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Flávio Dino mantém afastamento do vice-prefeito de Macapá por tempo indeterminado

4 fontes · 03 May 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

O ministro do STF considerou que a permanência do vice-prefeito no cargo poderia comprometer as investigações da Operação Paroxismo, que apura organização criminosa voltada ao desvio de recursos federais do hospital municipal [1, 2].

Em 2 de maio de 2026, o ministro Flávio Dino manteve por tempo indeterminado o afastamento do vice-prefeito de Macapá, Mário Neto (Podemos), investigado na Operação Paroxismo por fraude em licitações e desvio de recursos da saúde [2]. A decisão original, de 4 de março de 2026, já havia afastado o prefeito Antônio Furlan (PSD) e outros servidores por 60 dias, com base em indícios de que a cúpula municipal não tomou medidas para evitar irregularidades e, ao contrário, há indícios de que pelo menos um deles cooperou para o desvio [1].

A justificativa central para a manutenção do afastamento é evitar interferência nas investigações [2]. Dino atendeu a pedidos da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal, que apontaram risco de obstrução caso o vice-prefeito retornasse ao cargo . A investigação original já havia revelado movimentação “sistemática e anômala” de recursos em espécie pelos sócios da empresa contratada para construir o hospital, orçado em R$ 69 milhões, e o transporte de valores em veículo do prefeito [1].

A decisão foi monocrática, ou seja, tomada individualmente pelo relator do caso no STF, sem necessidade de apreciação pelo plenário [1]. Mário Neto, que também exercia a função de secretário de Finanças, foi alvo de buscas e quebra de sigilo bancário e fiscal desde 1º de janeiro de 2024 até 6 de fevereiro de 2026 .

As fontes primárias disponíveis não esclarecem a duração original do afastamento antes da prorrogação por tempo indeterminado, nem se houve recurso ou manifestação da defesa do vice-prefeito [2]. Também não há detalhes sobre as provas específicas além das descrições genéricas da PF.

Fontes

1. O que se sabe (2)

A decisão foi monocrática e atende pedidos da PGR e Polícia Federal

4 fontes Carta Capital DCM Hoje em Dia Valor Econômico

O afastamento não tem prazo definido e visa evitar interferência nas investigações

3 fontes Carta Capital DCM Hoje em Dia
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

Mário Neto também exercia função de secretário de Finanças

Reportado por: Valor Econômico
Não cobriram: Carta Capital DCM Hoje em Dia

Investigados se recusaram a fornecer senhas de celulares apreendidos

Reportado por: Valor Econômico
Não cobriram: Carta Capital DCM Hoje em Dia
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Qual era a duração original do afastamento antes de ser prorrogado por tempo indeterminado?

  • Houve recurso ou manifestação da defesa do vice-prefeito Mário Neto?

  • Quais são as provas específicas contra o vice-prefeito, além das descrições genéricas da PF?

Todas as fontes

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