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STF julga recursos das big techs sobre responsabilização por conteúdos

4 fontes · 10 Jun 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa ? sem trecho verbatim

O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa nesta quarta-feira 12 recursos de empresas como Google e Meta contra a decisão de 2025 que ampliou a responsabilização de plataformas digitais por conteúdos de terceiros. Os embargos de declaração pedem esclarecimentos sobre prazos, critérios de notificação e alcance das novas obrigações impostas pelo tribunal.

Citações da imprensa (1)
G1

"O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar a partir desta quarta-feira (4) 12 recursos apresentados por big techs e entidades do setor de tecnologia que pedem esclarecimentos e ajustes na decisão que ampliou a responsabilidade das plataformas pelo conteúdo que publicam."

Em junho de 2025, por 8 votos a 3, o STF declarou a inconstitucionalidade parcial do artigo 19 do Marco Civil da Internet, que estabelecia que plataformas só poderiam ser responsabilizadas por conteúdos de terceiros após ordem judicial específica. A nova tese permite responsabilização das redes sociais quando notificadas diretamente por vítimas sobre conteúdos ilícitos e não removerem as postagens. ?

Citações da imprensa (1)
Portal

"Em junho do ano passado, por 8 votos a 3, o STF declarou a inconstitucionalidade parcial do artigo 19 do Marco Civil da Internet. O plenário analisou dois recursos que discutiam a validade desse trecho da norma."

Entre os principais pedidos está a fixação de prazo de seis meses para implementação das obrigações, contados após o trânsito em julgado da decisão. O Facebook argumenta pela necessidade de tempo para adaptação ao novo regime de responsabilidade civil. O Google solicita definição dos requisitos mínimos das notificações extrajudiciais de remoção para garantir credibilidade dos pedidos.

Citações da imprensa (1)
G1

"O Facebook pede que o Supremo deixe expresso que a decisão só vai produzir efeitos para fatos que ocorram após o encerramento do julgamento no Tribunal e que as empresas tenham um prazo de seis meses para a implementar todas as obrigações."

A decisão original estabeleceu que plataformas devem remover imediatamente conteúdos considerados crimes graves — como atos antidemocráticos, terrorismo, incitação ao suicídio e discriminação — podendo ser responsabilizadas por "falha sistêmica" nesses casos. Para crimes contra a honra, mantém-se a exigência de ordem judicial prévia, salvo casos de postagens reiteradas já consideradas ilícitas pela Justiça.

Citações da imprensa (1)
Oglobo

"Plataformas precisam impedir publicação de conteúdos com condutas e atos antidemocráticos; terrorismo; instigação ou auxílio a suicídio ou a automutilação; incitação à discriminação em razão de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexualidade ou identidade de gênero"

1. O que se sabe (2)

STF declarou inconstitucionalidade parcial do artigo 19 do Marco Civil em junho de 2025, por 8 votos a 3

3 fontes Oglobo G1 Metropoles

São 12 recursos apresentados por empresas como Google, Facebook/Meta e entidades do setor

2 fontes G1 Metropoles
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

Presidente Edson Fachin pautou o julgamento e disse que a ideia é 'começar e acabar' nesta semana

Reportado por: Oglobo G1
Não cobriram: Metropoles

Governo federal editou decretos para regulamentar aspectos da decisão do STF, alvo de críticas das plataformas

Reportado por: Oglobo
Não cobriram: G1 Metropoles
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Qual o teste doutrinário específico aplicado pelo STF na decisão original e os fundamentos dos três votos divergentes?

  • Qual foi a posição específica da PGR e da AGU no julgamento original?

    Por que ainda não se sabe: Manifestações da PGR e AGU não constam das reportagens e documento primário não foi acessado

    Não cobriram: Oglobo G1 Metropoles
  • Quando o julgamento dos embargos deve ser concluído e quais os próximos recursos cabíveis?

    Por que ainda não se sabe: Fontes mencionam que começará 'nesta quarta' mas não indicam duração prevista ou calendário de continuação

Todas as fontes

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