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PF devolve credenciais de agente americano após crise diplomática com EUA

3 fontes · 29 Apr 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

Agente do DHS, que atuava na PF desde 2023, teve credenciais retiradas em ato de reciprocidade e devolvidas quatro dias depois para 'reforçar cooperação bilateral'.

A Polícia Federal devolveu na segunda-feira (27 de abril) as credenciais de um agente do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) que trabalha em Brasília, revertendo a decisão tomada na semana anterior. As credenciais haviam sido retiradas no dia 22 de abril pelo diretor-geral Andrei Rodrigues como medida de reciprocidade à expulsão de um delegado brasileiro dos Estados Unidos, identificado como Alexandre Ramagem.[1, 2]

O agente americano, oficial de ligação do ICE na Polícia Federal desde 2023, teve sua permanência prorrogada em março de 2025, autorizando sua atuação até agosto de 2026.[1] Após a retirada das credenciais, o agente deixou temporariamente o país. A devolução ocorreu após negociações diplomáticas, e a justificativa oficial foi "reforçar a cooperação bilateral" em temas como imigração e segurança, sobretudo em investigações via Interpol.[3, 4]

O episódio insere-se em um contexto mais amplo de tensões entre Brasil e Estados Unidos. Em 2025, o governo Trump retaliou contra autoridades brasileiras – impondo sanções ao ministro Alexandre de Moraes (revogadas em dezembro) e tarifas de até 50% sobre importações brasileiras – em resposta a ações judiciais contra Jair Bolsonaro.[5, 6] A rápida reversão da PF sugere que o governo brasileiro priorizou a cooperação bilateral em vez de escalar a crise diplomática.

A Polícia Federal devolveu as credenciais de um agente dos EUA na segunda-feira (27). As credenciais tinham sido retiradas na semana passada por reciprocidade, depois que o governo Trump mandou um delegado brasileiro deixar os Estados Unidos.

Fontes

1. O que se sabe (1)

A PF devolveu as credenciais do agente americano na segunda-feira (27 de janeiro)

2 fontes G1 InfoMoney
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

Trump impôs tarifas punitivas ao Brasil em represália ao processo judicial contra Bolsonaro

Reportado por: A Tarde
Não cobriram: G1 InfoMoney

Um segundo funcionário americano, Michael Myers, também deixou o Brasil

Reportado por: G1
Não cobriram: A Tarde InfoMoney
3. O que ainda não se sabe

Nenhuma lacuna declarada — todas as fontes convergem nos fatos materiais.

Todas as fontes

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