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Zanin mantém desembargador Ricardo Couto como governador interino do Rio de Janeiro

6 fontes · 25 Apr 2026 · Compartilhar cobertura ·

Documentos públicos que os veículos não citaram:

O ministro do STF rejeitou a troca pelo presidente da Alerj porque a renúncia do ex-governador foi considerada um 'mecanismo de burla' para escapar da cassação [1].

O ministro Cristiano Zanin, do STF, decidiu em 24 de abril de 2026 que o desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio, deve continuar como governador interino do estado [1]. A decisão veio após o deputado Douglas Ruas (PL) ter sido eleito presidente da Assembleia Legislativa (Alerj) na semana anterior e pleitear assumir o cargo .

A fundamentação de Zanin é explícita: a renúncia de Cláudio Castro, ocorrida um dia antes da finalização de seu julgamento no TSE, foi "um mecanismo de burla para evitar a sua cassação" [1]. O ministro também reafirmou que o Plenário do STF já havia decidido que, até nova deliberação, Ricardo Couto permaneceria no cargo "com todos os poderes e prerrogativas inerentes à chefia do Poder Executivo" . A eleição de Ruas, segundo Zanin, "não tem o poder de modificar a decisão proclamada pelo presidente do Supremo" .

A decisão foi monocrática, na Reclamação (RCL) 92644, e não altera o mérito ainda pendente no STF: o formato das eleições suplementares — se diretas ou indiretas. Nesse julgamento, suspenso em 9 de abril por pedido de vista do ministro Flávio Dino, o placar parcial é de 4 votos a 1 favorável à eleição indireta pela Alerj [2]. O acórdão do TSE, publicado em 23 de abril, ainda aguarda análise [1].

Ainda não se sabe se Douglas Ruas recorrerá da decisão de Zanin ou se o STF conseguirá retomar o julgamento sobre o rito eleitoral antes das eleições de outubro [1].

Fontes

1. O que se sabe (5)

Zanin decidiu em 24 de abril que Ricardo Couto deve continuar como governador interino

Douglas Ruas foi eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio na semana passada

3 fontes Money Times Jornal GGN O Globo

O TSE publicou o acórdão sobre Castro na quinta-feira (23)

3 fontes Valor Econômico Jornal GGN O Globo

O placar atual no STF favorece eleição indireta por 4 votos a 1

3 fontes Money Times Jornal GGN O Globo

Flávio Dino pediu vista do processo em 9 de abril

3 fontes Money Times Jornal do Brasil O Globo
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (1)

O PSD é o partido de Eduardo Paes, que deve enfrentar Ruas nas eleições de outubro

Reportado por: Jornal do Brasil O Globo

Pontos em disputa entre os atores (1)

As mesmas fontes relatam as duas versões — a contradição é entre os atores do caso, não entre os veículos.

Posição de Cármen Lúcia no julgamento do TSE sobre Castro

1 fonte — "Cármen Lúcia proclamou que o TSE deu provimento para cassar o diploma de Castro": Valor Econômico
1 fonte — "O acórdão indica que Cármen Lúcia não votou pela cassação devido à renúncia": Valor Econômico
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Qual o teor completo do acórdão do TSE publicado em 23 de abril de 2026?

  • Haverá recurso da decisão de Zanin por parte de Douglas Ruas?

  • Qual será o voto de Flávio Dino quando o julgamento for retomado?

Todas as fontes

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