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Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador anunciam plano conjunto contra crime organizado

2 fontes · 29 May 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa

Cinco países sul-americanos assinaram nesta quinta-feira (28) o Compromisso de Santiago para desenvolver um plano de ação conjunto contra o crime organizado transnacional e o narcotráfico. Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador se comprometeram a criar um grupo de trabalho integrado por entidades competentes de cada país para elaborar medidas "concretas, com resultados mensuráveis e verificáveis", segundo comunicado conjunto divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores do Chile.

Citações da imprensa (2)
Gazeta do Povo

"Os governos do Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador assinaram um compromisso nesta quinta-feira (28) para desenvolver um plano para aumentar a coordenação regional no combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico."

JC

"medidas "concretas, com resultados mensuráveis e verificáveis, em conformidade com a legislação nacional e internacional aplicável"

O grupo de trabalho será liderado de forma rotativa por cada Estado participante, por ordem alfabética, começando pela Argentina, e deverá realizar sua primeira reunião nos próximos 90 dias. Em 180 dias, os cinco países se reunirão em Buenos Aires para revisar o progresso do acordo, informou o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna, que presidiu a reunião.

Citações da imprensa (2)
JC

"O grupo de trabalho será liderado de forma "rotativa" por cada Estado participante, por ordem alfabética, pelo que se espera que o primeiro país a liderá-lo seja a Argentina, e deverá realizar sua primeira reunião nos próximos 90 dias"

Gazeta do Povo

"se reunirem novamente em 180 dias em Buenos Aires para avaliar o progresso"

As medidas em consideração incluem coordenação de fronteiras, cooperação institucional, compartilhamento de informações, rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta. "Os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações", afirmou Pérez Mackenna. O Brasil não participou da reunião.

Citações da imprensa (2)
Gazeta do Povo

"Entre as medidas em consideração estão a coordenação de fronteiras, a cooperação institucional, o compartilhamento de informações, o rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e o fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta."

Gazeta do Povo

"os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações"

O acordo constitui "uma declaração política e programática, destinada a orientar e fortalecer a cooperação e a coordenação regional entre os Estados participantes, face à criminalidade organizada transnacional", segundo o comunicado conjunto. Os países destacaram que a implementação respeitará "a soberania nacional e em conformidade com o direito interno e os compromissos internacionais de cada parte".

Citações da imprensa (2)
JC

"O presente compromisso constitui uma declaração política e programática, destinada a orientar e fortalecer a cooperação e a coordenação regional entre os Estados participantes, face à criminalidade organizada transnacional"

JC

"pleno respeito à soberania nacional e em conformidade com o direito interno e os compromissos internacionais de cada parte"

1. O que se sabe (3)

Cinco países (Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador) assinaram acordo em 28 de maio de 2026

2 fontes Gazeta do Povo JC

Brasil não participou da reunião

1 fonte Gazeta do Povo

Francisco Pérez Mackenna presidiu a reunião como ministro das Relações Exteriores do Chile

1 fonte Gazeta do Povo
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

Acordo foi denominado 'Compromisso de Santiago'

Reportado por: Gazeta do Povo
Não cobriram: JC

Próxima reunião será em Buenos Aires

Reportado por: Gazeta do Povo
Não cobriram: JC
3. O que ainda não se sabe (4)
  • Por que o Brasil não participou da reunião?

    Por que ainda não se sabe: As fontes mencionam que o Brasil não integrou a reunião, mas não explicam os motivos da ausência.

    Não cobriram: Gazeta do Povo JC
  • Quais são as ameaças criminosas transnacionais específicas que motivaram esta aliança?

    Por que ainda não se sabe: Os países mencionam crime organizado transnacional e narcotráfico em termos gerais, mas não detalham grupos criminosos específicos ou rotas de tráfico.

    Não cobriram: Gazeta do Povo JC
  • Qual será o orçamento e os recursos necessários para implementar o plano?

    Por que ainda não se sabe: O comunicado conjunto não especifica recursos financeiros ou estrutura orçamentária para as medidas propostas.

    Não cobriram: Gazeta do Povo JC
  • Como será medido o sucesso das ações coordenadas?

    Por que ainda não se sabe: Embora mencionem "resultados mensuráveis e verificáveis", não são apresentados indicadores específicos de performance.

    Não cobriram: Gazeta do Povo JC

Todas as fontes

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