O DCE da USP decidiu entrar em greve numa votação realizada quarta-feira (15) na Cidade Universitária. Os estudantes aderiram à paralisação que os servidores começaram na terça contra um bônus criado apenas para professores. Agora cada centro acadêmico vai decidir se adere ao movimento.
Os servidores da USP iniciaram greve contra a Gratificação por Atividades Complementares Estratégicas, um bônus de até R$ 4.500 mensais criado apenas para professores. Os funcionários consideram que a medida fere a isonomia, já que exclui os demais trabalhadores da universidade.
O DCE aprovou a greve em assembleia realizada quarta-feira, 15 de abril, no vão da FFLCH na Cidade Universitária
Os estudantes aderiram à greve dos servidores iniciada na terça-feira contra um bônus exclusivo para professores
O bônus para professores pode custar à USP cerca de R$ 238 milhões por ano se todos os docentes aderirem
A USP tem mais de 5.300 professores e aproximadamente 12.600 funcionários técnico-administrativos
Os estudantes incluíram pautas próprias: melhorias no bandejão, vestibular para indígenas e cotas para pessoas trans
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