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Anac investigava helicóptero por transporte clandestino antes de acidente com seis mortos

2 fontes · 16 Jun 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa

Seu táxi aéreo clandestino pode estar voando agora — e a Anac pode não saber onde ele está. Um dos helicópteros que colidiram no Rio na manhã de domingo (14), matando seis pessoas, estava sob investigação da Agência Nacional de Aviação Civil desde 2025 por denúncia de transporte aéreo clandestino, mas nunca foi localizado em fiscalizações presenciais. A aeronave PP-MAC foi incluída na lista de monitoramento após a denúncia e autuada por recusa de informações à agência, mas entre 2025 e 2026 a Anac fiscalizou 43 aeronaves em nove aeródromos do Rio sem encontrá-la uma única vez.

Citações da imprensa (2)
Carta Capital

"Especificamente quanto à aeronave PP-MAC, em decorrência de processo de apuração, em 2025, após denúncia de transporte aéreo clandestino, além da autuação por recusa de informações à Anac e, em continuidade à apuração da denúncia, a aeronave foi incluída na lista de monitoramento da unidade de fiscalização, presencialmente"

Correio do Povo

"Em 2025 e 2026, a Anac fiscalizou 43 aeronaves e 47 tripulantes em nove aeródromos da cidade do Rio de Janeiro. Nessas fiscalizações, a aeronave prefixo PP-MAC não foi localizada."

A investigação da denúncia ainda estava em andamento no momento da colisão, sem conclusão definitiva sobre as irregularidades, segundo O Globo. A Anac informou que a denúncia alegava que o PP-MAC estaria realizando serviço de táxi aéreo clandestino no Aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, e recomendou que tanto a aeronave quanto o aeródromo fossem incluídos no plano de fiscalização in loco para verificação presencial.

Citações da imprensa (1)
Oglobo

"Na denúncia recebida pela Anac no ano passado, foi afirmado que a aeronave PP-MAC estaria realizando serviço de táxi aéreo clandestino no Aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio. [...] Além disso, ao concluir a apuração, a Anac recomendou que a aeronave e o Aeroporto de Jacarepaguá (SBJR) fossem incluídos no plano de fiscalização in loco, para que as denúncias pudessem ser verificadas presencialmente."

As duas aeronaves colidiram nos arredores da Avenida das Américas, altura do Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste do Rio, às 8h59 de domingo. Caíram no estacionamento de uma concessionária de carros elétricos, provocando incêndio que atingiu pelo menos 20 veículos. Todas as seis pessoas a bordo morreram: o piloto Charles Marsillac, que voava sozinho em uma das aeronaves, e no outro helicóptero o piloto Alexandre Souza, o produtor musical Lucas Brito Chaves, o influenciador argentino Gaspar Prim (Gaspi), o diretor de videoclipes Lucas Vignale e o cantor norte-americano Nickel Oliver Tree, de 32 anos, apelidado de "Rei do Hyperpop".

Citações da imprensa (2)
Carta Capital

"Os dois helicópteros colidiram e caíram nos arredores da Avenida das Américas, altura do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo 14. As seis pessoas que estavam nas aeronaves morreram."

Correio do Povo

"O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro foi acionado às 8h59. Segundo os bombeiros, as aeronaves caíram no estacionamento de uma concessionária de carros elétricos provocando um incêndio que atingiu pelo menos 20 veículos."

A Polícia Civil investiga o choque, a perícia foi realizada, e os agentes aguardam o laudo do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ligado ao Comando da Aeronáutica. O relatório preliminar do Cenipa ainda não foi publicado: tentativa de acesso ao site da FAB retornou erro 403 (acesso negado), e busca no Diário Oficial da União por reportes de acidentes do Cenipa não retornou resultados.

Citações da imprensa (2)
Carta Capital

"A Polícia Civil investiga o choque das aeronaves. A perícia foi realizada e agentes aguardam o laudo do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ligado ao Comando da Aeronáutica."

Fab

"O CENIPA recebeu a notificação do acidente às 13h37 e acionou imediatamente os investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de..."

1. O que se sabe (5)

O helicóptero PP-MAC estava sob investigação da Anac desde 2025 por denúncia de transporte aéreo clandestino e foi autuado por recusa de informações à agência.

2 fontes Carta Capital Correio do Povo

O acidente ocorreu na manhã de domingo, 14 de junho de 2026, nos arredores da Avenida das Américas, altura do Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste do Rio, resultando em seis mortes.

2 fontes Carta Capital Correio do Povo

Entre 2025 e 2026, a Anac fiscalizou 43 aeronaves e 47 tripulantes em nove aeródromos do Rio de Janeiro, mas não localizou o PP-MAC em nenhuma dessas fiscalizações presenciais.

2 fontes Carta Capital Correio do Povo

As aeronaves caíram no estacionamento de uma concessionária de carros elétricos, provocando incêndio que atingiu pelo menos 20 veículos. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59.

2 fontes Carta Capital Correio do Povo

A Polícia Civil investiga o choque e aguarda laudo do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), ligado ao Comando da Aeronáutica.

2 fontes Carta Capital Correio do Povo
2. Onde a cobertura é mais esparsa (1)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (1)

A denúncia recebida pela Anac em 2025 alegava que o PP-MAC estaria realizando serviço de táxi aéreo clandestino no Aeroporto de Jacarepaguá, e a agência recomendou que tanto a aeronave quanto o aeródromo fossem incluídos no plano de fiscalização in loco.

Reportado por: Oglobo
3. O que ainda não se sabe (5)
  • Qual foi a causa técnica da colisão entre os dois helicópteros?

    Por que ainda não se sabe: O relatório preliminar do Cenipa ainda não foi publicado. Tentativa de acesso ao site da FAB retornou erro 403, e busca no DOU por reportes de acidentes do Cenipa não retornou resultados.

  • O PP-MAC estava de fato realizando transporte clandestino no momento do acidente?

    Por que ainda não se sabe: A investigação da Anac sobre a denúncia de 2025 ainda estava em andamento no momento da colisão, sem conclusão definitiva sobre as irregularidades.

  • Por que a Anac não conseguiu localizar o PP-MAC em nenhuma das fiscalizações presenciais realizadas entre 2025 e 2026, apesar da aeronave estar na lista de monitoramento?

    Por que ainda não se sabe: As fontes informam que a aeronave foi incluída na lista de monitoramento e que 43 aeronaves foram fiscalizadas em nove aeródromos do Rio, mas não explicam por que o PP-MAC especificamente não foi encontrado.

  • Havia plano de voo registrado para ambas as aeronaves no momento da colisão?

    Por que ainda não se sabe: Nenhuma fonte consultada informou se as aeronaves tinham planos de voo aprovados ou registrados.

  • Qual era a rota e o destino do voo do PP-MAC no momento do acidente?

    Por que ainda não se sabe: As fontes não informaram origem, destino ou propósito do voo que a aeronave realizava.

Todas as fontes

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