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Douglas Ruas é eleito presidente da Alerj e articula estratégias para assumir governo do Rio

4 fontes · 18 Apr 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

Ministros divergem sobre se a renúncia de Cláudio Castro, antes de condenação por abuso de poder, constitui causa eleitoral que exigiria voto popular, ou se abre espaço para escolha indireta pela Assembleia Legislativa [1].

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar, em 8 de abril de 2026, duas ações que definirão o formato da eleição para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro [1]. O julgamento foi iniciado após a renúncia do governador Cláudio Castro em 23 de março de 2026, que ocorreu antes de uma condenação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder, e a renúncia anterior do vice-governador Thiago Pampolha em 2025 .

A divergência central entre os ministros relatores gira em torno da classificação da causa da vacância do cargo. Para o ministro Cristiano Zanin, a eleição deve ser direta, pois a vacância tem causa eleitoral. Ele argumenta que *"a renúncia de Castro foi uma tentativa de burlar a cassação pelo TSE e não afasta os aspectos eleitorais da dupla vacância"* [1]. Em contrapartida, o ministro Luiz Fux votou pela eleição indireta, sustentando que, como o TSE admitiu a renúncia como legítima e não decretou cassação, o STF não poderia rever esse entendimento por meio de reclamação .

O julgamento ocorre em sessão plenária do STF, com a apresentação dos votos dos relatores das ações: a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7942, relatada por Luiz Fux, que questiona a Lei Complementar estadual 229/2026 que prevê eleição indireta; e a Reclamação (RCL) 92644, relatada por Cristiano Zanin, que questiona a decisão do TSE que determinou eleições indiretas [1]. As ações foram apresentadas pelo Partido Social Democrático (PSD) . Os relatores também divergiram sobre o procedimento de uma eventual eleição indireta: Fux defendeu voto secreto para evitar exigência de contrapartida, enquanto Zanin defendeu voto aberto para conferir transparência . O julgamento não foi concluído e prosseguiu em sessão posterior .

Fontes

1. O que se sabe (4)

Douglas Ruas (PL) foi eleito presidente da Alerj em 17 de janeiro de 2026

4 fontes Veja Terra Oglobo Congressoemfoco

A primeira eleição de 26 de março foi anulada pela Justiça

3 fontes Veja Oglobo Congressoemfoco

O desembargador Ricardo Couto está comandando o estado interinamente

3 fontes Veja Terra Oglobo

Cláudio Castro renunciou antes de ser condenado pelo TSE por abuso de poder

2 fontes Terra Oglobo
2. Onde a cobertura é mais esparsa (3)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (3)

Ruas recebeu 44 votos de 70 deputados possíveis

Reportado por: Oglobo Congressoemfoco
Não cobriram: Veja Terra

25 parlamentares da oposição boicotaram a votação

Reportado por: Oglobo Congressoemfoco
Não cobriram: Veja Terra

O STF debate se a eleição para governador-tampão deve ser direta ou indireta

Reportado por: Terra Oglobo
Não cobriram: Veja Congressoemfoco
3. O que ainda não se sabe (7)
  • Qual foi o resultado final da votação no colegiado do STF?

  • Quantos ministros participaram da sessão e qual foi a composição do quórum?

  • Quais são os fundamentos jurídicos completos de cada ministro, além das citações resumidas?

  • Qual a data exata da decisão do TSE que é objeto da RCL 92644?

  • Quando foi publicada a Lei Complementar estadual 229/2026?

  • Há outros partidos ou entidades como partes nos processos além do PSD?

  • Qual o identificador oficial completo (número do processo/acórdão) da decisão do STF?

Todas as fontes

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