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Anticiclone no Atlântico provoca chuvas em 6 mil km do litoral brasileiro

3 fontes · 03 Jun 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa

Um sistema de alta pressão atmosférica — um anticiclone — posicionado sobre o Oceano Atlântico deve provocar chuvas ao longo de mais de 6 mil quilômetros da costa brasileira até o próximo fim de semana, segundo o meteorologista Denis William, do Meteored Brasil. O fenômeno abrange áreas desde Santa Catarina até o Pará.

Citações da imprensa (1)
NSC Total

"A atuação de um sistema de alta pressão atmosférica, um anticiclone, sobre o Oceano Atlântico deve influenciar as condições do tempo em uma extensa faixa do litoral brasileiro nos próximos dias. De acordo com o meteorologista Denis William, do Meteored Brasil, o fenômeno deve provocar chuvas ao longo de mais de 6 mil quilômetros da costa brasileira até o próximo fim de semana, abrangendo áreas desde Santa Catarina até o Pará."

Embora os anticiclones sejam normalmente associados ao tempo firme e estável, a circulação dos ventos ao redor do sistema está favorecendo o transporte de umidade para o continente. No Hemisfério Sul, os anticiclones apresentam circulação anti-horária e movimentos descendentes de ar em sua região central, mas em áreas mais afastadas do centro — especialmente quando posicionado sobre o oceano — os ventos passam a transportar umidade para o continente, criando condições favoráveis para chuva.

Citações da imprensa (1)
NSC Total

"No Hemisfério Sul, os anticiclones apresentam circulação anti-horária e movimentos descendentes de ar em sua região central, o que dificulta a formação de nuvens. No entanto, em áreas mais afastadas do centro do sistema — especialmente quando ele está posicionado sobre o oceano — os ventos passam a transportar umidade para o continente, criando condições favoráveis para chuva."

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de diferentes níveis de severidade para as regiões afetadas. No Nordeste, a situação é de maior atenção: o órgão mantém alerta laranja — que indica perigo — para chuvas intensas em áreas de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, com previsão de volumes entre 50 e 100 milímetros por dia e ventos que podem alcançar 100 km/h. Para outras regiões como Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, foram emitidos alertas amarelos de perigo potencial.

Citações da imprensa (2)
Revista Oeste

"O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja que indica situação de perigo para chuvas intensas em áreas dos Estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte."

Portal

"uma legenda, cujas significam: - verde: nada previsto; - amarelo: perigo potencial; - laranja: perigo; e – vermelho: grande perigo."

As precipitações devem variar conforme a região. No Sul e Sudeste, os acumulados previstos são menores: até 15 milímetros no leste catarinense e no Paraná, entre 3 e 30 milímetros no litoral paulista, e entre 12 e 46 milímetros no Rio de Janeiro. O Nordeste concentra os maiores volumes e risco de transtornos, com chuvas recorrentes entre o sul da Bahia e o Rio Grande do Norte.

Citações da imprensa (1)
NSC Total

"A previsão aponta acumulados de até 15 milímetros no leste catarinense e no Paraná. No litoral paulista, os volumes podem variar entre 3 e 30 milímetros. Já no Rio de Janeiro, os acumulados devem ficar entre 12 e 46 milímetros"

1. O que se sabe (1)

O anticiclone está posicionado sobre o Oceano Atlântico e afeta uma extensão de mais de 6 mil quilômetros do litoral brasileiro

1 fonte NSC Total
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou a atuação do anticiclone mas informou que os catarinenses podem esperar chuvas fracas

Reportado por: NSC Total
Não cobriram: Revista Oeste

O Inmet orienta evitar se abrigar sob árvores durante rajadas de vento e desligar aparelhos elétricos

Reportado por: Revista Oeste
Não cobriram: NSC Total
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Quanto tempo deve durar o fenômeno e quando as condições climáticas devem se normalizar?

    Por que ainda não se sabe: As fontes mencionam previsões até o fim de semana, mas não especificam quando o anticiclone deve se dissipar.

    Não cobriram: NSC Total Revista Oeste
  • Qual é a intensidade deste anticiclone comparado a eventos similares anteriores?

    Por que ainda não se sabe: Não há contexto sobre a frequência ou magnitude de anticiclones similares no Atlântico.

    Não cobriram: NSC Total Revista Oeste
  • Como as autoridades locais estão se preparando para os possíveis transtornos nas regiões de maior risco?

    Por que ainda não se sabe: Apenas a Defesa Civil de Santa Catarina foi consultada; não há informações sobre preparativos em outros estados.

    Não cobriram: Revista Oeste

Todas as fontes

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