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Idoso é agredido em Copacabana; vítima alega motivação política

3 fontes · 15 Jun 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa composto de múltiplas fontes ? sem trecho verbatim

Mauro Figueiredo Rocha Dias da Costa, de 69 anos, militante do PT, foi agredido na noite de quinta-feira (11) na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. A vítima alega que o ataque teve motivação política, relacionada ao fato de carregar na bolsa um adesivo da deputada federal Benedita da Silva (PT).

Citações da imprensa (2)
Extra

"Mauro Figueiredo Rocha Dias da Costa, de 69 anos, militante do PT"

G1

"em frente ao prédio onde mora, na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio"

Segundo relato da vítima, três pessoas — um homem de terno e duas mulheres — o abordaram em frente ao prédio onde mora por volta das 22h40. Costa relatou ter recebido um golpe mata-leão de uma das mulheres enquanto o homem desferia socos contra seu rosto. "Fui jogado contra o portão. Estou com muita dor nas costas. As marcas estão no meu rosto. Minha boca está toda machucada", descreveu. As agressões teriam durado cerca de cinco minutos e só foram interrompidas quando um transeunte interveio.

Citações da imprensa (1)
Jornal GGN

"Fui jogado contra o portão. Estou com muita dor nas costas. As marcas estão no meu rosto. Minha boca está toda machucada", descreveu. O idoso afirmou que só parou de ser agredido quando um transeunte interveio."

A vítima caracteriza o ataque como tentativa de homicídio, alegando que "foi uma agressão cruel, de uma brutalidade sem tamanho. Foi uma tentativa de homicídio. Eles iam me matar". No entanto, a Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal. Costa foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) para exame de corpo de delito.

Citações da imprensa (1)
Jornal GGN

"Foi uma agressão cruel, de uma brutalidade sem tamanho. Foi uma tentativa de homicídio. Eles iam me matar. Só pararam porque chegou um homem forte e falou: 'para, vocês vão matar o velho'. E depois saíram rindo", relatou. A Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal."

O caso foi registrado inicialmente na 14ª Delegacia de Polícia (Leblon) e transferido para a 12ª DP (Copacabana). Durante o ataque, a vítima relatou ter ouvido frases como "é, Bolsonaro!", "seu petista de merda" e ameaças de morte. O porteiro do prédio estava em frente ao portão durante a agressão, mas não liberou o acesso à vítima nem chamou por socorro, segundo o relato. ?

Citações da imprensa (1)
G1

"O idoso afirmou que pediu socorro ao porteiro do prédio, que estaria parado em frente ao portão, mas o acesso não foi liberado durante o ataque."

1. O que se sabe (2)

Todos os veículos confirmam que o ataque ocorreu na noite de quinta-feira (11) em Copacabana, envolvendo três agressores

2 fontes Carta Capital Jornal GGN

Consenso sobre a motivação política alegada, relacionada ao adesivo de Benedita da Silva (PT)

2 fontes Carta Capital Jornal GGN
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

Detalhes sobre as dificuldades burocráticas no IML (três tentativas de atendimento) são reportados apenas pelo GGN

Reportado por: Jornal GGN
Não cobriram: Carta Capital Extra

Frases específicas gritadas pelos agressores são detalhadas de forma mais completa pelo GGN

Reportado por: Jornal GGN
Não cobriram: Extra
3. O que ainda não se sabe (4)
  • Quais são os resultados detalhados do exame de corpo de delito realizado no IML?

    Por que ainda não se sabe: O laudo oficial do Instituto Médico-Legal permanece restrito aos arquivos da investigação policial e não foi divulgado publicamente

    Não cobriram: Carta Capital Jornal GGN Extra
  • Existem imagens das câmeras de segurança do prédio que documentem a agressão?

    Por que ainda não se sabe: Embora a polícia tenha solicitado as imagens das câmeras de segurança, o acesso a essas gravações não foi divulgado publicamente

    Não cobriram: Carta Capital Extra G1
  • Quem são os suspeitos e houve identificação ou prisão dos agressores?

    Por que ainda não se sabe: As investigações estão em andamento, mas nenhuma fonte reporta identificação, localização ou prisão dos três suspeitos

    Não cobriram: Carta Capital Jornal GGN Extra
  • Por que Costa precisou de três tentativas para conseguir atendimento no IML?

    Por que ainda não se sabe: A vítima relatou dificuldades burocráticas iniciais, mas não há explicação oficial do IML sobre os procedimentos que causaram as negativas de atendimento

    Não cobriram: Carta Capital Extra G1

Todas as fontes

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