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Polícia Federal prende ex-presidente do BRB por suposta propina de R$ 146 milhões

16 fontes · 17 Apr 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

Ministro André Mendonça fundamentou decisão no "risco de destruição de provas" e na existência de uma "engrenagem ilícita" para fabricação e venda de carteiras de crédito fictícias entre bancos [1].

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão preventiva do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, e do advogado Daniel Monteiro em 16 de abril de 2026 [1]. A decisão atende a um pedido da Polícia Federal, com manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), apresentado no âmbito do Inquérito 5026, conhecido como Caso Master .

A fundamentação central para a prisão foi o risco à investigação. O ministro Mendonça considerou existir "risco de destruição de provas e de interferência nas investigações no Caso Master" [1]. Ele destacou que as evidências apontam para "a existência de uma engrenagem ilícita, concebida para viabilizar a fabricação, venda e cessão de carteiras de crédito fictícias do Banco Master ao BRB, com expressivo impacto patrimonial e institucional" . O relator afirmou que a conduta dos investigados "não se limita a uma negligência administrativa ou deficiência de governança, mas alcança, em tese, a adesão consciente ao arranjo criminoso" .

A decisão foi monocrática, proferida pelo ministro relator em resposta à Petição (PET) 15771 da Polícia Federal [1]. O processo será submetido a referendo da Segunda Turma do STF em uma sessão virtual extraordinária marcada para ocorrer entre 22 e 24 de abril . Os protagonistas do ato são o ministro André Mendonça, como autor da decisão; a Polícia Federal, como requerente; e a PGR, que se manifestou favoravelmente .

O documento primário recuperado não detalha os crimes específicos imputados a cada investigado, mencionando apenas categorias gerais como crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa [1]. Também não especifica a natureza exata das "vantagens indevidas" supostamente recebidas por Paulo Henrique Costa . Há uma divergência reportada no valor dos imóveis envolvidos na suposta propina, com fontes jornalísticas citando tanto R$ 146,5 milhões quanto R$ 140 milhões, enquanto o documento do STF menciona R$ 146 milhões .

Fontes

1. O que se sabe (6)

Paulo Henrique Costa foi preso pela Polícia Federal na quinta-feira, 16 de abril

A prisão ocorreu na quarta fase da Operação Compliance Zero

A decisão de prisão foi autorizada pelo ministro André Mendonça do STF

Costa foi transferido para o complexo penitenciário da Papuda

6 fontes Jovem Pan InfoMoney IstoÉ Terra Valor Econômico JC

O advogado Daniel Monteiro também foi preso na operação

3 fontes O Globo Jovem Pan G1

Daniel Vorcaro está preso desde 4 de março

2 fontes Jornal GGN Jornal do Brasil
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (1)

A Segunda Turma do STF vai julgar a manutenção da prisão entre 22 e 24 de abril

Versões em conflito (1)

Valor total dos imóveis envolvidos na suposta propina

4 fontes — "R$ 140 milhões": Jornal GGN InfoMoney IstoÉ JC
3. O que ainda não se sabe (6)
  • Qual é o número oficial do processo ou identificador da decisão do STF?

  • Quais são os crimes específicos imputados a Paulo Henrique Costa e a Daniel Monteiro?

  • Qual é a natureza exata das 'vantagens indevidas' recebidas por Paulo Henrique Costa?

  • Há outros investigados ou presos além dos mencionados?

  • Qual é o valor exato e consensual dos imóveis envolvidos na suposta propina?

  • Qual é a posição dos outros ministros da Segunda Turma do STF que farão o referendo da decisão?

Todas as fontes

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