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Diretor da PF critica classificação de facções como terroristas pelos EUA

4 fontes · 06 Jun 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa ? sem trecho verbatim

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, chamou de "equívoco" a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. A classificação foi anunciada pelo Departamento de Estado americano em 28 de maio de 2026, com as designações de Organizações Terroristas Estrangeiras entrando em vigor nesta sexta-feira (5). ?

Citações da imprensa (1)
Mayerbrown

"On May 28, 2026, the US Department of State designated Brazil's largest criminal organizations—Primeiro Comando da Capital ("PCC") and Comando Vermelho ("CV")—as Specially Designated Global Terrorists ("SDGTs") pursuant to Executive Order 13224 and announced its intention to designate both groups as Foreign Terrorist Organizations ("FTOs"), with the FTO designations expected to become effective upon publication in the Federal Register on June 5, 2026."

Em entrevista à TV Globo, Rodrigues argumentou que "as organizações terroristas têm motivos ideológicos, motivos religiosos, objetivos diferentes daquele do crime organizado que, em que pese aterrorizar as pessoas, busca o lucro". Segundo o diretor, a diferença de motivações exige estratégias de enfrentamento distintas, e a classificação americana não alterará a atuação brasileira contra o crime organizado.

Citações da imprensa (1)
G1

"As organizações terroristas têm motivos ideológicos, motivos religiosos, objetivos diferentes daquele do crime organizado que, em que pese aterrorizar as pessoas, busca o lucro", pontuou o diretor da PF."

A Polícia Federal não foi comunicada oficialmente sobre a medida e soube da decisão pela imprensa. Rodrigues avaliou que ainda é cedo para determinar se haverá impacto na cooperação entre Brasil e Estados Unidos, mas defendeu o uso da nova situação para ampliar a colaboração internacional, incluindo a prisão de foragidos brasileiros em território americano e o bloqueio do envio de armas para o Brasil.

Citações da imprensa (1)
G1

"A Polícia Federal não foi comunicada oficialmente sobre a medida e tomou conhecimento da decisão pela imprensa. Segundo o diretor da PF, ainda é cedo para avaliar se a classificação terá impacto na cooperação entre Brasil e Estados Unidos."

Nos bastidores, integrantes do Palácio do Planalto e do Itamaraty admitem que a reversão da decisão norte-americana no curto prazo é improvável, mas defendem a manutenção do diálogo com as autoridades americanas. A medida foi vista como uma derrota para o governo brasileiro, que se opunha à classificação alegando riscos à soberania nacional.

Citações da imprensa (1)
G1

"Nos bastidores, integrantes do Palácio do Planalto e do Itamaraty defendem a manutenção do diálogo com as autoridades norte-americanas, mas admitem que a decisão dificilmente será revertida no curto prazo."

1. O que se sabe (1)

A designação foi anunciada em 28 de maio de 2026 e entrou em vigor em 5 de junho

2 fontes G1 O Antagonista
2. Onde a cobertura é mais esparsa (1)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (1)

Especialista americano alerta que medida pode fortalecer as facções

Reportado por: O Povo
Não cobriram: G1 O Antagonista
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Quais são os foragidos brasileiros específicos que a PF busca prender nos EUA?

    Por que ainda não se sabe: O diretor mencionou a prisão de foragidos como prioridade de cooperação, mas não especificou nomes além do caso Ramagem já relatado

    Não cobriram: G1 O Antagonista
  • Qual será o impacto concreto nas operações financeiras das facções?

    Por que ainda não se sabe: Especialistas mencionam que as organizações precisarão mudar gestão financeira, mas não há detalhes sobre medidas já implementadas

    Não cobriram: G1 O Antagonista
  • Como o governo brasileiro pretende responder formalmente à classificação?

    Por que ainda não se sabe: Fontes nos bastidores indicam manutenção do diálogo, mas não há posição oficial do Itamaraty ou Presidência

    Não cobriram: G1 O Antagonista

Todas as fontes

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