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TJ mantém suspensão do projeto 'Times Square paulistana' no centro de SP

4 fontes · 13 Jun 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa composto de múltiplas fontes ? sem trecho verbatim

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou nesta sexta-feira (12) o recurso da Prefeitura para retomar o projeto Boulevard São João, conhecido como "Times Square paulistana", no cruzamento das avenidas Ipiranga e São João. O desembargador Fausto Seabra, relator na 7ª Câmara de Direito Público, manteve a suspensão por entender que não há risco de dano irreparável com a paralisação até análise mais profunda do caso.

Citações da imprensa (1)
DCM

"A Justiça negou nesta sexta-feira (12) o recurso apresentado pela Prefeitura de São Paulo para retomar a implantação da chamada "Times Square" paulistana"

O projeto estava suspenso desde 27 de maio por decisão liminar da juíza Celina Kiyomi Toyoshima, da 4ª Vara de Fazenda Pública, no processo nº 1034356-34.2026.8.26.0053. A liminar foi concedida em ação popular ajuizada por um grupo de cidadãos representados pelos advogados Igor Tamasauskas e Maitê Piccolomini Bertaiolli, do escritório Bottini & Tamasauskas Advogados. ?

Citações da imprensa (2)
Conjur

"Esse foi o entendimento da juíza Celina Kiyomi Toyoshima, da 4ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo, para suspender em caráter liminar a autorização de instalação de painéis de publicidade do projeto Boulevard São Paulo, conhecido como 'Times Square Paulistana'... Processo 1034356-34.2026.8.26.0053"

Conjur

"Um grupo de cidadãos ajuizou uma ação popular contra a prefeitura e outros órgãos, pedindo a anulação do ato... Atuam na causa, representando os autores da ação, os advogados Igor Tamasauskas e Maitê Piccolomini Bertaiolli, do escritório Bottini & Tamasauskas Advogados."

Os autores da ação alegaram desvio de finalidade no uso da Lei Cidade Limpa para reintroduzir publicidade monumental, lesão ao patrimônio e paisagístico, e ausência de concorrência pública adequada. O Ministério Público defendeu a suspensão, argumentando que a introdução de painéis gigantes constitui abuso aos objetivos urbanísticos da legislação municipal.

Citações da imprensa (2)
Conjur

"Os autores da ação argumentaram que o projeto representa um desvio de finalidade, pois utiliza um artigo da Lei Cidade Limpa para reintroduzir publicidade monumental, o que causaria lesão ao patrimônio histórico, paisagístico e ao erário municipal"

Conjur

"O Ministério Público, por sua vez, defendeu a suspensão do projeto. O órgão apontou que a introdução de painéis gigantes constitui abuso aos objetivos urbanísticos da legislação"

O projeto prevê investimento privado de R$ 42 milhões em painéis de LED em quatro edifícios, com contrapartida de R$ 8 milhões para restauração de monumentos. A Prefeitura realizou consulta pública entre 9 e 24 de março de 2026 na plataforma Participe+, e o projeto foi aprovado pela Comissão de Proteção à Paisagem Urbana em votação apertada.

Citações da imprensa (3)
G1

"O custo dos telões é estimado em R$ 42 milhões, inteiramente bancados pela iniciativa privada"

G1

"O termo de cooperação firmado com o grupo Fábrica de Bares prevê a aplicação de R$ 8 milhões pela empresa para a restauração de monumentos"

Prefeitura

"A Prefeitura de São Paulo abre, nesta segunda-feira (09), consulta pública on-line sobre o projeto Boulevard São João, iniciativa estratégica de requalificação urbana e ativação tecnológica no centro da capital... e ficará disponível para contribuições da população na plataforma Participe+ até 24 de março."

Na decisão de sexta-feira, o desembargador apontou "dúvida razoável" sobre o enquadramento do projeto na Lei Cidade Limpa e destacou que a CPPU deliberou 11 dias antes do fim da consulta pública, o que poderia comprometer a legitimidade do processo decisório.

Citações da imprensa (2)
DCM

"Na decisão, o magistrado afirmou que a implantação imediata do projeto poderia provocar "alterações relevantes na paisagem urbana da região central"

DCM

"Na nova decisão, o desembargador apontou "dúvida razoável" sobre o enquadramento do projeto em trecho da Lei Cidade Limpa que permite termos de cooperação quando há interesse público. Ele também destacou que a CPPU deliberou sobre o caso 11 dias antes do fim da consulta pública"

1. O que se sabe (1)

O recurso da Prefeitura foi negado pelo desembargador Fausto Seabra na 7ª Câmara de Direito Público em 12 de junho de 2026

2 fontes DCM G1
2. Onde a cobertura é mais esparsa (3)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

O projeto prevê funcionamento dos painéis entre 5h e 23h, com 30% do tempo destinado à publicidade e 70% a conteúdo cultural e de utilidade pública

Reportado por: G1
Não cobriram: DCM

A Prefeitura alegou que a paralisação frustra investimentos privados e inviabiliza ações de restauro no patrimônio

Reportado por: DCM G1

Versões em conflito (1)

Valor das contrapartidas do projeto pela empresa privada

1 fonte — "Contrapartidas anuais de R$ 2 milhões segundo os autores da ação popular": Conjur
1 fonte — "Contrapartida total de R$ 7,9 milhões segundo a Prefeitura no recurso": DCM
1 fonte — "Contrapartida de R$ 8 milhões para restauração segundo termo de cooperação": G1
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Qual o prazo para eventual novo recurso da Prefeitura e quando será o julgamento de mérito?

    Por que ainda não se sabe: Nem a decisão do TJ nem a cobertura da imprensa especificaram os próximos prazos processuais ou quando o caso será analisado definitivamente.

    Não cobriram: DCM G1
  • Quais foram exatamente as contribuições recebidas na consulta pública e como influenciaram a decisão da CPPU?

    Por que ainda não se sabe: Embora a consulta pública tenha ocorrido entre 9 e 24 de março na plataforma Participe+, o conteúdo das contribuições não foi divulgado pelos órgãos municipais.

    Não cobriram: G1 DCM
  • Qual foi o texto exato da liminar de 27 de maio e quais artigos da Lei Cidade Limpa ou fundamentos específicos foram citados?

Todas as fontes

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