✓ verbatim da imprensa
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou na sexta-feira (12) o programa Move Motos — uma linha de crédito com juros de 12,5% ao ano para motociclistas de aplicativo financiarem motocicletas, ciclomotores e bicicletas elétricas produzidas no Brasil. A taxa representa menos da metade dos 27% praticados no mercado, segundo o ministro Guilherme Boulos, com financiamento de 100% do valor do veículo e carência de até três meses para começar a pagar. ✓
Citações da imprensa (2)
"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta sexta-feira (12) o programa Move Motos"
"Hoje o juro médio para comprar moto está em 27% ao ano, mas conseguimos chegar a 12,5% ao ano"
O público-alvo são os 351 mil motociclistas que trabalham por aplicativo no país — 33,5% dos 1,1 milhão de condutores de motocicletas registrados pelo IBGE em 2024. Para acessar o crédito, o trabalhador precisa ter seis meses de cadastro em plataforma oficial e pelo menos 100 corridas realizadas. A partir de 13 de julho, profissionais aprovados poderão procurar Banco do Brasil, Caixa ou instituições habilitadas para contratar o financiamento. ✓
Citações da imprensa (2)
"Os ocupados que trabalhavam como condutores de motocicletas eram 1,1 milhão em 2024. Deste total, 33,5% (351 mil pessoas) realizavam trabalho"
"Para acessar o financiamento, estão previstos alguns requisitos mínimos, como seis meses de cadastro na plataforma oficial, e no mínimo, 100 corridas realizadas"
O Move Motos integra o programa Move Brasil, que tem R$ 21,2 bilhões à disposição pelo BNDES para renovação de frotas. No primeiro dia de operação do Move Brasil, R$ 3,2 bilhões em crédito foram contratados. Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, Lula afirmou que os motociclistas "deixaram de ser a última força de trabalho considerada invisível neste país" e demandou que BB e Caixa organizem atendimento "proativo e sem burocracia" em 30 dias. ✓
Citações da imprensa (2)
"No primeiro dia de operações, R$ 3,2 bilhões em crédito foram contratados pelo Move Brasil, dos R$ 21,2 bilhões colocados à disposição pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)"
"Os motociclistas de aplicativo deixaram de ser a última força de trabalho considerada invisível neste país"
O financiamento inclui seguro prestamista, capacetes, baterias e pontos de carga elétrica, tudo disponibilizado pela plataforma gov.br/movebrasil. As taxas são diferenciadas por gênero: 0,99% ao mês para homens e 0,91% para mulheres. Profissionais com restrição de crédito poderão usar o programa Desenrola para regularizar a situação antes de aderir ao Move Motos. ✓
Citações da imprensa (2)
"a taxa a ser cobrada para financiamento dos veículos será de 12,5% ao ano, o que corresponde a 0,99% ao mês para homens e 0,91% ao mês para mulheres"
"motoristas com restrição de crédito não poderão aderir inicialmente, mas poderão recorrer ao programa Desenrola para regularizar a situação"
Programa Move Motos foi lançado pelo presidente Lula na sexta-feira (12) com juros de 12,5% ao ano
Financiamento cobre 100% do valor do veículo sem entrada e inclui capacetes, baterias e seguro prestamista
Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.
Cobertos por apenas algumas fontes (2)
Ministro Guilherme Boulos fez declarações detalhando as condições do programa antes do lançamento
Lula defendeu campanhas de educação no trânsito para melhorar relacionamento entre motoristas e motociclistas
-
Qual é o documento legal específico que criou o programa Move Motos?
Por que ainda não se sabe: O decreto, portaria ou instrumento normativo que formalizou o programa não foi localizado no DOU ou no Planalto até 13 de junho, apesar do lançamento público em 12 de junho
-
Qual é a alocação específica de recursos do BNDES para o Move Motos?
Por que ainda não se sabe: Embora o Move Brasil tenha R$ 21,2 bilhões disponíveis, a fatia destinada especificamente para motocicletas e ciclomotores não foi divulgada separadamente
-
Quais são os argumentos técnicos ou jurídicos contrários ao programa?
Por que ainda não se sabe: Nenhuma fonte consultada apresentou críticas, questionamentos sobre impacto fiscal, sustentabilidade do programa ou posicionamento de oposição