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Disputa interna no bolsonarismo divide Eduardo Bolsonaro e Ricardo Salles por vaga no Senado paulista

2 fontes · 11 May 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa ? sem trecho verbatim

Sua bancada bolsonarista em São Paulo rachou ao meio por causa de uma vaga no Senado. A escolha do PL pela pré-candidatura de André do Prado — presidente da Assembleia Legislativa paulista — ao Senado de 2026 dividiu o movimento em duas facções: uma liderada por Eduardo Bolsonaro apoiando Prado, e outra liderada pelo ex-ministro Ricardo Salles (Novo) criticando a escolha.

Citações da imprensa (1)
Istoé Dinheiro

"A escolha do Partido Liberal (PL) pela pré-candidatura do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, ao Senado continua dilatando o racha na direita bolsonarista em São Paulo."

A divisão expõe um conflito ideológico versus pragmático dentro do bolsonarismo. Salles acusou Eduardo de se aliar à "turma corrupta do centrão fisiológico e anti ideológico, que é justamente a ala valdemarista do PL", segundo o IstoÉ Dinheiro. Eduardo rebateu afirmando que Salles "botou o rabinho entre as pernas" ao moderar críticas ao STF durante seu próprio processo judicial.

Citações da imprensa (2)
Istoé Dinheiro

"Antes da escolha, Salles escreveu numa rede social que não acreditava que Eduardo "se sujeitasse a ser suplente do pupilo do Valdemar", e que o ex-deputado "nunca se deu bem com essa turma corrupta do centrão fisiológico e anti ideológico, que é justamente a ala valdemarista do PL"."

Istoé Dinheiro

"Eduardo não gostou do comentário. Numa entrevista ao canal do YouTube Auriverde Brasil, o ex-deputado afirmou que abriu mão do mandato na Câmara e de disputar o Senado, "ao contrário do Ricardo Salles, que, enfrentando um processo no STF, mergulhou e preferiu usar de moderação, não falar nada da Corte para agora se pintar de ser o cara que vai salvar todo mundo, o grande cara da direita". Em seguida, afirmou que Salles "botou o rabinho entre as pernas"."

As facções se cristalizaram rapidamente: Gil Diniz (PL-SP) e Mário Frias (PL-SP) defenderam Eduardo, enquanto o comentarista Rodrigo Constantino ficou ao lado de Salles. Eduardo havia inicialmente defendido "um nome mais ideológico" para a vaga, mas mudou de posição após negociações com Valdemar Costa Neto, presidente do PL, e aceitou ser suplente de Prado.

Citações da imprensa (2)
Istoé Dinheiro

"Enquanto Gil Diniz e Mario Frias (PL-SP) defenderam a posição de Eduardo Bolsonaro e fizeram críticas ácidas a Salles, o comentarista Rodrigo Constantino ficou ao lado do ex-ministro do Meio Ambiente."

Istoé Dinheiro

"A troca de farpas começou no momento da confirmação de Prado como pré-candidato do PL com apoio de Eduardo, que defendia um nome mais ideológico para a vaga. Eduardo, contudo, mudou de ideia e passou a defender Prado após uma série de negociações com o presidente do partido, Valdemar Costa Neto."

1. O que se sabe (2)

André do Prado foi escolhido como pré-candidato do PL ao Senado por São Paulo com Eduardo Bolsonaro como suplente

2 fontes IstoÉ JC

Ricardo Salles (Novo) mantém pré-candidatura própria ao Senado e criticou publicamente a escolha do PL

2 fontes IstoÉ JC
2. Onde a cobertura é mais esparsa (1)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (1)

Eduardo Bolsonaro inicialmente defendia candidato 'mais ideológico' antes de aceitar apoiar Prado

Reportado por: IstoÉ JC
Não cobriram: Jornal do Commercio
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Quem são os demais pré-candidatos ao Senado por São Paulo em 2026 pelos partidos de centro e esquerda?

    Por que ainda não se sabe: Fontes focaram apenas na disputa interna da direita bolsonarista, sem mapear o campo completo de candidaturas

    Não cobriram: IstoÉ JC
  • Qual é a posição oficial de Jair Bolsonaro sobre a candidatura de André do Prado versus Mello Araújo?

    Por que ainda não se sabe: Salles afirma que Mello Araújo seria o preferido de Bolsonaro, mas não há declaração direta do ex-presidente

    Não cobriram: IstoÉ JC
  • Como está o cronograma formal de convenções partidárias e registro de candidaturas para 2026?

    Por que ainda não se sabe: Embora o TSE tenha estabelecido prazos (convenções de 20 de julho a 5 de agosto, registro até 15 de agosto), as fontes não contextualizam as negociações atuais dentro deste calendário

    Não cobriram: IstoÉ JC

Todas as fontes

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