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STJ nega pedido de liberdade para MC Ryan SP, Poze do Rodo e dono da Choquei após conversão para prisão preventiva

4 fontes · 25 Apr 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

O STJ negou, na sexta-feira (24), o pedido de liberdade para MC Ryan SP, Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira, dono do perfil Choquei, mantendo a prisão preventiva decretada no âmbito da Operação Narco Fluxo. Os três haviam sido soltos na quinta-feira (23) por habeas corpus, mas a Polícia Federal pediu a conversão da prisão temporária em preventiva ainda no mesmo dia, acolhida pelo juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal Criminal de Santos.

A decisão do STJ ocorre em meio a investigações sobre uma organização criminosa que movimentou R$ 1,6 bilhão. O nome do ministro relator não foi divulgado, mas a corte rejeitou o recurso da defesa, mantendo os argumentos que justificam a preventiva: garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal ou asseguração da aplicação da lei penal.

MC Ryan SP, nome artístico de Ryan Santana dos Santos, possui ao menos três processos indexados no Escavador [1], a maioria na área cível. O cantor, descrito no Wikidata como cantor e compositor brasileiro [2], já havia sido alvo de ações judiciais, mas esta é a primeira vez que responde por crime de organização criminosa.

Poze do Rodo, ou MC Poze do Rodo, também figura como cantor de funk carioca no Wikidata [3]. Raphael Sousa Oliveira, responsável pela página Choquei, não possui registros públicos no Wikidata.

O juiz Roberto Lemos dos Santos Filho, que decretou a nova ordem de prisão, tem vasta experiência na magistratura federal. Segundo o Escavador [4], é doutor em Direito Ambiental Internacional pela Universidade Católica de Santos (2023), mestre em Direito, e atua como juiz federal titular da 5ª Vara Federal Criminal de Santos desde 2013. Já foi juiz de Direito no TJ/MS, juiz eleitoral, e juiz auxiliar da Corregedoria da Justiça Federal da 3ª Região.

A defesa dos investigados não se manifestou até o fechamento desta edição.

Fontes

1. O que se sabe (3)

STJ negou o pedido de liberdade em 24 de abril de 2026

3 fontes IstoÉ O Liberal Carta Capital

As prisões temporárias foram convertidas em preventivas

3 fontes IstoÉ O Liberal Carta Capital

A investigação envolve movimentação de R$ 1,6 bilhão

3 fontes IstoÉ O Liberal Carta Capital
2. Onde a cobertura é mais esparsa (1)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (1)

Juiz Roberto Lemos dos Santos Filho decretou a nova ordem de prisão

Reportado por: IstoÉ O Liberal
Não cobriram: Carta Capital
3. O que ainda não se sabe

Nenhuma lacuna declarada — todas as fontes convergem nos fatos materiais.

Todas as fontes

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