O Superior Tribunal de Justiça condenou o ex-governador do Acre Gladson Cameli (PP) a 25 anos e 9 meses de prisão por crimes que incluem corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A condenação torna Cameli inelegível por 8 anos, impedindo sua candidatura ao Senado em outubro.
A condenação de Gladson Cameli está baseada nas investigações da Operação Ptolomeu, que apurou um esquema de corrupção envolvendo desvios de recursos públicos superiores a 16 milhões de reais. O caso envolve fraudes em licitação para contratação da empresa Murano Construções, que resultou no pagamento de 18 milhões de reais, com suspeitas de beneficiamento da empresa do irmão do ex-governador.
O STJ condenou Gladson Cameli a 25 anos e 9 meses de prisão por múltiplos crimes incluindo corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa
Cameli renunciou ao cargo de governador em abril para concorrer ao Senado em outubro
A condenação foi baseada na Operação Ptolomeu e envolveu contratos com a empresa Murano Construções
O esquema envolveu o irmão de Cameli, Gledson, através da empresa Rio Negro
Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.
Cobertos por apenas algumas fontes (3)
A condenação determinou multa e indenização de R$ 11,7 milhões ao estado do Acre
A compra de um apartamento de R$ 6 milhões em São Paulo foi identificada como suposto pagamento de propina
A defesa alegou nulidade de provas devido à usurpação de competência reconhecida pelo STF
Nenhuma lacuna declarada — todas as fontes convergem nos fatos materiais.