✓ verbatim da imprensa ? sem trecho verbatim
As principais queixas dos entrevistados foram aumento do custo de vida (53%), problemas de saúde física (45%), obstáculos ao acesso ao trabalho (40%), adoecimento mental (32%), perda de renda (17%) e perda de emprego (10%). Dois terços dos brasileiros (67%) confiam que o governo deve ser a principal figura a proteger trabalhadores nesse contexto — apenas 7% apontam empregadores como responsáveis. ?
Citações da imprensa (2)
"Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas"
"As entrevistas realizadas para a análise contaram com a participação de pessoas com 16 anos de idade ou mais, de nove capitais: Belém, Brasília, Fortaleza, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O questionário foi aplicado entre maio e setembro de 2025."
"Também é um dado muito preocupante, porque ele tira ou não coloca a responsabilidade em cima dos empregadores. Cada vez mais a gente vai ter eventos climáticos extremos e eles têm um papel muito importante em garantir a proteção dos trabalhadores", disse Gabriela Vuolo, diretora-executiva do Aurora Lab, segundo a Agência Brasil. ✓
Citações da imprensa (2)
"Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram: Ter que arcar com um custo maior de vida – 53% Problemas de saúde física – 45% Obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40% Adoecimento mental – 32% Perda de renda – 17% Perda de emprego – 10%"
"A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%)"
A pesquisa também revelou elevada consciência sobre a necessidade de transformação: 93% concordam que os modelos de produção e consumo precisam mudar para enfrentar a crise climática. Universidades e cientistas são a fonte mais confiável sobre clima para 69% dos entrevistados, mesmo numa era de fake news — embora 65% se informem principalmente pelas redes sociais. ✓
Citações da imprensa (1)
"Também é um dado muito preocupante, porque ele tira ou não coloca a responsabilidade em cima dos empregadores. Cada vez mais a gente vai ter eventos climáticos extremos e eles têm um papel muito importante em garantir a proteção dos trabalhadores no processo de transição também", complementa a diretora-executiva do Aurora Lab, Gabriela Vuolo."
Todos os outlets reproduzem os mesmos números exatos da pesquisa (85% sentem impacto, 46% intenso, 2.630 participantes, nove capitais)
A pesquisa será lançada oficialmente no encontro 'Quem move o Brasil? Debates sobre Trabalho, Energia e Desenvolvimento'
Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.
Cobertos por apenas algumas fontes (2)
A preferência pelo Estado como responsável pela proteção dos trabalhadores 'surpreendeu os pesquisadores'
67% dos brasileiros acreditam que a transição energética criará empregos, contra apenas 10% que pensam o contrário
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Qual a metodologia exata da pesquisa — margem de erro, método de amostragem, representatividade demográfica?
Por que ainda não se sabe: As matérias informam o número de participantes (2.630) e as cidades pesquisadas, mas não detalham aspectos metodológicos como margem de erro ou critérios de representatividade
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Como os resultados se comparam com pesquisas anteriores sobre percepção climática no Brasil?
Por que ainda não se sabe: Embora uma pesquisa de Yale de 2022 tenha encontrado 96% dos brasileiros reconhecendo que mudanças climáticas estão acontecendo, não há comparação direta com os 85% que relatam impacto no cotidiano
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Quais são os planos concretos do governo para responder à expectativa de 67% dos brasileiros de que o Estado proteja trabalhadores?
Por que ainda não se sabe: A pesquisa revela a expectativa popular, mas as matérias não informam se há políticas governamentais em desenvolvimento