✓ verbatim da imprensa
A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou nesta quarta-feira, 17 de junho, o 11º caso de febre amarela no estado em 2026 — um homem de 55 anos, sem de vacinação, residente em Lagoinha, no Vale do Paraíba. Com isso, o estado soma seis óbitos pela doença neste ano, cinco deles concentrados na região do Vale do Paraíba, que responde por 82% dos casos. Nenhuma das 11 pessoas infectadas havia sido vacinada. ✓
Citações da imprensa (4)
"O paciente é um homem, de 55 anos, sem histórico de vacinação e que vive na cidade de Lagoinha, na região do Vale do Paraíba, que concentra 82% dos casos da doença neste ano."
"Com esse registro, o número de episódios da doença deste ano subiu para 11 e seis mortes foram registradas, das quais cinco foram no Vale do Paraíba."
"Nenhuma dessas pessoas que tiveram confirmação para febre amarela tinha histórico de vacinação."
"De acordo com o CME, da SE de 05 01/02/26 – 07/02/26, compreendendo o monitoramento 2025/2026 de Febre Amarela, foram registrados 40 casos confirmados em primatas não-humanos, sendo a última epizootia confirmada na SE 48/2025 em Itaberaí (GO) e Goiânia (GO). Neste período, não fo"
Em 2025, São Paulo confirmou 57 casos de febre amarela, com 35 mortes. A Secretaria de Saúde intensificou a recomendação de vacinação para toda a população, disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde dos 645 municípios paulistas. "A vacina contra a febre amarela é segura, eficaz e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde dos 645 municípios paulistas", afirmou Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, orientando especialmente quem viaja para áreas de mata ou regiões com circulação do vírus. ✓
Citações da imprensa (2)
"Em todo o ano passado, o estado confirmou 57 casos de febre amarela, com 35 óbitos."
"A vacina contra a febre amarela é segura, eficaz e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde dos 645 municípios paulistas"
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda transmitida pela picada de mosquitos silvestres Haemagogus e Sabethes, sem transmissão direta entre pessoas. Os sintomas incluem febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas e no corpo, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, os pacientes podem apresentar pele e olhos amarelados, hemorragia e insuficiência de múltiplos órgãos, podendo evoluir para óbito. ✓
Citações da imprensa (2)
"A infecção pelo vírus causador da febre amarela causa febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, as pessoas podem apresentar pele e olhos amarelados, hemorragia e insuficiência de múltiplos órgãos."
"A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus, transmitido pela picada de um mosquito silvestre, que vive em zona de mata. Não há transmissão direta de pessoa para pessoa."
O esquema vacinal vigente desde 2019 recomenda: crianças recebem uma dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos; pessoas que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos devem tomar reforço; pessoas de 5 a 59 anos não vacinadas devem receber dose única; e pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018 devem verificar a necessidade de atualização da caderneta. A vacina deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da exposição ao risco. ✓
Citações da imprensa (1)
"Crianças: uma dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos Pessoas que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos: devem receber reforço Pessoas de 5 a 59 anos não vacinadas: dose única Pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018: devem verificar a necessidade de atualização da caderneta"
O paciente confirmado com febre amarela em Lagoinha é um homem de 55 anos sem de vacinação
Nenhuma das 11 pessoas confirmadas com febre amarela em 2026 tinha de vacinação
A vacina deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da exposição ao risco
Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.
Cobertos por apenas algumas fontes (3)
Em 2025, São Paulo confirmou 57 casos de febre amarela com 35 óbitos
Morte de macacos é indicador da presença de mosquitos transmissores e deve ser informada às equipes de saúde
Os mosquitos transmissores são das espécies Haemagogus e Sabethes
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Qual é a cobertura vacinal atual contra febre amarela em Lagoinha e no Vale do Paraíba?
Por que ainda não se sabe: Nenhuma das fontes consultadas publicou dados sobre a taxa de cobertura vacinal nos municípios afetados antes dos casos confirmados em 2026. A Secretaria de Saúde recomendou vacinação, mas não divulgou percentual da população imunizada.
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Há registro de epizootias (mortes de primatas não-humanos) recentes no Vale do Paraíba que sinalizem circulação viral intensificada?
Por que ainda não se sabe: As reportagens mencionam que morte de macacos é indicador da presença de mosquitos transmissores, mas não informam se houve epizootias confirmadas na região do Vale do Paraíba em 2026. A Nota Técnica 3/2026 da ANVISA registrou 40 epizootias confirmadas no Brasil até fevereiro de 2026, mas as últimas foram na semana 48/2025 em Goiás, não em São Paulo.
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Os 11 casos confirmados em São Paulo em 2026 são de febre amarela silvestre ou há evidência de transmissão urbana?
Por que ainda não se sabe: Nenhuma fonte especificou se os casos são autóctones silvestres (transmissão em área de mata, ciclo normal) ou se há risco de reintrodução do ciclo urbano (erradicado no Brasil desde 1942). A distinção é crítica para avaliar o risco epidemiológico.
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Qual a capacidade de resposta da rede de saúde em termos de doses disponíveis e postos de vacinação nas áreas de risco?
Por que ainda não se sabe: A Secretaria de Saúde afirmou que a vacina está disponível nas 645 UBSs do estado, mas não divulgou quantas doses estão estocadas, se há meta de cobertura ampliada, ou se houve intensificação de equipes de vacinação no Vale do Paraíba.