato direto com a redação (editores Paulo Mendes e Telmo Flor) está fora do escopo das ferramentas disponíveis.

  • Organizadores da Marcha da Maconha emitiram uma estimativa oficial de público?

    Por que ainda não se sabe: Nenhum dos dois veículos consultados cita declaração de organizadores sobre o tamanho do ato. CartaCapital reportou apenas a contagem acadêmica da USP/CEBRAP; Correio do Povo não atribuiu sua estimativa a nenhuma fonte.

  • A Polícia Militar de São Paulo fez contagem de público ou emitiu estimativa oficial?

    Por que ainda não se sabe: Nenhum dos artigos menciona pronunciamento ou contagem da PM-SP.

  • Qual o de público nas edições anteriores da Marcha da Maconha em São Paulo (2023–2025)?

    Por que ainda não se sabe: Os artigos não trazem série de participação, o que impediria avaliar se 7,4 mil representa crescimento, estabilidade ou queda em relação a anos anteriores.

Todas as fontes

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