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PT define candidatura própria ao governo de Minas após recusa de Pacheco

3 fontes · 25 Jun 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa

O PT decidiu lançar candidatura própria ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026, segundo anunciou nesta quarta-feira (24) a presidente estadual da sigla, deputada Leninha, após reunião com o presidente Lula no Palácio da Alvorada. A decisão marca uma virada na estratégia do partido no segundo maior colégio eleitoral do país, depois que o senador Rodrigo Pacheco (PSB) indicou que deixará a vida pública ao fim do mandato.

Citações da imprensa (2)
DCM

"O PT decidiu que terá candidatura própria ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. A definição foi confirmada nesta quarta-feira (24) pela presidente estadual da sigla, deputada Leninha, após reunião com o presidente Lula, a bancada federal mineira e representantes da direção nacional do partido no Palácio da Alvorada, em Brasília."

DCM

"A preferência inicial de Lula era construir uma candidatura em torno do senador Rodrigo Pacheco, do PSB, mas o ex-presidente do Senado indicou que deve deixar a vida pública ao fim do mandato."

O nome que encabeçará a chapa ainda não foi definido. Nos bastidores, a ex-prefeita de Contagem Marília Campos — hoje pré-candidata ao Senado — é apontada como a opção mais forte, mas tem resistido a abandonar a rota senatorial. Outros nomes circulam no debate interno, como os deputados federais Reginaldo Lopes e Rogério Correia, ambos com planos de disputar a reeleição para a Câmara, e a ex-reitora da UFMG Sandra Goulart, recém-filiada ao partido.

Citações da imprensa (3)
DCM

"O nome que encabeçará a chapa ainda não foi anunciado. Nos bastidores, porém, a ex-prefeita de Contagem Marília Campos é apontada como a opção mais forte do partido para disputar o Palácio Tiradentes. Ela estava até agora posicionada como pré-candidata ao Senado."

DCM

"Outros nomes também circulam no debate interno, como os deputados federais Reginaldo Lopes e Rogério Correia, mas ambos têm planos de disputar a reeleição para a Câmara."

Estado de Minas

"Temos a Marília Campos, que é nossa candidata ao Senado e lidera muito bem esse projeto, mas que também desempenha muito bem uma candidatura ao governo. Temos a Sandra Goulart, ex-reitora da UFMG, um nome altamente qualificado."

A preferência inicial de Lula era construir uma candidatura em torno de Pacheco, mas o ex-presidente do Senado descartou disputar a sucessão de Romeu Zema (Novo) no fim de maio. Segundo o Estado de Minas, o diretório mineiro do PT já havia chegado a esse entendimento de candidatura própria, que agora foi chancelado por Lula na reunião desta quarta.

Citações da imprensa (1)
Estado de Minas

"A definição fortalece a posição que já vinha ganhando corpo internamente desde o fim de maio, quando o senador Rodrigo Pacheco (PSB) descartou disputar a sucessão do governador Romeu Zema (Novo)."

O campo de pré-candidaturas ao governo mineiro inclui, segundo o G1 em abril, seis nomes já anunciados: Alexandre Kalil (PDT), Ben Mendes (Missão), Cleitinho (Republicanos), Gabriel Azevedo (MDB), Mateus Simões (PSD) e Túlio Lopes (PCB). O PT também mantém conversas com Jarbas Soares Júnior (PSB), ex-procurador-geral do Ministério Público de Minas Gerais, e com Gabriel Azevedo, que tem o apoio de Marília Campos e de parte do PV e do PCdoB, federados ao PT.

Citações da imprensa (2)
G1

"A disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026 tem agora 6 nomes anunciados como pré-candidatos. São eles: - Alexandre Kalil (PDT) - Ben Mendes (Missão) - Cleitinho (Republicanos) - Gabriel Azevedo (MDB) - Mateus Simões (PSD) - Túlio Lopes (PCB)"

O Tempo

"Além da candidatura própria, outras hipóteses no radar são de composições com o ex-procurador-geral do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Jarbas Soares Júnior (PSB), e com o ex-vereador de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB). O emedebista, inclusive, tem o apoio de Marília Campos e de parte do PV e do PCdoB, que estão federados ao PT."

Embora Minas tenha sido decisiva para as vitórias presidenciais de Lula em 2002, 2006 e 2022, além das eleições de Dilma Rousseff em 2010 e 2014, o PT conseguiu eleger apenas um governador desde sua fundação, em 1980. A construção de uma candidatura própria é vista internamente como uma forma de o partido ter maior autonomia e enfrentar a rejeição que o tem afastado das disputas pelo Executivo estadual.

