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Senado aprova cadastro nacional de condenados por violência contra mulher

5 fontes · 29 Apr 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

A falta de compartilhamento de dados entre polícias e tribunais é o principal motivo do projeto, que reúne condenações por feminicídio, estupro e lesão corporal em um banco único [1].

O Senado aprovou na terça-feira (28 de abril de 2026) o projeto que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher (CNVM), que agora segue para sanção do presidente Lula [1]. A medida foi relatada na Comissão de Direitos Humanos pela senadora Augusta Brito (PT-CE) e na Comissão de Constituição e Justiça pela senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).

A motivação central do projeto é reunir, em uma base única, dados de condenados por crimes como feminicídio, estupro, lesão corporal e violência psicológica, permitindo que órgãos de segurança compartilhem informações de forma ágil e evitem que o histórico criminal se perca entre jurisdições [1]. Embora o texto legal integral não tenha sido divulgado na íntegra, a expectativa é que a lei entre em vigor 60 dias após sua publicação.

O projeto foi aprovado sem detalhamento público de votos ou emendas, e não foi informado o número do projeto de lei nem a data exata de envio à sanção presidencial [1]. Ainda não se sabe se a proposta original sofreu alterações durante a tramitação no Senado.

Fontes

  • [1]Senado Federal — Aprovação do projeto de lei que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher (CNVM). Fonte secundária: reportagem sobre a aprovação.
1. O que se sabe (2)

O Senado aprovou o projeto que cria o CNVM na terça-feira (28)

5 fontes A Gazeta Brasil de Fato Congressoemfoco Hoje em Dia NSC Total

O projeto segue para sanção presidencial

5 fontes A Gazeta Brasil de Fato Congressoemfoco Hoje em Dia NSC Total
2. Onde a cobertura é mais esparsa (3)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (3)

O projeto prevê que a lei entre em vigor 60 dias após sua publicação

Reportado por: NSC Total
Não cobriram: A Gazeta Brasil de Fato Congressoemfoco Hoje em Dia

A senadora Augusta Brito (PT-CE) foi relatora do projeto na Comissão de Direitos Humanos

Reportado por: Brasil de Fato Hoje em Dia
Não cobriram: A Gazeta Congressoemfoco NSC Total

A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) foi relatora na Comissão de Constituição e Justiça

Reportado por: A Gazeta Congressoemfoco
3. O que ainda não se sabe (4)
  • Qual é o número do projeto de lei aprovado?

  • Houve votos contrários ou emendas durante a aprovação no Senado?

  • Qual a data exata do envio para sanção presidencial?

  • Qual foi a origem da proposta (autoria)?

Todas as fontes

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