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As instituições financeiras elevaram pela 13ª semana consecutiva a projeção para a inflação brasileira de 2026, segundo o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (8). A estimativa para o IPCA passou de 5,09% para 5,11%, ultrapassando o teto da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. ✓
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"As instituições financeiras elevaram novamente a projeção para a inflação brasileira em 2026. De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (8) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 5,09% para 5,11%, marcando a 13ª alta consecutiva nas previsões do mercado."
A sequência de 13 revisões semanais para cima nas expectativas de inflação representa um movimento extraordinário de deterioração das projeções do mercado. Se confirmada, a inflação ficará 0,61 ponto percentual acima do limite máximo permitido pelo regime de metas, que tem centro em 3% com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. ✓
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"Se confirmada, a inflação ficará acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Na prática, o limite máximo permitido é de 4,5%."
O mercado também revisou para cima a expectativa para a taxa Selic ao final de 2026, de 13,25% para 13,50% ao ano. Para 2027, a projeção da taxa básica subiu de 11,25% para 11,50%. Atualmente, a Selic está em 14,50% ao ano, após duas reduções consecutivas promovidas pelo Comitê de Política Monetária. ✓
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"A perspectiva do mercado para a taxa básica de juros passou a ser calculada em 13,50% ao final deste ano, ante previsão até então de 13,25%. Os especialistas consultados seguem, porém, vendo corte de 0,25 ponto percentual nos juros na reunião deste mês, a 14,25%. Para o fim 2027, o mercado agora projeta Selic a 11,50%, e não mais em 11,25%."
Entre os fatores que pressionam as expectativas estão os reflexos da guerra no Oriente Médio sobre os preços internacionais de combustíveis e alimentos. O cenário tem aumentado as preocupações com a trajetória da inflação nos próximos meses, segundo analistas consultados pelo Focus. ✓
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"Entre os fatores que pressionam as expectativas estão os reflexos da guerra no Oriente Médio sobre os preços internacionais de combustíveis e alimentos. O cenário tem aumentado as preocupações com a trajetória da inflação nos próximos meses."
Para o crescimento econômico, a previsão do PIB de 2026 foi ligeiramente elevada de 1,9% para 1,91%. A projeção para o dólar ao fim de 2026 foi revisada de R$ 5,16 para R$ 5,15, enquanto para 2027 passou de R$ 5,25 para R$ 5,20. ✓
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"Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento na pesquisa semanal com uma centena de economistas subiu a 1,91% para 2026, 0,01 ponto percentual a mais do que na anterior, e permaneceu em 1,70% para 2027. Já para o dólar, a projeção para a cotação ao fim de 2026 foi revisada de R$ 5,16 para R$ 5,15. Já para o fim de 2027 passou de R$ 5,25 para R$ 5,20."
Nenhuma lacuna declarada — todas as fontes convergem nos fatos materiais.