Citações da imprensa (2)
Estado de Minas

"Embora Minas tenha sido decisiva para as vitórias presidenciais de Lula em 2002, 2006 e 2022, além das eleições de Dilma Rousseff em 2010 e 2014, o partido conseguiu eleger apenas um governador desde sua fundação, em 1980."

Estado de Minas

"A construção de uma candidatura própria também é vista internamente como uma forma de o partido ter maior autonomia e enfrentar a rejeição que historicamente os tem afastado das disputas pelo governo de Minas."

1. O que se sabe (3)

A decisão de candidatura própria foi tomada em reunião com Lula no Palácio da Alvorada em 24 de junho de 2026, após Rodrigo Pacheco ter descartado disputar o governo de Minas

3 fontes DCM Estado de Minas O Tempo

Marília Campos é apontada como a opção mais forte nos bastidores, mas resiste a abandonar a pré-candidatura ao Senado

3 fontes DCM Estado de Minas O Tempo

O PT conseguiu eleger apenas um governador em Minas Gerais desde sua fundação em 1980, apesar da força do partido nas eleições presidenciais no estado

2 fontes DCM Estado de Minas
2. Onde a cobertura é mais esparsa (5)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (5)

Lula voltou a defender na reunião de 24 de junho que Marília Campos é o nome mais indicado para a disputa

Reportado por: Estado de Minas
Não cobriram: DCM O Tempo

Marília Campos e Lula não conseguiram se encontrar durante a passagem presidencial por Minas na semana passada (19 de junho), quando ela estava no Vale do Jequitinhonha em compromissos previamente agendados

Reportado por: Estado de Minas
Não cobriram: DCM O Tempo

Gleide Andrade, secretária nacional de Finanças do PT, declarou na sexta-feira (19) que o partido fez uma pesquisa de campo amplo e que a tendência era caminhar para candidatura própria, com definição do nome em até 10 dias

Reportado por: Estado de Minas
Não cobriram: DCM O Tempo

A decisão foi tomada em resolução aprovada no fim de maio durante reunião na sede do Sindicato dos Metalúrgicos em Contagem, poucos dias após Rodrigo Pacheco comunicar que não entraria na disputa

Reportado por: Estado de Minas
Não cobriram: DCM O Tempo

Gabriel Azevedo se reuniu com Edinho Silva, presidente nacional do PT, e mantém encontros com deputados petistas

Reportado por: O Tempo
Não cobriram: DCM Estado de Minas
3. O que ainda não se sabe (4)
  • Quais foram os termos específicos da negociação entre PT e Rodrigo Pacheco, e qual foi a linha vermelha que levou à recusa?

    Por que ainda não se sabe: As três fontes relatam que Pacheco recusou o convite e que decidiu deixar a vida pública, mas nenhuma detalha as condições oferecidas pelo PT, contrapropostas de Pacheco, ou se a recusa foi por divergência programática, cálculo eleitoral próprio, ou custo de associação com o PT em Minas.

    Não cobriram: DCM Estado de Minas O Tempo
  • Qual é a força eleitoral do PT em Minas Gerais nas últimas três eleições para governador, e a candidatura própria é competitiva para segundo turno ou simbólica?

    Por que ainda não se sabe: As fontes mencionam que o PT elegeu apenas um governador desde 1980 e que enfrenta rejeição no estado, mas não apresentam dados de votação nas últimas três eleições para governador, desempenho de candidaturas próprias vs coligadas, ou base municipal que permita avaliar a viabilidade eleitoral da candidatura de 2026.

    Não cobriram: DCM Estado de Minas O Tempo
  • Quais são os critérios metodológicos das pesquisas internas que apontam Marília Campos como o nome mais viável?

    Por que ainda não se sabe: O Estado de Minas cita 'pesquisas internas' e O Tempo menciona 'pesquisas internas feitas pelos petistas', mas nenhuma fonte detalha o instituto, tamanho da amostra, método de coleta, período de campo, ou margem de erro — elementos necessários para avaliar a significância estatística da posição de Marília.

    Não cobriram: DCM Estado de Minas O Tempo
  • Por que Marília Campos resiste a trocar a pré-candidatura ao Senado pela disputa ao governo, e quais são os apoios que ela já construiu em municípios mineiros para a corrida senatorial?

    Por que ainda não se sabe: Todas as fontes relatam que Marília 'tem resistido', mas nenhuma explica as razões da resistência — se é por avaliação de viabilidade, compromissos já assumidos, ou preferência pessoal pela cadeira no Senado. O Estado de Minas menciona que ela 'já vinha se movimentando e construindo apoios em municípios mineiros', mas não detalha quais municípios ou lideranças locais.

    Não cobriram: DCM Estado de Minas O Tempo

Todas as fontes

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