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TSE adia decisão sobre pesquisa AtlasIntel após pedido de vista de ministra

21 fontes · 10 Jun 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa composto de múltiplas fontes ? sem trecho verbatim

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou nesta terça-feira (9) a decisão sobre a suspensão de uma pesquisa eleitoral da AtlasIntel que mostrava queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para presidente. A ministra Estela Aranha pediu vista do processo — Representação nº 0600867-27.2026.6.00.0000 (PJe), relatado pelo ministro Kassio Nunes Marques — interrompendo o julgamento que analisava se o plenário referendaria a decisão liminar do presidente do TSE. ?

Citações da imprensa (1)
TSE

"TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL REPRESENTAÇÃO (11541) N. 0600867-27.2026.6.00.0000 (PJe) – BRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL RELATOR: MINISTRO NUNES MARQUES REPRESENTANTE: PARTIDO LIBERAL (PL) – NACIONAL ADVOGADOS: MARIA CLAUDIA BUCCHIANERI (OAB/DF 25.341) E OUTROS REPRESENTADA: ATLASINTEL TECNOLOGIA DE DADOS LTDA."

Na segunda-feira (8), Nunes Marques havia atendido ao pedido do Partido Liberal (PL) e suspendeu a divulgação da pesquisa publicada em 19 de maio, que apontou queda de cinco pontos nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro após a divulgação de áudios em que o senador pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro. O ministro considerou que havia "indícios relevantes de comprometimento da metodologia" do questionário, que incluía oito perguntas sobre o caso do Banco Master apresentadas em sequência.

Citações da imprensa (1)
Agência Brasil

"A pesquisa foi divulgada no dia 19 de maio e apontou queda de cinco pontos na intenção de voto para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência, após o surgimento da conversa do parlamentar com o banqueiro Daniel Vorcaro"

Durante a sessão, o ministro Dias Toffoli destacou que a decisão estabelecerá precedentes para futuras pesquisas eleitorais. "O que nós vamos decidir neste caso é o futuro. Pesquisa pode tudo ou não pode nada, ou pode perguntas claras e objetivas, sem induzimento", afirmou. Toffoli defendeu que "pesquisa é para medir opinião pública, não é para formar opinião pública", mas reconheceu a necessidade de definir limites objetivos.

Citações da imprensa (1)
InfoMoney

"Vamos decidir o futuro. Pesquisa pode tudo ou não pode nada, ou pode perguntas claras e objetivas, sem induzimento. E qual seria esse limite do que é induzimento ou que não é induzimento", completou."

A AtlasIntel nega ter induzido entrevistados e afirma que o áudio foi apresentado apenas após o término do questionário principal, em uma etapa voluntária separada, sem possibilidade de alteração das respostas já registradas. O advogado da empresa, Gualter Rafael Maciel Bezerra, argumentou que se trata de "discordância da metodologia com relação a um fato político público e notório". A advogada do PL, Maria Claudia Bucchianeri, sustentou que a pesquisa tem um "problema fatal" por não ter anexado o conteúdo audiovisual submetido aos entrevistados.

Citações da imprensa (1)
Band

"O que se tem na representação é uma discordância da metodologia com relação a um fato político público e notório, qual seja, a relação de Flávio Bolsonaro, pré-candidato pelo PL, com Daniel Vorcaro e a questão do Banco Master", afirmou."

1. O que se sabe (2)

A ministra Estela Aranha pediu vista, adiando o julgamento sem data para retomada

5 fontes Agência Brasil InfoMoney Band Jovem Pan Folha de S.Paulo

A pesquisa mostrou queda de cinco a seis pontos nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro após divulgação dos áudios

4 fontes Agência Brasil InfoMoney Correio do Povo GaúchaZH
2. Onde a cobertura é mais esparsa (3)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

A decisão estabelecerá precedentes importantes para regulamentação de pesquisas eleitorais futuras

Não cobriram: Agência Brasil Band Jovem Pan

Outros institutos identificaram padrão similar de desgaste eleitoral para Flávio Bolsonaro

Reportado por: Band Brasil de Fato

Pontos em disputa entre os atores (1)

As mesmas fontes relatam as duas versões — a contradição é entre os atores do caso, não entre os veículos.

Questionamento sobre autenticidade dos áudios na petição do PL

2 fontes — "O PL questionou na petição a autenticidade dos áudios de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro": Jornal do Brasil Revista Fórum
2 fontes — "Flávio Bolsonaro já havia confirmado publicamente a autenticidade dos áudios": Jornal do Brasil Revista Fórum
3. O que ainda não se sabe (4)
  • Qual o conteúdo exato do áudio e do material audiovisual apresentado aos entrevistados?

    Por que ainda não se sabe: A advogada do PL alegou que a mídia não foi anexada nem transcrita no processo, impossibilitando análise técnica completa

    Não cobriram: Agência Brasil InfoMoney Band
  • Qual a posição do Ministério Público Eleitoral sobre o caso?

    Por que ainda não se sabe: Nunes Marques solicitou manifestação da PGR em um dia, mas o parecer ainda não foi divulgado

    Não cobriram: Terra Jovem Pan GaúchaZH
  • Quais são os precedentes jurisprudenciais do TSE para controle de metodologia de pesquisas eleitorais?

    Por que ainda não se sabe: Os ministros mencionaram a necessidade de estabelecer parâmetros, mas nenhuma fonte detalhou decisões anteriores sobre indução em pesquisas

  • Como outros institutos de pesquisa mediaram o impacto dos áudios de Flávio Bolsonaro no mesmo período?

Todas as fontes

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