Colômbia, Chile e México aprovaram leis reduzindo as jornadas de trabalho semanais nos últimos anos. O Brasil tramita projeto similar que pode acabar com a escala 6x1. A Argentina foi na direção oposta e aumentou para até 12 horas diárias.
As três reduções de jornada ocorreram em contextos de mobilizações sociais e mudanças políticas, com a Colômbia e Chile respondendo a revoltas populares de 2019, enquanto o México implementou a mudança sob um governo de esquerda popular. A Organização Internacional do Trabalho recomenda a redução das jornadas para 40 horas semanais.
A Colômbia reduziu a jornada de 48 para 42 horas semanais, promulgada em julho de 2021 pelo presidente Iván Duque, com redução gradual que deve se completar em julho de 2026
O Chile aprovou redução de 45 para 40 horas semanais em abril de 2023, sob o governo de Gabriel Boric, com implementação gradual até 2028
O México promulgou redução de 48 para 40 horas semanais em março de 2026 sob Claudia Sheinbaum, com implementação gradual começando em janeiro de 2027
A Argentina permitiu jornadas de até 12 horas diárias sob Javier Milei, indo na direção contrária aos demais países
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