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IPCA-15 sobe 0,62% em maio, acima da expectativa de mercado de 0,53%

3 fontes · 28 May 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa

A prévia da inflação brasileira subiu 0,62% em maio de 2026, medida pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), segundo dados divulgados pelo IBGE na segunda-feira. O resultado ficou acima da expectativa de mercado de 0,53% e representa desaceleração em relação aos 0,89% registrados em abril.

Citações da imprensa (2)
Jornal GGN

"A prévia da inflação de maio medida pelo IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15) foi de 0,62%, 0,27 ponto percentual abaixo da taxa de abril (0,89%), segundo dados do IBGE"

Jovem Pan

"A inflação de maio medida pelo IPCA-15 subiu 0,62%, acima do consenso de mercado de 0,53%"

No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 atingiu 4,64%, superando o teto da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo Banco Central. No ano, o indicador soma alta de 3,02%. Em maio de 2025, o índice havia registrado 0,36%.

Citações da imprensa (2)
Jovem Pan

"Em 12 meses, o índice acumula alta de 4,64%, acima do teto da meta (4,5%)"

Jornal GGN

"No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,02% e, em 12 meses, 4,64%, acima dos 4,37% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2025, o IPCA-15 foi de 0,36%"

Os grupos Alimentação e Bebidas lideraram as pressões inflacionárias com alta de 1,38%, contribuindo com 0,30 ponto percentual para o resultado geral. Habitação subiu 1,03% (impacto de 0,15 p.p.) e Saúde e Cuidados Pessoais avançou 1,05%. O único grupo com resultado negativo foi Transportes (-0,33%), puxado pela queda dos combustíveis.

Citações da imprensa (2)
Jornal GGN

"Os grupos Alimentação e Bebidas (1,38% e 0,30 p.p.) e Habitação (1,03% e 0,15 p.p.) contribuíram positivamente no resultado geral, enquanto Transportes foi o único grupo com resultado negativo (-0,33%)"

Jornal do Brasil

"saúde e cuidados pessoais avançou 1,05%"

Entre os itens individuais, energia elétrica residencial teve o maior impacto (2,16% e 0,09 p.p.), seguida por carnes (1,98% e 0,06 p.p.) e produtos de higiene pessoal (1,60% e 0,06 p.p.). A alta da energia refletiu a entrada da bandeira tarifária amarela, com cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100kWh consumidos, além de reajustes em diferentes capitais.

Citações da imprensa (2)
Jornal GGN

"os maiores impactos sobre o índice geral vieram da energia elétrica residencial (2,16% e 0,09 p.p.), das carnes (1,98% e 0,06 p.p), da higiene pessoal (1,60% e 0,06 p.p)"

Jornal GGN

"mês em que passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100kWh consumidos"

1. O que se sabe (1)

IPCA-15 de maio foi 0,62%, abaixo dos 0,89% de abril

3 fontes Jornal do Brasil Jornal GGN Jovem Pan
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

Núcleos de inflação pioraram em maio (expurgo de 0,26% para 0,42%, serviços de 0,03% para 0,48%)

Reportado por: Jovem Pan
Não cobriram: Jornal do Brasil Jornal GGN

Governo gastará R$ 140 bilhões em estímulos em 2026, com impactos inflacionários

Reportado por: Jovem Pan
Não cobriram: Jornal do Brasil Jornal GGN
3. O que ainda não se sabe (4)
  • Qual foi a mediana exata das projeções do Focus para o IPCA-15 de maio?

    Por que ainda não se sabe: As fontes mencionam 'consenso de mercado de 0,53%' mas não especificam se é Focus, Bloomberg ou outra pesquisa

    Não cobriram: Jornal do Brasil Jornal GGN
  • Qual a metodologia de cálculo dos núcleos de inflação (expurgo e serviços)?

  • Quais foram os intervalos de confiança ou margens de erro do IPCA-15?

    Por que ainda não se sabe: Nenhuma fonte apresenta dados sobre significância estatística do resultado

  • Houve revisões metodológicas recentes no IPCA-15 que afetem a comparabilidade?

    Por que ainda não se sabe: As fontes não mencionam mudanças na estrutura de pesos ou metodologia

Todas as fontes

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