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EUA classificam PCC e CV como organizações terroristas; governo Lula critica

24 fontes · 29 May 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa parafraseado composto de múltiplas fontes

Os Estados Unidos classificaram o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas nesta quinta-feira (28), com a medida entrando em vigor em 5 de junho. O Departamento de Estado designou as facções como "Terroristas Globais Especialmente Designados" e "Organizações Terroristas Estrangeiras", segundo comunicado oficial.

Citações da imprensa (1)
Static

"Today, the U.S. Department of State is designating Comando Vermelho (CV) and Primeiro Comando da Capital (PCC) as Specially Designated Global Terrorists (SDGTs) and intends to designate both groups as Foreign Terrorist Organizations (FTOs), effective June 5, 2026."

O anúncio foi feito pelo secretário de Estado Marco Rubio dois dias após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reunir com o presidente Donald Trump na Casa Branca. O parlamentar, pré-candidato à Presidência, afirmou ter pedido pessoalmente a Trump que classificasse as facções brasileiras como terroristas. "Grande dia", escreveu Flávio nas redes sociais após a decisão.

Citações da imprensa (2)
Folha de S.Paulo

"O anúncio foi feito dois dias após Flávio Bolsonaro se encontrar com Trump"

G1

"Grande dia, disse Flávio Bolsonaro nas redes sociais"

O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Celso Amorim, reagiu à medida afirmando que "cooperação internacional é bem-vinda, especialmente em temas como lavagem de dinheiro e contrabando de armas", mas que "pretexto para intervenção é inaceitável". O governo brasileiro vinha trabalhando para evitar a classificação, temendo que isso pudesse abrir espaço para ações mais duras dos EUA em território nacional.

Citações da imprensa (1)
G1

"Segurança pública é um tema fundamental para o desenvolvimento socioeconômico. Crime organizado é um mal que tem que ser combatido. Cooperação internacional é bem-vinda, especialmente em temas como lavagem de dinheiro e contrabando de armas. Pretexto para intervenção é inaceitável"

Segundo o Departamento de Estado americano, as facções "comandam milhares de membros e orquestraram ataques brutais contra policiais brasileiros, agentes públicos e civis", com influência que se estende "além das fronteiras do Brasil". A medida permite aos EUA bloquear ativos ligados às organizações e restringir seu acesso ao sistema financeiro americano.

Citações da imprensa (1)
NSC Total

"Juntas, comandam milhares de membros e têm orquestrado ataques brutais contra policiais brasileiros, servidores públicos e civis. Sua influência e atos ilícitos ultrapassam as fronteiras do Brasil"

1. O que se sabe (1)

A decisão americana ocorreu dois dias após encontro de Flávio Bolsonaro com Trump

4 fontes A Gazeta G1 Folha de S.Paulo Valor Econômico
2. Onde a cobertura é mais esparsa (3)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

Eduardo Bolsonaro afirmou que facções poderão ser combatidas 'como Bin Laden foi'

Fórum Brasileiro de Segurança Pública criticou uso eleitoral da medida

Reportado por: CNN Brasil

Versões em conflito (1)

Posição do governo brasileiro sobre a medida

3 fontes — "Governo Lula era contra e trabalhava para impedir a medida": G1 Exame Gazeta do Povo
1 fonte — "Lula disse após reunião com Trump que classificação não havia sido discutida": Gazeta do Povo
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Quais serão os impactos econômicos específicos da medida no Brasil?

    Por que ainda não se sabe: Fontes mencionam possíveis danos na economia e turismo, mas não detalham setores específicos ou quantificam prejuízos

    Não cobriram: Valor Econômico InfoMoney
  • Como o Itamaraty responderá formalmente à decisão americana?

    Por que ainda não se sabe: O Ministério das Relações Exteriores ainda não recebeu comunicação formal dos EUA e não se manifestou oficialmente

    Não cobriram: G1 Valor Econômico
  • Que tipo de ações militares os EUA poderão conduzir com base nesta classificação?

Todas as fontes

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