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Lula assina decreto que promulga acordo comercial Mercosul-União Europeia

4 fontes · 29 Apr 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

O decreto presidencial do dia 28 de abril de 2026 põe em vigor provisoriamente o acordo comercial, com o governo brasileiro enfatizando o papel do tratado como instrumento de estabilidade internacional e escolha pela cooperação em vez do protecionismo [1].

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (28) o decreto que promulga o Acordo Provisório de Comércio entre Mercosul e União Europeia, que entra em vigor no Brasil a partir de 1º de maio de 2026, encerrando mais de 26 anos de negociações [1]. O ato ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto, conforme consenso entre os veículos que cobriram o evento.

A motivação central do ato, expressa nas declarações oficiais durante a promulgação, é reforçar o multilateralismo em meio a um cenário internacional de fragmentação e tensões comerciais. Como afirmou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o acordo tem "enorme relevância geoestratégica, aproximando ainda mais duas regiões que possuem valores comuns como a defesa do multilateralismo, do direito internacional e dos direitos humanos" [1]. O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, destacou que o pacto é "um instrumento de verdadeira estabilidade internacional" .

O procedimento que levou à promulgação começou com a aprovação do texto pelo Senado no início de março de 2026, seguida pela promulgação do Decreto Legislativo 14/2026 pelo Congresso em 17 de março [1]. O governo federal também editou o Decreto 12.866, que institui salvaguardas para proteger a competitividade nacional com um 'gatilho' de 5% para produtos sensíveis. O vice-presidente Geraldo Alckmin agradeceu ao Congresso pela celeridade na análise do acordo .

Apesar da assinatura, permanecem resistências de países e setores europeus, especialmente ligados ao campo, conforme noticiado pela imprensa — mas as fontes primárias disponíveis não detalham essas objeções [1].

Fontes

1. O que se sabe (1)

Todos os veículos confirmaram que a assinatura do decreto ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto

3 fontes DCM Veja Jornal GGN
2. Onde a cobertura é mais esparsa (3)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (3)

Na mesma cerimônia, Lula encaminhou acordos com Singapura e EFTA ao Congresso

Reportado por: Veja Jornal GGN
Não cobriram: DCM G1

Existem resistências de países e setores europeus, especialmente ligados ao campo

Reportado por: G1
Não cobriram: DCM Veja Jornal GGN

As negociações duraram entre 26 e 27 anos, com fontes variando no número exato

Reportado por: DCM Veja Jornal GGN G1
3. O que ainda não se sabe (5)
  • Quais países e setores europeus manifestaram resistência ao acordo?

  • Houve protestos ou contestações no Brasil durante a tramitação?

  • Qual foi o placar exato da votação no Congresso e no Senado?

  • O decreto presidencial de promulgação possui número ou edição específica?

  • Qual é o cronograma de redução tarifária previsto para cada setor?

Todas as fontes

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