O GPA fechou acordo com credores para reestruturar dívida de R$ 4,5 bilhões, cortando o valor pela metade para R$ 2,1 bilhões. O acordo foi aprovado por credores que detêm 57% dos passivos e inclui três opções: alongamento de prazos, conversão em ações e desconto de 70%.
O GPA entrou em recuperação extrajudicial no começo de março de 2025 devido a um desequilíbrio entre sua realidade operacional e o nível de endividamento acumulado ao longo do tempo. A recuperação extrajudicial é um instrumento legal que permite às empresas renegociar suas dívidas com credores fora do ambiente judicial, evitando a falência.
O GPA reestruturou dívida de R$ 4,5-4,6 bilhões, reduzindo para cerca de R$ 2,1 bilhões
O acordo foi aprovado por credores que detêm 57% dos passivos, incluindo Itaú, HSBC, Rabobank e BTG Pactual
Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.
Cobertos por apenas algumas fontes (2)
Um advogado representando credores afirmou que o plano é inadequado e contestará a cláusula de crédito mínimo
As ações do GPA subiram 8,8% no dia do anúncio e 4% no dia anterior, mas acumulam queda de 31% no ano
Nenhuma lacuna declarada — todas as fontes convergem nos fatos materiais.