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STF mantém prisão de ex-presidente do BRB e Fachin suspende proibição de venda de bens do DF

10 fontes · 25 Apr 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

A Segunda Turma manteve a prisão do ex-presidente do BRB por considerar insuficientes medidas cautelares alternativas, enquanto Fachin suspendeu a proibição de venda de bens do DF para permitir a capitalização do banco.

Em 25 de abril de 2026, a Segunda Turma do STF manteve por unanimidade a prisão preventiva do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, decretada em 16 de abril pelo relator André Mendonça na quarta fase da Operação Compliance [1]. Costa é acusado de receber R$ 146,5 milhões em propina do banqueiro Daniel Vorcaro em troca da compra de carteiras de crédito fictícias pelo BRB, totalizando R$ 12,2 bilhões em operações fraudulentas entre o Banco Master e o BRB.

O fundamento central da decisão foi o risco de destruição de provas e de interferência nas investigações, aliado à complexidade do esquema e à continuidade dos atos de lavagem de dinheiro. O relator André Mendonça destacou que o envolvimento de Costa "não se limita a uma negligência administrativa ou deficiência de governança, mas alcança, em tese, a adesão consciente ao arranjo criminoso" [1]. Para o ministro, medidas cautelares diversas da prisão seriam insuficientes diante do "grau de articulação dos investigados, da complexidade do esquema e da continuidade dos atos de lavagem de dinheiro" .

Em decisão separada, o presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu a proibição de venda de bens públicos do Distrito Federal para socorrer financeiramente o BRB, que havia sido imposta pelo desembargador Rômulo de Araújo Mendes, do TJDFT. Fachin considerou que a medida anterior inviabilizava a capitalização do banco e prejudicava a própria recuperação da instituição. A decisão de Fachin será submetida ao plenário do STF entre 8 e 15 de maio [1].

Ainda não se sabe se a decisão de Fachin será confirmada pelo plenário, nem há detalhes sobre os votos individuais no referendo da Segunda Turma que manteve a prisão de Costa. O ministro Dias Toffoli declarou-se suspeito para participar do julgamento [1].

Fontes

1. O que se sabe (6)

A Segunda Turma do STF manteve por unanimidade a prisão de Paulo Henrique Costa com 4 votos a 0

5 fontes A Crítica Correio do Povo IstoÉ Veja Agência Brasil

Paulo Henrique Costa foi preso em 16 de abril durante a quarta fase da Operação Compliance

5 fontes A Crítica Correio do Povo IstoÉ Veja Agência Brasil

Segundo as investigações, Costa teria combinado receber R$ 146,5 milhões em propina do banqueiro Daniel Vorcaro

5 fontes A Crítica Correio do Povo IstoÉ Veja Agência Brasil

Edson Fachin suspendeu decisão que proibia venda de bens do DF para recuperar o BRB

5 fontes CNN Brasil Terra Band Oglobo Jovem Pan

A decisão de Fachin será submetida ao plenário do STF entre 8 e 15 de maio

4 fontes CNN Brasil Terra Oglobo Jovem Pan

O ministro Dias Toffoli se declarou suspeito para participar do julgamento

5 fontes A Crítica Correio do Povo IstoÉ Veja Agência Brasil
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

A decisão anterior foi tomada pelo desembargador Rômulo de Araújo Mendes do TJDFT

Reportado por: CNN Brasil Terra Band Oglobo Jovem Pan

Para Daniel Monteiro, o placar foi 3 a 1, com Gilmar Mendes votando por prisão domiciliar

Não cobriram: CNN Brasil Terra Band Oglobo Jovem Pan
3. O que ainda não se sabe (5)
  • Não há detalhes sobre os votos individuais dos ministros na Segunda Turma que referendaram a prisão; o documento primário cita apenas 'unanimidade'.

  • Não se sabe qual foi o fundamento específico de Fachin ao suspender a decisão do desembargador Rômulo de Araújo Mendes, além de que a medida inviabilizava a capitalização do BRB.

  • Não há confirmação independente da alegação de que o placar teria sido 3 a 1, com divergência de Gilmar Mendes para prisão domiciliar.

  • Documento primário não acessível: stf_decision

    Por que ainda não se sabe: Fonte primária identificada mas não recuperada nesta passagem do pipeline.

  • Documento primário não acessível: acordao

    Por que ainda não se sabe: Fonte primária identificada mas não recuperada nesta passagem do pipeline.

Todas as fontes

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