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Fachin cria grupo de trabalho para revisar penduricalhos de juízes

7 fontes · 07 Jun 2026 · Compartilhar cobertura ·

verbatim da imprensa composto de múltiplas fontes

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), criou na sexta-feira (5) um grupo de trabalho para revisar todos os penduricalhos — verbas indenizatórias sem previsão legal — pagos aos magistrados do país. O grupo tem 180 dias para apresentar um relatório completo sobre a situação atual desses benefícios e elaborar uma minuta de projeto de lei para regulamentar o pagamento das verbas.

Citações da imprensa (1)
Agência Brasil

"O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, decidiu criar um grupo de trabalho para revisar todos os penduricalhos pagos aos magistrados do país. De acordo com o plano de trabalho assinado por Fachin na noite de sexta-feira (5)"

Segundo a portaria assinada por Fachin, o objetivo é "realizar estudos sobre propostas legislativas acerca da remuneração da magistratura e seus reflexos no aperfeiçoamento do sistema remuneratório do serviço público nacional". O ministro justificou que o sistema atual, criado em 1998, gera "cenário de desigualdades, insegurança jurídica, falta de publicidade e utilização de subterfúgios conceituais dissociados da realidade".

Citações da imprensa (1)
Band

"realizar estudos sobre propostas legislativas acerca da remuneração da magistratura e seus reflexos no aperfeiçoamento do sistema remuneratório do serviço público nacional"

A iniciativa ocorre após o CNJ ter aprovado, no fim de maio de 2026, a criação de um contracheque único para magistrados, proibindo tribunais de abrir folhas de pagamento extras para verbas além dos vencimentos regulares. Um levantamento do CNJ identificou mais de 500 tipos diferentes de penduricalhos pagos pelos tribunais com nomenclaturas distintas.

Citações da imprensa (1)
JC

"Um levantamento do CNJ identificou a existência de mais de 500 registros de "penduricalhos", pagos com nomes distintos"

O tema ganhou impulso em março de 2026, quando o STF referendou liminar do ministro Flávio Dino suspendendo o pagamento de diversas verbas não previstas em lei. Os penduricalhos permitem remuneração muito acima do teto constitucional do funcionalismo público e são fonte de críticas ao Poder Judiciário.

Citações da imprensa (1)
Agência Brasil

"A discussão sobre os penduricalhos dos magistrados, que acarretam pagamentos muito acima do teto do funcionalismo público, tomou impulso em março, quando o Supremo referendou uma liminar do ministro Flávio Dino e suspendeu de imediato o pagamento de diversas verbas não previstas em lei"

1. O que se sabe (2)

O grupo de trabalho tem prazo de 180 dias (6 meses) para apresentar relatório e minuta de projeto de lei

CNJ aprovou contracheque único para magistrados no fim de maio de 2026

2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

O grupo de trabalho terá representantes de múltiplas instituições incluindo Câmara, Senado, Executivo e TCU

Reportado por: Band JC Jovem Pan

O sistema remuneratório atual da magistratura foi criado em 1998

Reportado por: Band JC Jovem Pan
3. O que ainda não se sabe (4)

Todas as fontes

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