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STF torna Silas Malafaia réu por injúria contra generais do Exército

4 fontes · 29 Apr 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

A divergência entre os ministros sobre o requisito de individualização do crime de calúnia levou a um empate, que pela regra processual penal beneficiou o acusado [1].

Na terça-feira, 28 de abril de 2026, a Primeira Turma do STF tornou réu o pastor Silas Malafaia por injúria contra 16 generais de quatro estrelas do Alto Comando do Exército, em razão de falas proferidas em manifestação na Avenida Paulista em 6 de abril de 2025 [1]. O colegiado, no entanto, rejeitou a acusação de calúnia por empate na votação, adotando a posição mais favorável ao acusado, conforme prevê o Código de Processo Penal .

A divergência centrou-se na especificidade da imputação. Para o relator, ministro Alexandre de Moraes, Malafaia atribuiu fato criminoso a pessoas determinadas — os 16 generais — ao acusá-los de omissão que poderia configurar prevaricação ou desobediência a decisão do STF [1]. Já o ministro Cristiano Zanin entendeu que a referência ao Alto Comando foi genérica, sem imputação específica a pessoa determinada, requisito necessário para a calúnia . O entendimento de Moraes foi acompanhado pelo ministro Flávio Dino; o de Zanin, pela ministra Cármen Lúcia . O empate na calúnia levou à rejeição da acusação por esse crime, mantendo-se apenas a injúria.

A decisão expõe a tensão entre liberdade de expressão e proteção da honra de agentes públicos, especialmente em manifestações políticas. Ainda não se sabe se Malafaia apresentou defesa prévia ou se haverá recurso, e o texto integral da decisão não foi divulgado [1].

Fontes

1. O que se sabe (2)

A 1ª Turma do STF decidiu tornar Silas Malafaia réu por injúria contra generais do Exército em 28 de abril de 2026

4 fontes Congressoemfoco Estado de Minas iG JC

A acusação de calúnia foi rejeitada pelos ministros

2 fontes Congressoemfoco JC
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

O julgamento aconteceu após Zanin pedir vista do processo no plenário virtual

Reportado por: JC
Não cobriram: Congressoemfoco Estado de Minas iG

Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram pelo recebimento integral da denúncia, enquanto Cristiano Zanin e Cármen Lúcia divergiram sobre a calúnia

Reportado por: Congressoemfoco
Não cobriram: Estado de Minas iG JC
3. O que ainda não se sabe (5)
  • Malafaia apresentou defesa prévia?

  • Qual é o número exato do processo (Pet 15179 é citado, mas não como identificador oficial)?

  • O julgamento foi virtual ou presencial?

  • Houve sustentação oral ou outras intervenções na sessão?

  • Qual a data de recebimento da denúncia ou despachos anteriores?

Todas as fontes

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