✓ verbatim da imprensa
A Prefeitura de Limeira (SP) iniciou na manhã de 17 de junho de 2026 o fechamento de acessos irregulares à Ponte do Esqueleto, quatro dias após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, arremessada de cerca de 40 metros de altura em um salto de rope jump — sem estar presa às cordas de segurança. Os trabalhos, que começaram às 6h30, reforçam medidas emergenciais na estrutura desativada há 30 anos, localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, até que a União implemente soluções definitivas. A Secretaria do Patrimônio da União (SPU), responsável pela ponte desde maio de 2026, discute com os governos locais a eventual remoção da estrutura. ✓
Citações da imprensa (4)
"A Prefeitura de Limeira (SP) iniciou, na manhã desta quarta-feira, 17, uma nova operação para restringir o acesso à Ponte do Esqueleto, local onde a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser lançada de uma altura de cerca de 40 metros sem estar presa ao equipamento de segurança durante um salto de rope jump."
"Segundo a administração municipal, os trabalhos começaram às 6h30 e incluem o fechamento de acessos considerados irregulares à estrutura."
"A Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), discute com os governos locais a eventual remoção da ponte, que está localizada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo."
"A SPU nunca autorizou qualquer atividade esportiva ou de outra natureza na ponte do Esqueleto. O processo de incorporação da ponte ao patrimônio da SPU só foi autorizado em 2026."
Segundo a Polícia Civil, o grupo que operava o rope jump não possuía empresa formalizada. Conforme relatou a delegada plantonista Andréa Dantas ao G1, "pelo que eu apurei, não existe uma empresa. É um grupo de pessoas que se conheceram através desse esporte, que acabaram se reunindo e aproximadamente há um ano fazem esses eventos em vários destinos". Seis pessoas foram detidas; três instrutores, presos em flagrante, seguem encarcerados e não souberam explicar à polícia por que Maria Eduarda foi lançada sem as cordas — alegaram não se recordar de quem era a obrigação de colocá-las. A SPU afirmou que nunca autorizou qualquer atividade esportiva ou de outra natureza na ponte, e a Polícia Civil confirmou que o grupo não possuía autorização da Prefeitura de Limeira para realizar atividades no local. ✓
Citações da imprensa (4)
"O grupo responsável pela atividade de rope jumping que terminou com a morte de uma jovem de 21 anos em Limeira (SP) não possuía empresa formal, segundo a delegada plantonista Andréa Dantas. De acordo com a polícia, os organizadores eram praticantes do esporte que promoviam eventos havia cerca de um ano."
"Seis pessoas foram detidas. Em depoimento à polícia, os três instrutores, que foram atuados em flagrante e seguem presos, não souberam explicar o motivo do erro. A delegada responsável pelo caso afirmou que eles se mostraram desnorteados e alegaram não se recordar de quem era a obrigação de colocar a corda..."
"A SPU nunca autorizou qualquer atividade esportiva ou de outra natureza na ponte do Esqueleto. O processo de incorporação da ponte ao patrimônio da SPU só foi autorizado em 2026."
"a empresa envolvida no salto não tinha autorização da prefeitura para realizar atividades no local"
A ponte já havia sido palco de acidentes graves. Em 31 de agosto de 2025, dez meses antes da morte de Maria Eduarda, duas mulheres ficaram gravemente feridas após caírem da estrutura — uma sofreu lesões gravíssimas e foi levada em estado crítico ao hospital; a outra apresentou múltiplas fraturas, segundo o G1. Na reunião de 15 de junho de 2026 entre representantes da SPU, da Advocacia-Geral da União (AGU) e as prefeituras de Limeira e Cordeirópolis, a administração municipal relatou que havia aberto uma valeta para impedir o acesso ao local, mas que a vala foi fechada sem conhecimento ou autorização da gestão municipal. ✓
Citações da imprensa (2)
"Duas mulheres ficaram gravemente feridas, na tarde deste domingo (31), após caírem da chamada 'Ponte do Esqueleto'... A perícia técnica realizou levantamentos iniciais para apurar as circunstâncias do acidente."
"Na reunião, a prefeitura de Limeira relatou que havia sido aberta uma valeta para impedir o acesso ao local e que a vala foi fechada sem conhecimento de sua administração."
As duas prefeituras defendem a demolição imediata da estrutura. De acordo com o prefeito de Limeira, Murilo Félix, a área apresenta riscos conhecidos há muitos anos e, mesmo interditada, continuava atraindo pessoas. A SPU confirmou que continuará discutindo com os governos locais uma solução definitiva. As obras estruturais permanentes — incluindo a construção de muros de contenção, a manutenção das valetas e demais medidas de fechamento — permanecem sob responsabilidade da União. A entrada no local é crime porque a área não é de acesso público. ✓
Citações da imprensa (3)
"As duas prefeituras defenderam a demolição da estrutura de propriedade da União."
"a prefeitura de Limeira relatou que havia sido aberta uma valeta para impedir o acesso ao local e que a vala foi fechada sem conhecimento de sua administração."
"A entrada no local é crime porque a área não é de acesso público."
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, morreu em 13 de junho de 2026 após ser arremessada de cerca de 40 metros de altura em um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, sem estar presa às cordas de segurança.
Três instrutores foram presos em flagrante e permanecem encarcerados. Seis pessoas foram detidas no total.
A Ponte do Esqueleto está localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis e foi desativada para tráfego de veículos há cerca de 30 anos.
Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.
Cobertos por apenas algumas fontes (3)
Duas mulheres ficaram gravemente feridas na Ponte do Esqueleto em 31 de agosto de 2025, dez meses antes da morte de Maria Eduarda.
O grupo que operava o rope jump não possuía empresa formalizada, segundo a delegada plantonista Andréa Dantas. Os organizadores eram praticantes do esporte que promoviam eventos havia cerca de um ano.
A Prefeitura de Limeira havia aberto uma valeta para impedir o acesso à ponte, mas a vala foi fechada sem conhecimento ou autorização da administração municipal.
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Quem fechou a valeta que a Prefeitura de Limeira havia aberto para impedir o acesso à ponte?
Por que ainda não se sabe: A Prefeitura relatou que a vala foi fechada sem seu conhecimento ou autorização, mas nenhuma fonte identifica o responsável pelo fechamento.
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Que medidas de segurança a União havia tomado antes da morte de Maria Eduarda, desde que assumiu a propriedade da ponte em maio de 2026?
Por que ainda não se sabe: A SPU confirmou a incorporação da ponte ao patrimônio em maio de 2026, mas nenhuma fonte detalha ações tomadas entre maio e junho.
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Qual a cronologia exata dos acidentes anteriores na Ponte do Esqueleto, além do ocorrido em 31 de agosto de 2025?
Por que ainda não se sabe: O prefeito de Limeira afirmou que a área apresenta riscos conhecidos há muitos anos, mas apenas um acidente anterior (agosto de 2025) foi documentado pelas fontes consultadas.
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O que aconteceu com as duas mulheres feridas em 31 de agosto de 2025? Houve investigação ou responsabilização?
Por que ainda não se sabe: A matéria do G1 de agosto de 2025 relata o acidente e menciona perícia técnica, mas nenhuma fonte posterior informa o desfecho da investigação.
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Quantas outras pessoas participaram do salto de rope jump no dia 13 de junho de 2026, antes de Maria Eduarda?
Por que ainda não se sabe: As fontes não especificam se houve saltos bem-sucedidos antes do acidente fatal, informação relevante para entender se o erro foi isolado ou sistemático naquele dia.