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Câmara aprova fim da escala 6x1 em dois turnos; PEC segue para o Senado

10 fontes · 29 May 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa

A Câmara dos Deputados aprovou em dois turnos, na noite de 27 de maio de 2026, a PEC 221/19 que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e elimina a escala 6x1. No primeiro turno, foram 472 votos a favor e 22 contra; no segundo, 461 a favor e 19 contra. O texto agora segue para análise do Senado, onde precisa de aprovação por três quintos dos senadores (49 votos) também em dois turnos.

Citações da imprensa (1)
Agência Pública

"A aprovação veio com 472 votos a favor e 22 contra no primeiro turno e 461 a 19 no segundo turno."

A mudança será implementada em duas fases: após 60 dias da promulgação, a jornada reduz de 44 para 42 horas semanais com escala 5x2; depois de 12 meses adicionais (total de 14 meses), a jornada cai para 40 horas semanais com máximo de 8 horas diárias. A PEC garante dois dias de descanso remunerado por semana e proíbe redução salarial.

Citações da imprensa (1)
Agência Brasil

"Doze meses após a entrada em vigor das 42 horas, a duração do trabalho será reduzida para 40 horas semanais, com o máximo de 8 horas diárias de trabalho."

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que o Senado pode aprovar a proposta em 30 dias, destacando que "o Senado também está ligado no que a sociedade está demandando". Pesquisa Quaest de 18 de maio mostrou que 68% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6x1. Entidades empresariais, porém, se reuniram com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para discutir possíveis alterações no texto.

Citações da imprensa (1)
O Tempo

"Eu não gosto muito de falar de prazo para o Parlamento, porque seria uma certa interferência, o que não é saudável. O tempo do Parlamento é o tempo do Parlamento. Evidente que se o Senado estiver debruçado com prioridade, com desejo da agilidade que a Câmara trabalhou, creio que 30 dias é o suficiente"

A PEC estabelece exceções para trabalhadores com ensino superior e salário acima de aproximadamente R$ 21 mil, que poderão negociar individualmente regras de jornada. Categorias com regimes específicos, como profissionais da saúde e bancários, terão adaptação por meio de acordos coletivos ou legislação específica. Contratos terceirizados do setor público deverão ser renegociados em até 12 meses.

Citações da imprensa (1)
Conexão Política

"A proposta estabelece que trabalhadores com diploma de ensino superior e remuneração acima de aproximadamente R$ 21 mil poderão ficar fora das regras de controle de jornada"

1. O que se sabe (2)

A PEC foi aprovada em dois turnos com ampla maioria na Câmara

A transição ocorrerá em duas fases: primeiro para 42 horas, depois para 40 horas

3 fontes Jornal do Brasil O Tempo Conexão Política
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

Deputados específicos que votaram contra a proposta por partido

Reportado por: O Povo

Detalhes sobre mobilização das centrais sindicais e pressão no Senado

Reportado por: Tvtnews
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Quais serão os custos específicos para empresas com a redução da jornada?

    Por que ainda não se sabe: Estudos de impacto fiscal detalhados não foram apresentados durante a tramitação na Câmara

  • Como ficará a regulamentação específica para cada categoria profissional?

    Por que ainda não se sabe: A PEC prevê legislação posterior para categorias especiais, mas não detalha o cronograma

  • Qual será a estratégia do empresariado no Senado?

    Por que ainda não se sabe: Reunião com Davi Alcolumbre ocorreu, mas conteúdo específico das propostas de alteração não foi divulgado

    Não cobriram: O Povo Tvtnews

Todas as fontes

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