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Aneel mantém bandeira tarifária amarela em junho com acréscimo de R$ 1,885

5 fontes · 30 May 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa ? sem trecho verbatim

Sua conta de luz continuará mais cara em junho — por pelo menos mais um mês. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (29) que a bandeira tarifária permanecerá amarela no próximo mês, mantendo o acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Citações da imprensa (1)
Veja

"A bandeira tarifária permanecerá amarela em junho, informou nesta sexta-feira, 29, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, será mantido o acréscimo nas contas de luz, no próximo mês, para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O custo adicional da bandeira é de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos"

A bandeira amarela representa uma situação intermediária no sistema criado pela Aneel em 2015. Quando as condições são favoráveis, a bandeira verde não cobra acréscimo. Quando se deterioram, a vermelha patamar 1 custa R$ 4,46 por 100 kWh, e a vermelha patamar 2 chega a R$ 7,87. De janeiro a abril deste ano, a bandeira permaneceu verde devido às condições favoráveis de geração. ?

Citações da imprensa (2)
Valor

"O órgão estimou que a energia natural afluente (ENA) em junho atingirá 83% da média no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, 65% no Sul, 60% no Nordeste e 65% no Norte. Já os principais reservatórios de hidrelétricas do país, concentrados no Sudeste/Centro-Oeste, deverão alcançar 66% da capacidade ao final de junho, praticamente o mesmo nível registrado nesta sexta-feira (66,1%)"

Canalenergia

"Nordeste está com 93,8% da capacidade, SE/CO com 66,1% e Sul com 56,5%"

A perspectiva para os próximos meses permanece preocupante. O período seco força o acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado que as hidrelétricas. A possibilidade de El Niño no segundo semestre, com redução das chuvas no Norte e Nordeste, reforça a expectativa de bandeiras tarifárias mais caras ao longo do ano.

Citações da imprensa (1)
Veja

"Na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos; Na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido;Já na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas. Com isso, a tarifa sofre acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido"

1. O que se sabe (2)

A bandeira tarifária permaneceu verde de janeiro a abril de 2026

4 fontes Veja A Crítica Diário de Pernambuco O Liberal

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015

2 fontes Veja A Crítica
2. Onde a cobertura é mais esparsa (3)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

A bandeira tarifária de junho poderia ter ficado vermelha patamar 1 segundo projeções da CCEE

Não cobriram: Veja A Crítica

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) anunciou ações preventivas em janeiro de 2026

Não cobriram: Veja A Crítica

Versões em conflito (1)

Valor exato da bandeira amarela

1 fonte — "R$ 1,885 por 100 kWh": Veja
2 fontes — "R$ 1,88 por 100 kWh": A Crítica Diário de Pernambuco
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Qual o ato normativo específico que determinou a bandeira amarela para junho de 2026?

    Por que ainda não se sabe: As fontes mencionam o anúncio da Aneel mas não identificam o número da resolução ou portaria que formalizou a decisão

  • Qual foi a variação exata do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) que justifica a manutenção da bandeira amarela?

    Por que ainda não se sabe: Embora o PLD seja mencionado como fator relevante, nenhuma fonte fornece os valores específicos para maio e junho de 2026

  • Há previsão de quanto tempo a bandeira amarela deve permanecer ativa?

    Por que ainda não se sabe: As fontes não indicam estimativas oficiais da Aneel sobre duração provável do período seco ou cronograma de revisão das condições

Todas as fontes

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