← Voltar ao feed

Defesa de Bolsonaro insiste em pedido para irmão de Michelle acompanhar ex-presidente em prisão domiciliar

3 fontes · 14 Apr 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

Ministro Alexandre de Moraes substituiu prisão domiciliar por preventiva após violação do monitoramento eletrônico e evidências de tentativa de obstrução, considerando insuficiência das medidas anteriores diante da proximidade do trânsito em julgado da condenação [1].

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decretou em 22 de novembro de 2025 a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, substituindo sua prisão domiciliar e determinando seu recolhimento na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal [1]. A decisão monocrática foi submetida a referendo da Primeira Turma do STF em sessão virtual extraordinária convocada para 24 de novembro pelo ministro Flávio Dino, presidente do colegiado .

A fundamentação explícita para a medida mais rigorosa centrou-se em um "risco iminente de fuga a partir de ocorrência de violação do equipamento de monitoramento eletrônico (tornozeleira) à 0h08min do dia 22/11, indicando tentativa de rompimento do dispositivo" [1]. O ministro também citou a "possibilidade de deslocamento para embaixadas próximas à residência, considerando que as investigações revelaram um antecedente de planejamento de pedido de asilo em representação diplomática" e uma "tentativa de obstrução e fiscalização da prisão domiciliar a partir de convocação pública para uma vigília nas proximidades da residência de Bolsonaro, feita por parlamentar e familiar do réu" .

O ato foi produzido por decisão monocrática do ministro relator Alexandre de Moraes, com base em pedido da Polícia Federal e manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República [1]. O documento registra que "Bolsonaro já havia violado medidas anteriormente impostas, incluindo o uso indevido de redes sociais e condutas que contrariavam regras da prisão domiciliar" e que, "diante da proximidade do trânsito em julgado da condenação a 27 anos e 3 meses de reclusão, o STF considerou que a manutenção da prisão domiciliar não era capaz de neutralizar o risco" .

Fontes

1. O que se sabe (6)

A defesa apresentou o pedido reforçado na segunda-feira, 13 de abril

3 fontes Jovem Pan Veja DCM

Carlos Eduardo Antunes Torres é irmão de criação de Michelle Bolsonaro

2 fontes Jovem Pan DCM

Alexandre de Moraes rejeitou o pedido anterior e solicitou as qualificações profissionais de Torres

3 fontes Jovem Pan Veja DCM

A defesa afirma que Torres não é da área da saúde

3 fontes Jovem Pan Veja DCM

Moraes autorizou o médico ortopedista Alexandre Firmino Paniago para visitas permanentes sem aviso prévio

2 fontes Jovem Pan DCM

Bolsonaro está em prisão domiciliar por 90 dias no Condomínio Solar de Brasília desde 27 de março

2 fontes Jovem Pan DCM
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

Torres preparava as refeições de Bolsonaro quando ele estava na Papudinha

Reportado por: Veja
Não cobriram: Jovem Pan DCM

Torres é pré-candidato a deputado distrital pelo PL-DF

Reportado por: Veja
Não cobriram: Jovem Pan DCM
3. O que ainda não se sabe (5)
  • Quem é o parlamentar e o familiar que convocaram a vigília mencionada na decisão?

  • Quais foram exatamente as violações anteriores de medidas pelo réu citadas?

  • Qual a data exata do trânsito em julgado da condenação na AP 2668?

  • Qual o conteúdo da manifestação favorável da PGR?

  • Houve votos divergentes no referendo da Primeira Turma do STF?

Todas as fontes

3